A partir de atividades no terraço de um dos campi universitários, o Projeto de Extensão LEIA – Laboratório Ecossistêmico Interdisciplinar de Aprendizagem da a oportunidade de educadores e alunos participarem de ações de mitigação aos impactos sociais e ambientais urbanos fora da sala de aula e relacionar, diretamente, com a comunidade externa. O projeto estimula a produção de hortas urbanas com o desenvolvimento de produtos, tecnologias e métodos alternativos de construção e gestão de resíduos, além de carregar o valor à soberania alimentar.

Em entrevista à Globo, para o programa Terra de Minas, alguns participantes relataram pontos de alto valor social e ambiental: alimentar-se bem, estar em contato com a natureza, ter alimentos frescos, se apropriar de algum lugar, gastar menos, gerar renda, dar vida a um lugar, promover a socialização e a inclusão.

Ainda houve a realização de um concurso, aonde muitas foram as possibilidades em destaque nos projetos de hortas urbanas ganhadores. Promovido pelo Projeto LEIA na arquitetura coordenado pela professora Luiza Franco, também sócia da Casa Zero, dentro do Centro Universitário UNA para toda a comunidade, foi uma oportunidade de colocar a mão na massa e desenvolver protótipos que poderiam depois ser reproduzidos. Estimulando toda a sociedade a também se conectar a causa.

Fotografia: Lucas D’Ambrosio.

Em evento gratuito, aberto ao público, divulgado aqui e ocorrido no terraço do campus UNA João Pinheiro em 29 de novembro de 2016, sociedade e comunidade acadêmica tiveram a oportunidade de avaliar mais de 20 projetos pilotos de hortas urbanas construídos pelos alunos da arquitetura com o apoio interdisciplinar da instituição e votar naquele que mais se destacou.

Os projetos dos três primeiros lugares, incluindo cartilha explicativa sobre a concepção do projeto, os métodos construtivos, a forma de uso e manutenção, além de dicas de cultivo, você pode conferir a seguir:

1º lugar: Horta Portal

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Cartilha Horta Portal

2º lugar: Horta Bambulê

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Cartilha Horta Bambulê

3º lugar: Canteiro no Cantinho

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Cartilha Canteiro no Cantinho

Mais notícias da mídia sobre a repercussão do evento você confere nos links a seguir:

Vídeo You Tube – Extensão UNA

Notícia – Jornal Contramão

Cobertura – BH Eventos

 

Para mais informações, dicas, consultoria e projeto entre em contato conosco.

É fator determinante para uma edificação dita “sustentável” ter um processo de projeto integrado, conciliando as demandas do cliente às características socioambientais do local de implantação, além de realizar a integração das equipes de arquitetura, consultoria e projetos complementares. Quando o resultado esperado é a obtenção de uma certificação, fica visível a necessidade de fazer a interface dos profissionais e suas especialidades juntamente com o conceito de englobar os 17 objetivos do Desenvolvimento Sustentável promovido pela ONU.

No processo convencional projetual a troca de informações entre as especialidades de projetos complementares geralmente não ocorre, inclusive pelas execuções acontecerem em períodos diferentes e muitas vezes baseados em projetos de versões distintas. O infográfico a seguir ilustra as falhas dente modelo de gestão ultrapassado.

Processo Convencional

Processo Convencional

Processo Integrado

Processo Integrado

Diante da comparação dos modelos de processo de projeto, fica evidente a necessidade de uma gestão centralizadora das informações relacionadas a cada disciplina. Não se pode deixar priorizar unicamente as decisões arquitetônicas em relação às necessidades dos projetos complementares, por exemplo. E mais do que isso, é preciso fazer permear, em tempo, as interrelações mais profundas dos aspectos de sustentabilidade dentro de cada disciplina. Aplicar a gestão do processo de projeto integrado, desde o início, amplia o alcance dos créditos almejados em um processo de certificação internacional. As edificações com propósito sustentável que fazem uso da certificação LEED, por exemplo, garantem economia no custo da construção e no uso futuro.

No site oficial da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas este conteúdo foi inclusive citado este conteúdo. Clique aqui para ver também.

Por @luizafranco, fundadora Casa Zero.


Luiza Franco, sócia da Casa Zero, foi convidada para dar entrevista ao Jornal Contramão do Centro Universitário UNA. O bate papo ocorrido no dia 11 de novembro de 2016 em prol do Dia Mundial do Urbanismo, comemorado em 08 de novembro, trouxe para discussão assuntos relevantes sobre mobilidade urbana e os seus impactos na sociedade. Os destaques ficaram para assuntos como preservação de áreas verdes, apropriação dos espaços públicos e movimentos populares.

Confira a entrevista completa aqui

A entrevista também se encontra no Portal Uai.

No dia 29 de novembro de 2016, terça-feira, acontece um evento interativo no grande terraço do prédio do Centro Universitário UNA localizado nas proximidades da Praça da Liberdade. Dois projetos de extensão dessa universidade, dos cursos de Arquitetura e Gastronomia, se fundiram para transformar o espaço em um Laboratório Ecossistêmico Interdisciplinar de Aprendizagem, também chamado de projeto LEIA.

Na coordenação da Arquitetura, a professora Luiza Franco, também sócia da Casa Zero, orientou os alunos na elaboração de mais de 20 projetos pilotos de hortas urbanas ao longo do 2o semestre de 2016. Cada projeto construído tem uma proposta arquitetônica diferente, porém atendendo às diretrizes da qualidade urbana e do conforto ambiental: baixo custo, reuso de materiais que seriam descartados, versatilidade, desmontabilidade, possibilidade de expansão e transformação de espaços urbanos ociosos, além da atenção às condições climáticas (sol, vento e chuva), conforme espécies vegetais a serem cultivadas.

Na vertente da Gastronomia, coordenada pela professora Rosilene Campolina, os alunos irão preparar receitas inovadoras com produtos gerados nas hortas e inspirados na sustentabilidade. Os pratos que comporão o cardápio serão comercializados no mesmo evento, na 2a edição do GastroUna.

No evento do LEIA ainda poderão ser apreciadas produções e compartilhamento de conhecimento da Ciências Biológicas – compostagem e plantio; da Nutrição – espécies vegetais alimentícias amigas e antagônicas; da Moda – fabricação de produtos com resíduos têxteis. Tudo isso embalado por muita música boa.

Conforme Luiza Franco, as hortas urbanas permitem um ciclo de cultivo de alimentos sem agrotóxicos, frescos por não ficarem nas prateleiras dos supermercados perdendo seus nutrientes e ainda oferecem a possibilidade da prática da compostagem para a renovação da produção.

A professora Luiza Franco explica ainda que o LEIA na Arquitetura, promove o desenvolvimento de tecnologias construtivas aplicáveis ao meio urbano, possibilitando o acesso da sociedade a métodos alternativos de construção e gestão de resíduos. O LEIA está associado à Iniciação Científica – coordenada pela professora Ediméia   Mello,   do   Programa de Pós Graduação em Gestão Social, Educação   e Desenvolvimento Local – com o propósito de se tornar um núcleo de pesquisa para qualificar a comunidade na autogestão de espaços ociosos a partir da criação de hortas urbanas, que mitigam os impactos urbanos e promove a soberania alimentar.

Anote na agenda e vamos lá!

Dia: 29/11, terça-feira
Horário: 14h às 21h
Local: Centro Universitário UNA – Campus João Pinheiro II, terraço
Endereço: Av. João Pinheiro, 580 – Funcionários
Evento Gratuito

Projetada de acordo com os conceitos da Arquitetura Bioclimática, essa casa localizada em condomínio fechado no município de Moeda (MG), foi cuidadosamente posicionada no terreno de forma a valorizar a topografia e a vegetação local. A edificação recebeu ventilação e iluminação naturais, aquecimento solar da água e previsão de telhado verde. Como ponto de articulação principal a pérgola conecta a casa à área de convivência e lazer, que conta com churrasqueira, piscina e edícula para convidados.

Estratégias utilizadas para uma arquitetura mais sustentável:

  • Estudo de ventilação e iluminação naturais
  • Aplicação de elementos de sombreamento conforme o clima local
  • Instalação de sistema de aquecimento solar da água
  • Previsão de cobertura vegetal – telhado verde
  • Criação de abertura zenital para potencializar a iluminação natural
  • Preservação e previsão de espécies de vegetação nativa
  • Criação de cobertura tipo pérgola para sombreamento e proteção com a chuva
  • Integração com a natureza com mínima alteração da topografia
  • Conexão interior e exterior da construção com o entorno
  • Atendimento à privacidade do moradores ao receber hóspedes
  • Estudo para proporcionar a acessibilidade no projeto
  • Valorização da vista panorâmica

No vídeo, feito em parceria com a Take Me Up, é apresentada a construção com a indicação das principais estratégias arquitetônicas e construtivas dessa residência finalizada em 2012 e localizada ao lado da Serra da Moeda em Minas Gerais.

Por Luiza Franco, fundadora Casa Zero.

O sócio da Casa Zero, Roberto Chafith, foi palestrante no evento Profissão em Ação da Faculdade Pitágoras, ocorrido em outubro de 2016, para os cursos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharias. Nesse evento ocorre a troca de experiências entre alunos e profissionais do mercado, e o desenvolvimento de oficinas para aprimorar o conhecimento.

A temática apresentada por Roberto envolveu o passo a passo de uma reforma com detalhes sobre demolição, segurança estrutural, projetos arquitetônico e complementares. Para apresentar a temática associada à experiência da empresa, foi mostrada como estudo de caso a reforma de uma apartamento feito pela Casa Zero no Conjunto JK do arquiteto Oscar Niemeyer – edifício ícone da arquitetura moderna da cidade de Belo Horizonte – .

A arquiteta, Luiza Franco, sócia da Casa Zero e professora universitária do curso de Arquitetura e Urbanismo foi jurada na 3a edição do Prêmio Vivar Casa Morar Mais que ocorreu, em setembro de 2016, na 10a edição da mostra Morar Mais Por Menos.

A divulgação do prêmio, fruto da parceria da Morar Mais Por Menos com a revista Viver Casa, aconteceu durante um café da manhã e foi uma rica oportunidade de valorizar os conceitos preconizados pela mostra – sustentabilidade, inclusão social, brasilidade, customização, tecnologia e inovação.

A seguir os vencedores do prêmio:

1º lugar – Restaurante Itinerante da Serra projeto da Arquiteta e Designer de Interiores Maluh Amorim.

2º lugar – Estar Íntimo da Arquiteta, projeto da Arquiteta Urbanista Zeuslene Corrêa.

3º lugar – Banho das Crianças, projeto da Arquiteta Mônica Murari.

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Hoje iniciamos a campanha – A Casa Zero conheceu e reconheceu –

Estamos aqui para registrar e relatar o que achamos de mais interessante, seja em uma ideia, uma ação, um negócio ou uma prática que contemple a busca por ZERO resíduos, ZERO emissões ou simplesmente um ponto de partida, um novo começo, ousado, inspirador e consciente como é a Casa Zero.

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Today we started the campaign – A Casa Zero conheceu e reconheceu –

We are here to record and report what we find most interesting in an idea, an action, a business or a practice that includes the search for ZERO waste, ZERO emissions or simply a starting point, a new beginning, audacious, inspiring and conscious as Casa Zero itself.

“O trem aqui é diferente”. É assim que bem denomina a família mineira idealizadora da casa gastronômica Expresso 500 localizada no bairro Caiçara, em Belo Horizonte – MG. Transformaram o prazer da gastronomia e o lar deles em um restaurante que contempla tecnologias e gestão de processos para a busca da sustentabilidade.

Gestão da água com coleta de água da chuva e reaproveitamento da água da lavanderia; gestão de resíduos com coleta seletiva, reutilização de materiais que seriam descartados e reciclagem de óleo da cozinha; composteira em que os resíduos da cozinha viram adubo para a horta orgânica; busca da eficiência energética com uso de energias renováveis a partir de placas fotovoltáicas e mini-turbina eólica, além de aquecedor solar das águas são as estratégias que mais se destacam.

Com essas ações eles enviam para reciclagem 200kg de vidro, papel e metal por mês, reutilizam 400 garrafas por ano e as transformam em lamparinas, enviam para reciclagem cerca de 1000 litros de óleo de cozinha por mês para a fabricação de biodiesel, fazem a captação de até 20.000 litros de água da chuva em períodos chuvosos, economizam até 70% no consumo de água com os reservatórios cheios, e economizam 40% no consumo de energia da rede comum com o uso de energias renováveis.

Para conhecer esse lugar inspirador basta marcar um almoço ou um jantar com eles e, se quiser entender mais sobre essas estratégias, entre em contato conosco.

Por Luiza Franco, fundadora Casa Zero.

Artigo intitulado “Aplicação de rejeito de mineração como agregado para a produção de concreto” foi apresentado no 56° Congresso Brasileiro do Concreto, promovido pelo Instituto Brasileiro do Concreto – Ibracon, realizado na cidade de Natal no Rio Grande do Norte em 8 de outubro de 2014.

O trabalho mostrou a aplicabilidade de uso da lama de barragem de rejeito de minério de ferro, como agregado para construção civil, atestando a possibilidade do uso do rejeito como insumo para a construção civil.

Apresentação e publicação de artigo no 56° Congresso Brasileiro do Concreto

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A convite da FIEMG – Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, a arquiteta urbanista Luiza Franco apresentou, na reunião da CIC – Câmara da Indústria da Construção de 29 de agosto, o projeto de pesquisa de mestrado, vencedor em 1o lugar do concurso “Mãos à Obra” realizado durante o evento Minascon 2014, em Belo Horizonte. Na palestra, com a temática “Concretos e Argamassas Sustentáveis Aplicados à Habitação de Interesse Social”, a arquiteta demonstrou a aplicabilidade de uso do resíduo siderúrgico, escória de aciaria, como agregado para a fabricação de elementos construtivos para a execução de habitações populares.

Fonte: Fiemg

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