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O projeto EcoUrb, vinculado ao Departamento de Engenharia Urbana (Deurb) da UFOP e apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex), promoveu, nos dias 15, 22 e 29 de julho de 2021, o IV Encontro & Diálogos Ecológicos, com o tema “Cidades criativas e sustentáveis”.

O evento teve como objetivo fomentar discussões sobre estratégias para garantir uma convivência harmoniosa com o planeta, promovendo o consumo consciente e incentivando ações que melhorem a qualidade de vida urbana. A proposta do encontro ultrapassou a abordagem da redução do consumo, abordando também formas de adotar práticas sustentáveis que contribuam para o bem-estar coletivo e individual.

Nesse contexto, o conceito de cidades criativas foi explorado como um eixo de inovação e difusão de conhecimento, destacando-se a sustentabilidade como elemento central para o desenvolvimento urbano contemporâneo.

A Casa Zero integrou a mesa de debate com o tema “Cidades ecológicas: inspiração, motivação e tecnologias para construção de comunidades sustentáveis”. Durante a participação, Luiza Franco apresentou conceitos e práticas que fazem parte da essência da Casa Zero, destacando como os Gestos Sutis de Sustentabilidade, as ações cotidianas que muitas vezes passam despercebidas, podem gerar transformações significativas no mundo. Ao apresentar essas atitudes do dia a dia, ela evidenciou a escala disso, como estratégias arquitetônicas e urbanas são essenciais para um impacto coletivo e planetário. Luiza reforçou a importância de agir com consciência no presente, sem delegar para as futuras gerações.

Mais detalhes sobre as mesas temáticas a seguir:

Mesa 1 – Cidades humanas: da escala individual à sustentabilidade coletiva urbana

15 de julho de 2021

Palestrantes:

  • Luciana Bragança – Plantas, animais, água e humanos como agentes da cidade
  • Natália Garcia – Cidades para pessoas e pessoas para cidades
  • Cláudia Visoni – Agricultura urbana: um “respiro” à pandemia

Mesa 2 – Cidades ecológicas: inspiração, motivação e tecnologias para construção de comunidades sustentáveis

22 de julho de 2021

Palestrantes:

  • Luiza Franco – Gestos sutis de sustentabilidade
  • Mariane Zambelli – Certificações ambientais no Brasil
  • Francisco Assis – Uso do IPTU Verde como instrumento socioambiental

Mesa 3 – Cidades criativas: viver de forma criativa dentro dos limites planetários

29 de julho de 2021

Palestrantes:

  • Rose Meusburger – Cidade Criativa como possibilidade de desenvolvimento local
  • João Victor Teixeira – Economia circular
  • Ricardo Fiorotti – Inovações tecnológicas construtivas com reaproveitamento de resíduos

O IV Encontro & Diálogos Ecológicos reafirma o compromisso com a construção de cidades mais conscientes, integrando conhecimento acadêmico, práticas inovadoras e responsabilidade socioambiental.

Li outro dia o TED Talks (@ted) do Michael Porter, Professor de Estratégia de Negócios na Harvard University e ele disse algo mais ou menos assim: 

“Os negócios não lucram ao causarem problemas sociais e ambientais…Na verdade os negócios lucram com as soluções dos problemas sociais e ambientais”. 

Há uma urgente necessidade global de rever o modelo dos mercados e as práticas de consumo e comportamento humanos. Em função das mudanças climáticas, os negócios são a grande força para dar escala a uma nova economia com desenvolvimento sustentável.

Hoje reduzir a poluição e as emissões está gerando lucro. Economiza dinheiro e faz as empresas serem mais produtivas e eficientes. 

Então, como aproveitar o poder dos negócios para resolver os problemas que enfrentamos hoje? 

Apostar em negócios de empresas que geram impacto social e ambiental positivo! Dar prioridade para o consumo de conteúdo, produtos e serviços destes e, se você representa uma empresa com este espírito, ter a prática da colaboração e não da competição.

“Propósito, acima de tudo, é o motor da lucratividade no longo prazo.” Laurence D. Fink, CEO da Black Rock

Devemos discordar do CEO da BlackRock, a maior gestora de investimentos do mundo.

No mercado de CURTO prazo não haverá espaço para empresas que não prevejam riscos ambientais e sociais para além do cumprimento de leis. E mais, que já façam destes segmentos valor de negócio, acima do lucro.

As manchetes do momento atual trazem questões urgentes de um tempo passado e que hoje são escancaradas por uma crise mundial. O recorte que a Casa Zero faz aqui não tem a intenção de assustar, pelo contrário, dar destaque a uma mudança de rota inevitável e POSSÍVEL para uma nova economia. Não há mais espaço para negócios que não se posicionem com o viés do impacto social e ambiental. Não há mais pessoas influenciadoras – todos nós somos – que não queiram entender o seu papel local frente a um mundo globalizado.

Se você é engajado no consumo consciente ou sabe que os negócios da nova economia só darão rentabilidade a partir de um posicionamento decisivo em estratégias sustentáveis, as informações deste post são para você!

Conforme pesquisa da Global web index de 2018, especialista em tendência de mercado, os consumidores estão cada vez mais a procura de serviços e produtos sustentáveis.

Vejam o que os dados revelam:

61% dos Millennials (24 a 37 anos) concordam em pagar mais por um produto eco-friendly seguidos por

55% da Geração X (38 a 56 anos) e

46% dos Baby Boomers (57 a 66 anos).

De toda forma, independente da sua geração, informamos que você está na Era da Sustentabilidade.

Imagem: Uğur Gallenkuş

A pandemia antecipa mudanças que já estavam em andamento para a era da sustentabilidade. Potencializar o uso da tecnologia, criar formas mais flexíveis de trabalho, responder e se posicionar frente às cobranças do consumidor, se manter de pé somente as empresas que sejam responsáveis do ponto de vista social e ambiental.

Agora não há mais sentido uma sociedade de alto consumo e lucro a qualquer custo. O consumo consciente e a o engajamento das pessoas ao desenvolvimento sustentável ganharam vez.

É nisso que a Casa Zero acredita.
Se você está com a ideia de um novo modelo de negócio e sabe que a economia em evolução tem a perspectiva da sustentabilidade, essa novidade é para você.

A Casa Zero fez uma parceria com a Sou minha. Criamos uma assessoria conjunta para novas empresas ou reestruturações de negócios. Você terá a capacitação profissional para estruturar seu negócio e ainda planejar estratégias com geração de impacto positivo para colaboradores, comunidade e meio ambiente.

Veja um pouco do que abordamos para você ser protagonista de um negócio sustentável:

  • Gestão ambiental
  • Compras mais sustentáveis
  • Escolha de fornecedores e parceiros
  • Definição de insumos, materiais e embalagens
  • Planejamento do espaço
  • Conteúdo de marketing

Então, se você se encaixa nesta momento, entre em contato!

No dia 19 de novembro de 2020, aconteceu o She’s Tech Conference, o maior evento do Brasil dedicado a fortalecer a presença feminina no setor da tecnologia. O movimento She’s Tech tem como missão inspirar, engajar e capacitar mulheres a se destacarem em carreiras e negócios de base tecnológica, construindo uma rede de apoio que une inovação e propósito.

Durante o evento, Ana Luiza Tunes, Luiza Franco e Paula Cardoso compartilharam suas trajetórias e reflexões sobre como a tecnologia pode impulsionar a responsabilidade compartilhada e contribuir para o desenvolvimento das cidades sustentáveis, em alinhamento com o Objetivo 11 da Agenda 2030 da ONU.

Paula Cardoso, fundadora da Leal Sustentabilidade, destacou como a transição de carreira e a maternidade a inspiraram a repensar o legado que deixaria para o filho, transformando desafios em propósito. Hoje, ela aplica soluções tecnológicas, como por exemplo usar o biodigestor que transforma matéria orgânica em biofertilizante. Esse sistema contribui de forma significativa para a sustentabilidade, oferecendo destinação adequada aos resíduos, reduzindo a emissão de gases do efeito estufa e promovendo dignidade a comunidades sem acesso ao saneamento básico, ao evitar o descarte irregular em rios. O biogás gerado pode ainda ser aproveitado em fogões e sistemas de aquecimento, reduzindo custos e estimulando a economia circular.

Ana Luiza Tunes, engenheira ambiental e cofundadora do Tunes Ambiental, ressaltou a importância do olhar técnico aliado à sensibilização social. Em sua vivência profissional — sendo muitas vezes a única mulher em campo —, ela reforça a necessidade de ampliar o espaço feminino na ciência e na tecnologia, mostrando que conhecimento e inovação não têm gênero.

Luiza Franco, arquiteta e urbanista, fundadora da Casa Zero, trouxe uma visão integradora entre arquitetura, engenharia e sustentabilidade. Ela apresentou como utiliza simulações computacionais, tecnologias vernaculares e consultorias técnicas para otimizar o desempenho ambiental das edificações e fortalecer a relação entre a natureza e o espaço construído. Para ela, a sustentabilidade é o agora — e cada gesto conta.

Durante a conversa, Luiza também apresentou o Baralho de Gestos Sutis de Sustentabilidade, uma ferramenta educativa criada pela Casa Zero que traduz ações simples e aplicáveis em empresas e na vida cotidiana, estimulando pequenas atitudes que, somadas, geram grandes transformações.

O She’s Tech Conference e as palestrantes reforçaram como a tecnologia e soluções baseadas na natureza são um campo de colaboração socioambiental. Quando mulheres ocupam esse espaço com propósito, inovação e sensibilidade, elas ajudam a redesenhar o futuro — mais inclusivo, inteligente e sustentável.

Assista à conversa completa e inspire-se com as vivências dessas mulheres que estão transformando o mundo através da tecnologia:

No dia 19 de novembro, a RKM Engenharia recebeu Luiza Franco, arquiteta e fundadora da Casa Zero, para uma live sobre o tema “Saúde em Casa: gestos sutis podem melhorar a saúde e a sustentabilidade do seu ambiente”. A conversa, mediada por Juliana Maioli, arquiteta e gestora de Novos Negócios da RKM, trouxe uma reflexão profunda sobre como os espaços em que vivemos impactam diretamente nossa saúde física, mental e emocional.

Segundo dados da Environmental Protection Agency (EPA) — agência ambiental norte-americana — passamos, em média, 90% do tempo em ambientes internos, e o ar desses espaços pode ser de duas a cinco vezes mais poluído do que o ar externo. Essa constatação revela um ponto essencial: cuidar das edificações é também cuidar das pessoas.

O que é uma Casa Saudável?

Uma Casa Saudável é aquela planejada e construída para promover o bem-estar integral de quem a habita. Ela considera fatores como qualidade do ar, conforto térmico, iluminação natural, acústica equilibrada e escolha consciente de materiais. Tudo é pensado para reduzir a exposição a agentes nocivos, melhorar a vitalidade e proporcionar uma vida mais equilibrada.

Mais do que um conceito técnico, trata-se de uma nova forma de viver — onde arquitetura, engenharia e comportamento se unem em torno do propósito de gerar ambientes que cuidam de quem cuida.

Luiza explica que sintomas como fadiga constante, irritação nos olhos, dores de cabeça e alergias podem estar relacionados à chamada Síndrome do Edifício Doente. Essa condição surge em locais com pouca ventilação, uso de produtos químicos tóxicos e acúmulo de umidade, demonstrando o quanto os ambientes podem afetar diretamente o corpo e a mente.

Pequenas Ações, Grandes Transformações

A Casa Zero acredita que a sustentabilidade começa com gestos sutis — pequenas atitudes diárias que, somadas, produzem grandes mudanças. Durante a live, Luiza apresentou o Baralho de Gestos Sutis de Sustentabilidade, uma ferramenta de educação criada para inspirar práticas, como:

  • abrir janelas diariamente para renovar o ar interno;
  • usar tintas e revestimentos com baixo VOC (compostos orgânicos voláteis);
  • preferir materiais naturais e respiráveis, como madeira certificada e fibras vegetais;
  • introduzir plantas no interior dos ambientes, que ajudam a filtrar poluentes;
  • valorizar a iluminação natural e reduzir o uso de luz artificial durante o dia.

Essas ações não exigem grandes reformas nem investimentos altos, mas transformam a percepção de conforto e qualidade de vida.

Arquitetura, Tecnologia e Sustentabilidade

Ao longo do bate-papo, Luiza Franco também destacou como a tecnologia é uma aliada essencial para criar edificações mais saudáveis e eficientes. O uso de simulações computacionais permite prever o comportamento térmico e lumínico dos espaços, enquanto o resgate de tecnologias vernaculares, como taipa de pilão e pau a pique, ajuda a equilibrar tradição e inovação com uma menor pegada de carbono.

“Assim como escolhemos alimentos mais naturais, precisamos aprender a escolher construções mais saudáveis”, comenta Luiza. “A casa é um reflexo de quem somos — e quando cuidamos dela, estamos cuidando de nós mesmos.”

Um Novo Olhar para o Viver

A parceria entre a Casa Zero e a RKM Engenharia reforça o compromisso de repensar o papel da construção civil na promoção de saúde e bem-estar. Ao trazer o conceito de Casa Saudável para o centro das discussões, o setor passa a enxergar o edifício não apenas como produto, mas como parte ativa de um ecossistema que precisa ser equilibrado e regenerativo.

Quer entender ainda mais sobre o que torna um ambiente “doente”?

Confira este artigo completo da Casa Zero: O que é Edifício Doente? – Casa Zero

Qual o seu olhar sobre as construções? Qual a importância você dá para a arquitetura?

Nós acreditamos que a arquitetura não basta ser bela e as construções não funcionam só para ficar de pé.

O ambiente construído deve servir para:

– acolher pessoas
– trazer conforto
– favorecer a saúde
– ser durável
– trazer segurança

Antes da popularização do termo arquitetura sustentável, nós – usuários ou profissionais – do ambiente construído, devemos ter conhecimento de outros conceitos.

Arquitetura Vernacular: possui o “enraizamento” com a terra, o forte caráter rural, o sentido utilitário, a integração com o meio, a não introdução de novidades gratuitas; o sentido de comunidade; a técnica e os materiais pertencentes a uma era pré-industrial. (Carlos Flores, 1985)

Arquitetura Bioclimática: inclui as condicionantes locais do clima, explorando suas vantagens e evitando seus extremos, tendo como objetivo o conforto ambiental dos usuários, porém com baixo consumo de energia. (Roberto Lamberts, 1997)

Arquitetura Durável: considera todas as atividades ligadas à cadeia produtiva de espaços e ideias e comprometidas com a permanência da qualidade ambiental da vida humana e do planeta. (João Diniz, 2010)

Em certos pontos os conceitos se relacionam, mas o importante mesmo é ter fundamentação ao aplicar qualquer estratégia arquitetônica ou construtiva, deixando para segundo plano a preocupação de qual conceito possa carregar.

Na foto acima um projeto da Casa Zero construído em uma fazenda no município de Moeda (MG).

Tão comum quanto ter portas e janelas, uma edificação necessita, cada vez mais, incorporar elementos essenciais que contribuam com a sustentabilidade, como soluções para eficiência energética.

As placas solares no topo de prédios e casas estão sendo vistas com mais frequência, mas você sabe para que elas servem?

Usualmente existem dois tipos:

Placa fototérmica:
Transfere o calor da radiação solar para a água. Pode reduzir o gasto de energia com chuveiros ou aquecedores de piscinas.

Placa fotovoltaica:
Converte a radiação solar em energia elétrica por meio da ação, geralmente, de células de silício. Pode gerar energia para qualquer equipamento e sistema elétrico na edificação.

As pessoas muitas vezes as confundem e, hoje em dia, ainda deparam com o conceito de fazendas solares e energia distribuída. Nós, da Casa Zero, podemos te auxiliar a ter uma economia de até 95% da sua conta de luz.

Qual palavra tem mais significado para você?

Esta foto acima, tirada pela Luiza Franco fundadora da Casa Zero, estava pintada em um dos corredores do curso de arquitetura, urbanismo e engenharias do Centro Universitário UNA. E elas, já em 2016, ecoavam na cabeça dos seus alunos que hoje, certamente, são colegas de profissão.

Naquela época não era possível desconectar nenhuma delas daquele contexto passado e, revendo a foto hoje, continuamos vendo a sintonia delas e o peso que carregam na atualidade do tema deste artigo. Significados de muitas palavras que expressam a responsabilidade passada, presente e futura de (re)criar o dentro e fora de nossa Casa como se começasse do Zero.

Como se reinventar com mais sustentabilidade neste momento desafiador? Esta pergunta, que surge em um momento difícil de Pandemia pode ser uma grande oportunidade para pessoas e negócios.

Criamos um baralho com 31 gestos sutis sustentáveis no dia a dia para trazer mais inspiração e transformação para um modelo de vida e uma economia mais consciente.

Este produto da Casa Zero foi lançado no momento crítico do isolamento social e, como uma ferramenta para para adultos e crianças, convida a todos a jogarem em família e se desafiarem em novos hábitos no dia a dia.

Além disso, ele também se tornou brinde para interações com colaboradores, clientes ou fornecedores.

Vejam as possibilidades:

Para quem é?

  • Empresas e instituições que apostam em práticas sociais e ambientais positivas e de impacto.
  • Pessoas, famílias e comunidades que querem fazer a diferença para o planeta. O que é o baralho?

Um jogo para inspirar gestos sutis de sustentabilidade em:

  • um final de semana descontraído em família
  • uma experiência criativa in-company com colaboradores
  • um brinde instigante para chegar até seus parceiros e clientes
    Como você já está usando ou planejando usar o (desem)baralho de gestos sustentáveis da Casa Zero?

Nosso baralho de gestos sutis de sustentabilidade pode ganhar uso das formas mais criativas possíveis.

  • um presente inspirador 🎁🌱
  • um brinde criativo 📦♻️
  • uma ferramenta processual inovadora 🔎💡
  • um material educativo 📚🍃

Acreditamos no primeiro passo para uma mudança cultural com hábitos mais saudáveis e sustentáveis. Para aquisição e mais informações, entrem em contato.

A seguir um vídeo da nossa fundadora Luiza Franco apresentando e explicando o surgimento desta produto.

Fotografia: Luiza Villarroel

O momento atual e a força da comunicação tem feito essa informação chegar, cada vez mais, a mais pessoas.

Mas não podemos esquecer que informação tem que ser transformada em conhecimento. Um produto, serviço ou tecnologia tem que ser ofertado ou consumido com consciência.

E nesse processo não se pode deixar de avaliar os recursos – humanos, econômicos e ambientais – que envolvem uma escolha no presente. Porque é ela que valida nosso futuro.

Se apoie em uma escolha consciente. Os consumidores moldam um comportamento social e as empresas constroem uma referência no mercado.

Para essa transformação, seja você a mudança. Para o planeta não há espera, mas ainda temos esperança.


Simbolicamente, a árvore representa nosso meio ambiente. As crianças, nosso futuro. Contudo, a história mostra que não é sobre plantar árvores ou ter crianças. É sobre escolhas de pessoas e negócios que interferem nessa relação.

Qual novo gesto de sustentabilidade você vai começar a praticar hoje?

Convidamos você a conhecer o trabalho da Casa Zero e se inspirar em novas escolhas.

Uma dose de provocação inspiradora não faz mal a ninguém. Neste caso, a Casa Zero traz 5.

Listamos 5 gestos que podem parecer simples para você e que, nem sempre, são possíveis para a maioria.

▫️presentear
▫️beber água
▫️acordar sem hora marcada
▫️andar de bicicleta
▫️estar cercada pela natureza

Agora, você sabia?

💵 Quase metade do mundo vive com menos de 5,50 dólares por dia.
World Bank

💦 1 a cada 3 pessoas no mundo não tem acesso a água potável.
– Onu Brasil

⛓ 40 milhões de pessoas no mundo vivem o fenômeno da escravidão moderna, destas 25% são crianças.
– Onu Oficial

🚘 Os carros são responsáveis por 60% das emissões de gases do efeito estufa nos centros urbanos brasileiros.
– Governo do Brasil – IPEA

🌳 Restam somente 12% de Mata Atlântica original no Brasil.
-SOS Mata Atlântica

Vamos juntos refinar esta lista de gestos sutis de sustentabilidade?
✅♻️🌎🍃

Em uma conversa repleta de trocas inspiradoras, a Casa Zero participou de uma live com o Projeto Ciliar, de Sete Lagoas, Iniciativa criada por um grupo de voluntários em 2019, que atua na regeneração ambiental por meio de plantios de árvores e ações de conscientização sobre o papel essencial das abelhas na manutenção da vida. O encontro foi uma verdadeira aula sobre como a sustentabilidade começa nas pequenas ações.

Durante a conversa, Luiza Franco, fundadora da Casa Zero, destacou que a sustentabilidade não precisa ser vista como algo complexo ou distante.

“A sustentabilidade é simples. E só teremos uma sustentabilidade global quando fizermos a sustentabilidade local.”

Entre os temas abordados, um dos pontos que mais se destacou foi o (Desem)Baralho de Gestos Sutis de Sustentabilidade, ferramenta de educação criada pela Casa Zero para traduzir o conceito de sustentabilidade em gestos acessíveis.

Com cartas que convidam à ação e à reflexão, o baralho propõe uma nova forma de aprendizado — não pela imposição, mas pela experimentação. Cada carta traz um gesto, uma ideia ou um desafio que pode ser aplicado tanto em casa, nas escolas e empresas, envolvendo pessoas de todas as idades.

“A sustentabilidade é o agora”, reforça Luiza.

Ela lembra que pequenas atitudes — como o descarte correto de resíduos, o uso consciente dos recursos e a compostagem doméstica — são ferramentas poderosas de transformação.

Já a botânica, Izabela Braga, comentou sobre o documentário Solo Fértil, que mostra como alguns países já possuem leis rigorosas sobre o descarte de resíduos orgânicos. Inspirada por isso, ela apresentou seu minhocário doméstico, onde o lixo orgânico é transformado em adubo pelas minhocas, fechando o ciclo natural da decomposição.

Luiza complementou mostrando a composteira da Casa Zero, instalada no escritório, além de outros pontos de descarte responsáveis, como o recipiente específico para medicamentos vencidos — resíduos que contêm compostos tóxicos e exigem atenção especial.

O encontro entre a Casa Zero e o Projeto Ciliar reforça um princípio essencial: cuidar do meio ambiente é uma responsabilidade coletiva. Pequenos gestos, quando multiplicados, se transformam em grandes mudanças.

Ficou curioso para ver a live? Assista acessando o link a baixo:

https://www.instagram.com/tv/CGYb1obpvvS/?utm_medium=copy_link

Ted Countdown , uma iniciativa para acelerar soluções pelo controle da mudança do clima, realizou no dia 10 de outubro de 2020 uma programação online pela urgência climática. Aqui no Brasil, junto ao Tedx Savassi , o movimento global chamado COUNTDOWN, contou com a participação de diversas iniciativas locais que já estão fazendo a diferença.

Para garantir um futuro mais limpo, a Casa Zero foi convidada, junto a outras instituições e tecnologias, a apresentar no evento seus planos em 5 importantes eixos: ENERGIA, TRANSPORTE, MATERIAIS, ALIMENTAÇÃO e NATUREZA.

A Casa Zero, dentro da temática MATERIAIS, trouxe soluções para apoiar uma pergunta importante: Como podemos reprojetar as coisas que nos cercam? Para ajudar nesta resposta, este vídeo compôs nossa contribuição  na transformação de produtos e serviços com gestos sustentáveis, uma atuação inovadora em Curadoria com Viés Sustentável de Produtos, Serviços e Tecnologias para negócios e pessoas.

Se você quer inspiração para ser a mudança ou já tem uma grande ideia, vem com a gente!

Em eventos, em casa e com você.

Quem nos acompanha sabe que a Casa Zero é uma empresa recém criada, formalizada há 1 ano, com um propósito forte: promover a cultura da sustentabilidade em pessoas e negócios. Acreditamos que podemos gerar impacto social e ambiental com o que fazemos.

Em um momento marcado pelo movimento digital, muitos negócios estão tendo que inovar ou se adaptar em seu posicionamento de marketing. Para isso é preciso uma comunicação verdadeira com as pessoas, mostrando disposição para enfrentar a crise que vivemos.

Conforme pesquisa da KantaOfficial, 87% das pessoas acham que as marcas devem, principalmente, comunicar seus esforços frente à pandemia e como o negócio pode ser útil na crise atual. Ainda 25% dos entrevistados esperam que as empresas sirvam de exemplo e guiem para uma mudança positiva.

Vamos juntos construir um novo mundo com mais gestos sutis de sustentabilidade? Aqui vão algumas dicas:

  • MOBILIDADE SUSTENTÁVEL

Você já parou para pensar que a bicicleta é um item muito versátil? Ela é muito prática, pois pode ser um instrumento de lazer, de auxílio nos deslocamentos e uma forma de exercitar-se. Além disso, não gasta combustível e não é poluente – o uso dela diminui as emissões de gases poluentes em quase 400 mil toneladas por ano*.

No trânsito, as bicicletas podemos contribuir com a redução do trânsito e também humanizam as relações urbanas. Nas cidades, o cidadão que pedala exerce um verdadeiro ato cívico, mas atualmente apenas 7% dos brasileiros usam a bicicleta como meio de transporte principal**. Precisamos de mais bons exemplos para termos cidades mais sustentáveis e a mudança pode começar com o seu pedal.

[*] Economia da Bicicleta no Brasil: Aliança Bike e
Laboratório de Mobilidade Sustentável, da UFRJ

[**] IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada)

  • GESTÃO DE RESÍDUOS

Para a gestão do seu lixo, é importante saber os tipos existentes de resíduos. Assim você sabe o que pode ser reciclado, ou não, o que vai para a composteira e o que vai para a coleta municipal. 

Fizemos um resumo para você:

RESÍDUO RECICLÁVEL: Plásticos, papelão, papel, vidro, metais e alumínio. Deve ser encaminhado para a coleta seletiva de sua cidade ou para uma associação de catadores. Mantenha-o seco e sem sujeira impregnada, para que não atraia bichos até terem o destino correto. 

RESÍDUO ORGÂNICO: Cascas de frutas, verduras e legumes crus, além de alguns outros resíduos como borra de café e folhas secas do quintal. Tudo isso vira fonte de adubo se for feito o processo de compostagem.

RESÍDUO ESPECIAL: Embalagens de aerossol, óleos de cozinha, lâmpadas, eletrônicos, seringas, remédios, produtos de beleza, louças e vidros quebrados. Providencie um local para colocar guardar em segurança (podem ser perigosos para nossa saúde) e descarte em farmácias, hospitais, supermercados e outros comércios que disponibilizam pontos próprios de coleta. 

RESÍDUO NÃO RECICLÁVEL: Papel higiênico e guardanapos usados, além de fraldas, adesivos e outros elementos que não se enquadram em nenhum outro tipo mencionado. Somente este tipo que deve efetivamente ir para a coleta municipal.

Existe algo mais que posso fazer para diminuir seu impacto no mundo?

Por menor que possa parecer, mudar um pequeno hábito pode ser muito relevante para o desenvolvimento sustentável. ⠀

A cultura da sustentabilidade em uma sociedade começa quando alguém passa a inspirar ações positivas a partir de uma mudança de comportamento.

Te convido a ver, ouvir e participar do pré-lançamento da trilogia de ebooks sobre Gestos Sutis de Sustentabilidade feita pela Casa Zero.

Fotografia: Magê Monteiro