Localizado em Sete Lagoas, Minas Gerais, o Sítio Bela Vista celebrou seus 35 anos com uma reforma transformadora que o reposicionou como um verdadeiro case de arquitetura sustentável. O projeto teve como ponto de partida o desejo de reduzir os impactos ambientais da edificação existente, tornando-a mais autossuficiente, eficiente e alinhada com práticas construtivas conscientes.

Mais do que uma simples renovação estética, a reforma foi guiada por estratégias que combinam tecnologia acessível, conforto e respeito ao meio ambiente. Tudo isso foi feito considerando os desejos do cliente e a funcionalidade dos espaços, promovendo acessibilidade, bem-estar e harmonia com o entorno natural.

Antes X Depois

Veja como a reforma otimizou a iluminação e a ventilação, criando um ambiente mais leve, integrado e funcional:

Veja a seguir o vídeo sobre o antes e depois:

Principais Estratégias Sustentáveis Adotadas

Confira algumas das soluções implementadas que tornaram o Sítio Bela Vista uma referência de sustentabilidade na arquitetura residencial:

  • Energia Solar Fotovoltaica

A instalação de um sistema fotovoltaico permitiu a geração de energia limpa e renovável necessária para toda a resistência, alimentando ainda o consumo de energia de outro imóvel do proprietário em outra cidade.

  • Aquecimento de Água por Termossifão dos Chuveiros

Além do sistema elétrico, os chuveiros passaram a contar com um sistema de aquecimento de água por termossifão, que utiliza a diferença de temperatura para circular a água sem o uso de bombas, resultando em menor gasto energético.

  • Aquecimento Solar para Piscina

A água da piscina passou a ser aquecida por meio de um sistema solar, promovendo conforto térmico de forma sustentável e com menor consumo energético.

  • Captação e Reuso da Água da Chuva

Foi implantado um sistema de captação, armazenamento e distribuição da água da chuva, utilizada para irrigação dos jardins e limpeza de áreas externas. Essa medida contribui para a conservação dos recursos hídricos e redução do consumo de água potável.

  • Ventilação e Iluminação Naturais

O projeto arquitetônico foi repensado para otimizar a entrada de luz e ventilação naturais. Uma das soluções de destaque foi a inclusão de uma iluminação zenital na escada de acesso ao terceiro pavimento, proporcionando luz natural abundante durante o dia e economia de energia.

  • Compostagem Doméstica e Cultivo Sustentável

A compostagem dos resíduos orgânicos passou a ser realizada em escala familiar, gerando insumos para o cultivo de uma horta, pomar e jardins no próprio sítio. Essa prática fecha o ciclo dos alimentos e contribui para a redução do lixo orgânico enviado a aterros.

  • Valorização do paisagismo com jardim vertical e orquidário 

O jardim vertical contribui para a melhoria da qualidade do ar, auxilia no isolamento térmico das paredes e promove um microclima mais agradável, reforçando a sensação de frescor mesmo nos dias mais quentes. Já o orquidário se tornou um espaço contemplativo, capaz de aproximar os moradores da biodiversidade e estimular a conexão cotidiana com a natureza.

  • Inventário das Espécies Arbóreas

Um levantamento detalhado das espécies arbóreas presentes nas áreas verdes foi realizado, promovendo o manejo consciente e valorizando a biodiversidade do sítio.

O Sítio Bela Vista é um exemplo concreto de como é possível aliar tradição, funcionalidade e sustentabilidade em uma residência já existente. Através da adoção de estratégias acessíveis e inteligentes, a reforma trouxe benefícios ambientais, econômicos e de qualidade de vida para os moradores — além de servir como inspiração para quem deseja transformar seu espaço de maneira mais consciente e sustentável.

Ficou interessado em ver mais um pouco sobre o Sítio Bela Vista? Assista abaixo a nossa playlist no canal do YouTube da Casa Zero, onde mostramos mais um pouco sobre ele:

Veja a seguir algumas imagens do sítio:

Fomos finalistas da 7ª Edição do PRÊMIO SAINT-GOBAIN DE ARQUITETURA SUSTENTÁVEL promovido pela  Saint Gobain. 

Que alegria poder compartilhar essa notícia!

Classificados entre os 10 finalistas na categoria Profissional, o projeto Casa Moeda se destaca pela aplicação de estratégias bioclimáticas como a iluminação e ventilação naturais e ainda pelo método construtivo em terra.

Com terreno localização no município de Moeda (MG), a residência considera um sistema de paredes estruturadas em taipa de pilão, aonde a terra é comprimida e moldada em fôrmas de madeira. A prática desta técnica já acontece desde 2600 anos a.c e, atualmente, tem se tornado uma possibilidade de aplicação da bioconstrução em projetos de arquitetura contemporânea.

A residência contempla ainda sistemas e tecnologias para geração de energia por fontes renováveis e gerenciamento das águas por meio do aproveitamento máxima de água da chuva, tratamento de água cinza e negra com reuso em um sistema fechado.

Veja a nossa equipe brilhante para um projeto que exige tanta interdisciplinaridade.

– Projeto arquitetônico: Luiza Franco e Ana Paula Rocha

– Análises bioclimatológicas, termoacústicas e lumínicas: Luiza Franco

– Simulação térmica: Natália Nascentes

– Apoio sistema hídrico e de saneamento ecológico: Bia Gasparini 

– Apoio sistema construtivo e saneamento ecológico: Macramê ecológico

– Diagramação e design pranchas:  Ana Paula Rocha

– Apoio diagramação: Arthur Amaro 

– 3D e imagens: Mayron Sousa

No dia do 1º Webinar ESFera Digital – Economia Verde: Tecnologias e Soluções, promovido pela ONG Engenheiros Sem Fronteiras, a Casa Zero marcou presença em um encontro que reuniu ideias transformadoras e iniciativas que buscam alinhar o desenvolvimento humano, tecnológico e ambiental.

O evento aonteceu de forma online e teve a participação de Samuel, diretor-geral da ONG, Beatriz Zschaber e Jade Alves, participantes da ONG, que destacaram a trajetória do Engenheiros Sem Fronteiras – Núcleo Belo Horizonte, uma organização que desde 2015 atua em projetos de impacto social, beneficiando mais de 3 mil pessoas com ações voltadas à melhoria da infraestrutura de comunidades. A abertura ficou por conta de Jade e Beatriz, que apresentaram a proposta do Webinar ESFera Digital: uma série de encontros que têm como objetivo aproximar pessoas, empresas e organizações comprometidas com a transformação social e a sustentabilidade.

Durante o debate, os convidados trouxeram reflexões profundas sobre o conceito de Economia Verde, ressaltando que ele vai além do aspecto ambiental — sendo também um instrumento de inclusão e redução das desigualdades sociais.

A arquiteta Luiza Franco, fundadora da Casa Zero, e Beatriz Gasparini provocaram o público a (re)pensar soluções que vão além do óbvio, convidando à reflexão sobre como podemos reduzir a pegada de carbono em processos de construção, reforma e design. Essa visão reforça o propósito da Casa Zero: projetar e habitar de forma consciente, entendendo que cada escolha material e espacial tem impacto direto no planeta e nas pessoas.

Outros participantes trouxeram contribuições complementares e inspiradoras. Felipe Vitoriano destacou o avanço da energia fotovoltaica, uma fonte limpa, abundante e cada vez mais acessível. Já Laura Conrado Rodrigues e Graziely Mendes alertaram sobre os impactos da indústria da moda — a segunda mais poluidora do mundo — reforçando a urgência de adotarmos hábitos de consumo mais conscientes.

Victor Melo, fundador da PYPIV, compartilhou exemplos de como a engenharia pode colaborar com o desenvolvimento humano, citando a cidade sueca de Borås, que transformou o reaproveitamento de resíduos em uma fonte energética eficiente.

Durante sua fala, Luiza Franco reforçou que estamos vivendo a era da sustentabilidade. Para ela, é por meio das redes de conexão entre pessoas e ideias que conseguimos despertar em cada um a semente da transformação — uma consciência que nasce do coletivo e se manifesta em gestos sutis no cotidiano.

Assista à gravação completa do 1º Webinar ESFera Digital e mergulhe nesse diálogo sobre o futuro sustentável que queremos construir:

Os humanos podem ficar 3 semanas sem comida, 3 dias sem água, mas apenas 3 minutos sem ar.

Estes dados impactantes são para trazer uma reflexão ainda maior do momento em que vivemos e nos colocar atentos sobre o papel da arquitetura e da construção na saúde das pessoas.

A proliferação de vírus e bactérias e, consequentemente, a vulnerabilidade das pessoas às doenças depende, em grande parte, de qualidade do ar dos ambientes que construímos. 

Para superar isso, precisamos de quantidades adequadas de iluminação, umidade e temperatura que, somados, contribuem para uma arquitetura saudável. 

A crise que vivemos nos revela a necessidade de apostarmos na arquitetura não somente pela estética, mas naquela que adota critérios técnicos para dimensionar as necessidades dos ambientais, garantindo qualidade do ar, saúde e bem estar para as pessoas. 

Já pensaram na importância disso? Na foto um projeto construído da Casa Zero alinhado às estratégias de uma arquitetura mais saudável. 

MONTAGEM ENERGIA X MUDANÇA CLIMÁTICA X PROFISSIONAIS

Como projetistas de edificações e de planejadores urbanos, estes profissionais se tornam grandes responsáveis pela definição dos meios de geração e consumo de toda a energia necessária para operar os ambientes construídos. O que considera ainda a influência sobre os transportes entre as edificações.

Contudo, usamos, ainda hoje, muita matriz energética advinda dos combustíveis fósseis e eles são grandes responsáveis pela emissões de gases do efeito estufa, diretamente relacionadas com o aquecimento global.

Para minimizar os efeitos das mudanças climáticas é necessário que mais profissionais e pessoas apostem na aplicação de instrumentos pela sustentabilidade, com matrizes de energia limpa e renovável, para nossas construções e espaços.

Só assim garantiremos economia de energia e ainda qualidade de vida e maior produtividade para as pessoas. 

*Fonte: Hum Heywood – 101 regras básicas para uma arquitetura de baixo consumo energético

Você já pensou que nós permanecemos 90% do nosso tempo em ambientes fechados?

Em tempos de isolamento social, com contato ainda mais restrito com o ambiente externo, muitos passam a notar como a entrada de luz e ventilação naturais são indispensáveis.

É necessário entender a importância da interação das construções com a luz solar e as condições ambientais naturais para garantir qualidade de vida para as pessoas.

O sol, a água e o vento impactam na vida das pessoas e para lidar com eles não basta, por exemplo, colocar janelas para abrir e fechar. Qualificar e quantificar esses elementos projetando estratégias eficientes é necessário para garantir uma arquitetura mais saudável.

Ainda, quando o arquiteto sabe dimensionar a quantidade de luz e ventilação, associados à tecnologias como o sistema de ar-condicionado, quando necessário, garantem economia de investimentos e no seu uso.

Você sabia que um imóvel vale, em média, 5% a mais se bem iluminado? Na foto um ambiente interno bem iluminado naturalmente de um projeto da Casa Zero alinhado às estratégias de uma arquitetura mais saudável.

* Dados de Christoph Reinhart do MIT Construction Technology em Cambridge (EUA)

Os desafios para a saúde e bem estar da humanidade passam também pelo cuidado com os recursos hídricos. E hoje, 22 de março, é dia mundial da água e um momento oportuno para darmos destaque aos gestos de sustentabilidade que refletem o cuidado com esse patrimônio. 

Vamos apresentar aqui três iniciativas brasileiras que a Casa Zero apoia e muitas vezes usa em seus projetos e consultorias:

Certificação Zero Água LEED

Você sabia que o Brasil possui o primeiro edifício no mundo denominado Zero Água pela certificação LEED concedido pela instituição GBC Brasil?

Este é o edifício Eurobusiness, um empreendimento comercial situado em Curitiba (PR) com 14 andares que trata 100% de suas águas residuais (cinza e negra) no local. E do total de água utilizada, 65% vem desta água tratada e, junto com o uso de água da chuva e de condensação, evita o gasto de 82% de água potável. 

Seu projeto arquitetônico é do Borges Macedo Arquitetura e Realiza Arquitetura com consultoria em Certificação LEED da Petinelli. Para maiores detalhes, recomendamos ao acesso ao site do GBC Brasil.

Catálogo de Soluções Sustentáveis em Saneamento

Com relação ao tratamento da água após seu uso, temos a iniciativa da Funasa com o CataloSan – Catálogo de Soluções Sustentáveis de Saneamento e Gestão de Efluentes Domésticos lançado em 2018.

Nele são descritas de forma didática mais de 15 soluções tecnológicas para tratamento de efluentes domésticos. 

O destaque está na apresentação de tecnologias facilmente replicáveis, não necessitando de mão de obra especializada para sua implantação. Ainda há a indicação de possibilidades de investimento de baixo custo para a implementação de arranjos no tratamento de efluentes que aproveitam sistemas naturais.

Para ter acesso ao material, clique aqui.

Guia Pegada Hídrica

Em dezembro de 2019, o Sinduscon de São Paulo lançou, juntamente com a Caixa Econômica Federal e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), um guia para cálculo de pegada hídrica. Dentre vários benefícios, a metodologia para cálculo do consumo de água incentiva a execução de políticas públicas para a gestão das águas e saneamento. 

Além disso, a partir do conhecimento da pegada hídrica – consumo de água e geração de efluentes – incorporadoras, construtoras e clientes terão mais conhecimento sobre seus empreendimentos e construções para assim tomar decisões mais acertivas nas fases de projeto, construção ou compras, com vistas à racionalizar o uso dos recursos hídricos e aprimorar seu tratamento.

Para ter acesso ao Guia Metodológico de Cálculo de Pegada Hídrica em Edificações, clique aqui. Se quer saber mais ou ficou interessado em aplicar estas estratégias em projeto ou consultoria, entre em contato com a Casa Zero.

Por @luizafranco, fundadora da Casa Zero.

Interrompemos a programação normal para a participação no primeiro evento do ano. Estivemos em São Paulo na Exporevestir. Maior feira da América Latina do segmento de revestimentos. São mais de 62 mil visitantes entre revendedores, designers, arquitetos, construtores e consumidores. ⠀
Nosso serviço de curadoria em produtos com viés sustentável para pessoas e negócios exige uma atualização contínua. ⠀
Além da exposição terão talks sobre construções sustentáveis, economia circular e gestão de água e energia.

Você já ouviu falar de curadoria de produtos e tecnologias com viés sustentável?

Este trabalho feito pela Casa Zero tem se tornado cada vez mais importante pela necessidade de comprovar, tecnicamente, a qualidade e o compromisso real dos produtos do mercado com a sustentabilidade.
E como as inovações e tecnologias estão cada vez mais rápidas este serviço torna-se indispensável para garantir a eficiência de quem compra e usufrui.

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Se ficou interessado, veja algumas das referências e críticas que fizemos nos nossos destaques do Instagram sobre a Exporevestir e conecte-se com a gente.

Veja que a pergunta não é porque e sim por onde começar a Sustentabilidade. Concorda? Não faltam razões para querer garantir o “combo”: qualidade de vida, preservação ambiental e ganho financeiro.

Para simplificar a resposta do como, vamos dizer em alto e bom som: pelos gestos de sustentabilidade!

Devemos desconstruir o conceito de que a sustentabilidade é complexa e acreditar que existem caminhos possíveis iniciados a partir de uma ação verdadeira e bem planejada.

Debatido, estudado e analisado dentro de diversos encontros e acordos globais, o Desenvolvimento Sustentável hoje é definido pelos 17 objetivos da ONU Brasil para 2030 e é mais uma forma de apontarmos para este alvo.

A grande questão, que a Casa Zero observa e aplica em suas atuações, é a importância de desmistificar o termo, para assim revelar que há caminhos acessíveis para ações imediatas. 

Esta frase da foto é de Roberto Smeraldi . Ele é jornalista e contribui com publicações, ensaios e livros sobre desenvolvimento, sustentabilidade e políticas públicas e serve para você se inspirar.

Para ajudar, a seguir apontamos alguns benefícios possíveis a partir de um primeiro passo que você ou o seu  negócio pode dar: 

– Ter uma redução de 15% GRATUITAMENTE na sua conta de luz se já tiver um consumo médio mensal de 300 kWh ou mais sendo associado de uma Fazenda Solar.

– Ganhar DESCONTO de 3%, 5%, 10% ou mais no IPTU – Imposto Predial Territorial Urbano – do seu imóvel se adotar práticas sustentáveis na edificação e a Prefeitura já está vigorando a lei relacionada ao IPTU Verde em seu município. 

– Criar ou remodelar seu negócio com estratégias sustentáveis e de baixo carbono, considerando que 61% dos consumidores estão preocupados com as mudanças climáticas e 54% acreditam fazer a diferença no mundo com as suas aquisições.* 

* pesquisa de tendências Euromonitor.

Qual movimento ou gesto sustentável você ou sua empresa estão planejando para agora? 

Em um mundo já ultrapassado pelo mercado competitivo com uma dinâmica que exige mudança, a Casa Zero reforça seu papel de contribuir para a formação de um mercado colaborativo com apoio a negócios de impacto e mais sustentáveis.

Cada pessoa e empresa que atue com intenção e ações similares às nossas, queremos nos conectar. Cada serviço e produto que oferecemos tem o papel de apoiar nossa rede de clientes e parceiros.

Qual mudança você preparou para o seu ano que podemos colaborar?

Na foto nossa boa lembrança de 2019 com a fala de nossa fundadora Luiza Franco na inauguração da Casa Baanko , em Belo Horizonte, na presença de grandes parceiros. 

Consultora, Palestrante, Empreendedora, Especialista em Sustentabilidade e Tecnologia, Mestre em Engenharia Civil, Arquiteta Urbanista. Agora esquece tudo isso. Hoje, queremos falar da pessoa que está por traz de um currículo, afinal não adianta nada se não houver paixão. Já ouviram falar disso, não é mesmo? E Luiza Franco traz este sentimento misturado com a determinação ao fundar a Casa Zero. Alguém que sempre se emociona ao fazer e falar de sustentabilidade. Abrir mão de clientes que queriam projeto somente por estética e dedicar à pessoas e negócios que apostam em gestos sustentáveis.


O LinkedIn contabilizou 10 anos e 2 meses de atuação profissional e no meio do caminho houve em mim muita inquietação. Como transformar projetos de pessoas e negócios não somente pela obrigação de leis; pelo prazer da estética e tendência; ou pelo retorno financeiro de um investimento? Nesta hora, o claro reconhecimento da minha inquietação veio no momento em que entendi como cada um destes objetivos, tão claramente apontados pelo mercado e pelo consumidor, podem ser, em conjunto, simples consequências de um único caminho: a sustentabilidade.


Se um lugar, produto ou serviço é verdadeiro no seu propósito (consequentemente atende a lei), se é para o bem de quem usufrui (consequentemente é belo), se é transformado por meio de ações sustentáveis (consequentemente é lucrativo). Assim surgiu a Casa Zero, oficialmente, há um ano. Com a competência técnica de projetar os desejos dos clientes de forma inspiradora, transformamos projetos de pessoas e negócios a partir dos gestos sutis de sustentabilidade.

Sou Luiza Franco, fundadora da Casa Zero, e terei o prazer em apresentar nossas atuações se você já entendeu o poder da sustentabilidade.

Vim aqui falar de dois temas: Meio Ambiente e Dinheiro.

E já pergunto: Você acha que eles são incompatíveis?

Para apresentar a clara relação entre recurso financeiro e recurso ambiental trouxe dados relevantes da comparação entre edifícios que adotam estratégias reais na arquitetura e na construção para uma maior sustentabilidade e aqueles projetados e construídos de forma convencional.

Vejam os benefícios econômicos:

  • Redução do consumo de energia em 26% ou mais;
  • Redução do consumo de água em 30% ou mais;
  • Redução dos custos com manutenção em 13%;
  • Valorização do imóvel em 10%.

Isso significa, por exemplo:

  • Que um apartamento de R$800.000,00 passa a valer R$880.000,00;
  • Que um condomínio de R$1.000,00 passa a custar R$870,00;
  • Que uma conta de água de R$500,00 passa a custar R$350,00;
  • Que uma conta de energia de 700,00 passa a custar R$518,00.

Agora vai calculando estes benefícios ao longo dos meses.

E diga: Investir em sustentabilidade gera ou não gera dinheiro?

Contribuições ambientais

E não precisaria citar as contribuições ambientais e humanas como:

  • Redução dos níveis de emissões de CO2 em 33%;
  • Ambientes internos mais saudáveis proporcionando qualidade de vida e bem-
    estar aos ocupantes;
  • Aumento do índice de satisfação do usuário em 27%, o que representa maior
    produtividade;
  • Maior conservação de recursos naturais como energia e água;
  • Redução da geração de resíduos enviados para os aterros sanitários;
  • Incentivos fiscais e subsídios concedidos pelo poder público.

Se você já acreditava ou ficou convencido de que existe rentabilidade financeira com gestos ambientais, conecte-se com a Casa Zero. 

As estatísticas são baseadas em pesquisa realizada pela USGSA que identificou uma média de custos bem como dados do USGBC da certificação LEED.

Por @luizafranco , fundadora Casa Zero.

Queremos te ajudar a celebrar as festas de fim de ano com mais sustentabilidade.

Vejam as dicas:

Em clima virada de ano, quais gestos você quer praticar em 2020?

Para começar 2020 com bons planos e realizando desejos, deixamos aqui também boas dicas.

Aproveitando o momento, trazemos aqui os conteúdos e atuações que vocês mais verão a Casa Zero realizando.

Compartilhe este post com alguém que você queira inspirar! 

Por @luizafranco, Fundadora da Casa Zero.