Como já nos apresentamos no nosso site, somos um hub de criação compartilhada. Estamos aqui para inspirar e ser inspirados para uma cultura mais sustentável nos negócios e no meio urbano.

Há menos de 2 meses de casa nova, a startup Casa Zero, no dia 10 de abril de 2019, abriu as portas para um bate papo com futuros arquitetos urbanistas da @unaoficial . Falamos sobre o papel desses profissionais em transformar o ambiente construído de forma mais sustentável. E questionamos que nem sempre o que é habitual no projetar e construir é o mais eficiente.


Reinventar e compartilhar foram palavras que ressoaram neste encontro. No nosso espaço junto à @casajardina realizamos palestras, eventos e oficinas. Venha falar com a gente sobre sustentabilidade, estamos de portas abertas!

Fotos: @estaticozero e acervo pessoal

No dia 07 de maio de 2019, a fundadora da Casa Zero, @luizafranco , ministrou palestra para os alunos de engenharia do Centro Universitário @unaseteoficial . Tendo como tema: Sustentabilidade – Rejeitos da Mineração e Resíduos da Siderurgia como matérias-primas para o Ambiente Construído, ela falou sobre a viabilidade de uso dos rejeitos de barragem de mineração e da escória de aciaria da produção do aço da siderurgia como componentes para a fabricação de artefatos de concreto para a construção civil.

Mestre em Engenharia Civil e Arquiteta Urbanista, ela contou sobre pesquisas científicas que desenvolveu e apresentou as atuações da startup @casazero . Destacou o quanto a viabilidade de uso destes “resíduos” é mais do que comprovada cientificamente em diversas pesquisas nacionais e internacionais.

O ponto forte, que foi tema do seu mestrado, é a avaliação do desempenho dos materiais construtivos, compostos por estas tecnologias, ao longo da vida útil das edificações. Sua pesquisa científica avançou na implementação de um modelo habitacional de interesse social, em escala real, na cidade de Ouro Preto.

Denominado Vila Sustentável, a construção do modelo já teve todas as alvenarias estruturais erguidas com blocos de concreto contendo como agregados estes resíduos.

Fotos: Acervo pessoal

Dia 30 de abril de 2019, véspera de feriado do dia do trabalho, foi o momento de falar sobre temas relacionados à tragédia de Brumadinho. Os cursos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil do Centro Universitário UNA receberam a arquiteta urbanista @luizafranco e o engenheiro civil Jamil, para falarem sobre aproveitamento de rejeitos da mineração e construção de barragens, respectivamente. 


3 meses após o rompimento da barragem de Brumadinho, do qual houveram 233 mortes e 37 desaparecidos, o convite da @unabdarqurb deu a oportunidade de tentar impactar positivamente a mesma proporção de alunos, futuros engenheiros e arquitetos.


Luiza, além de afirmar a viabilidade de uso destes “resíduos”, comprovada cientificamente por pesquisas nacionais e internacionais, destacou o papel fundamental da avaliação de desempenho dos materiais construtivos, compostos por estas tecnologias, ao longo da vida útil das edificações. Sua pesquisa científica avançou na implementação de um modelo habitacional de interesse social, em escala real, na cidade de Ouro Preto.


Denominado Vila Sustentável, a construção do modelo já teve todas as alvenarias estruturais erguidas com blocos de concreto contendo como agregados estes resíduos.

Fotos: Educadores Centro Universitário UNA

Hoje eu quero falar com você que toma banho de chuveiro em casa, que tem garrafa de água na geladeira ou que leva seu carro para lavar. Se você vivência essas coisas, te convido a refletir. Estamos em pleno século XI e o acesso a água potável ainda é um privilégio. Somente para 20% da população de áreas rurais e 68% de áreas urbanas(*). Se a água é um recurso natural renovável, ou seja, inesgotável, está tudo errado. Precisamos aprimorar a gestão hídrica urbana.

Precisamos de gestão hídrica inovadora nas edificações. Temos que extrair menos água dos nossos lençóis e fazer mais reuso de água tratada. Temos que usar mais tecnologias construtivas para reduzir o consumo e fazer mais uso de água pluvial. Quantas vezes já me questionei o impressionante fato de ao dar descarga ser uma água potável [limpa e própria para beber] o meio de descarte do meu xixi e do meu cocô. Isso não faz o menor sentido sabendo que tem pessoas que não tem um gole de água.

Convido você, no dia mundial da água, a pensar o que pode fazer daqui para frente para melhorar o seu hábito e inspirar positivamente as pessoas à sua volta. Pense também no que você pode investir em sua casa, no seu trabalho e no seu negócio. O que se paga por isso é impacto positivo no mundo e economia financeira futura para você. 

Por Luiza Franco, fundadora Casa Zero.

(*)Fonte: UN Women
Foto: unsplash

Se essa imagem é impactante para você, seja mais um a se juntar a milhões de jovens de todo o mundo pela greve mundial do clima. 

Esse é um movimento que surgiu pela iniciativa de uma estudante sueca que ganhou força em 1325 cidades e 98 países. Denominado #FridaysForFuture , a iniciativa quer alertar governos e sociedade sobre a dramática realidade de mortalidades em consequência das mudanças climáticas. 

Amanhã, dia 15/03, às 11h de Brasília, será simbólico e em #belohorizonte o encontro será na Praça da Liberdade. 

O homem está jogando contra o meio ambiente e, se não mudarmos nosso comportamento em todos os níveis – social, ambiental, político, industrial – estamos fadados a lutar contra a mãe natureza. 

A Casa Zero apoia o movimento e convida você a se juntar à @gretatunberg e a toda uma geração mundial de jovens que espera ter um futuro próspero. 


Por Luiza Franco, fundadora Casa Zero.

Foto: @karptein

A arquiteta e urbanista, Luiza Franco, sócia da Casa Zero, foi proponente e participou da mesa de debate sobre as intervenções sociais por meio da extensão universitária no II Colmeia – Colóquio sobre Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local ocorrido nos dias 26 e 27 de outubro de 2017. Foi levantada a importância do amplo diálogo interdisciplinar sobre a intervenção social para promoção de desenvolvimento urbano comunitário entre pesquisadores, estudantes e sociedade.

Além do debate, foi realizada a apresentação do LEIA – Laboratório Ecossistêmico Interdisciplinar de Aprendizagem na Arquitetura, projeto de extensão também coordenado pela Luiza, que é professora no Centro Universitário UNA. Realizado desde 2016, as ações realizadas no projeto visam promover o desenvolvimento de tecnologias construtivas aplicáveis à sociedade urbana, possibilitando o acesso a métodos alternativos de construção e gestão de resíduos, provocando uma melhoria da qualidade de vida da sociedade.

   

A partir de atividades no terraço de um dos campi universitários, o Projeto de Extensão LEIA – Laboratório Ecossistêmico Interdisciplinar de Aprendizagem da a oportunidade de educadores e alunos participarem de ações de mitigação aos impactos sociais e ambientais urbanos fora da sala de aula e relacionar, diretamente, com a comunidade externa. O projeto estimula a produção de hortas urbanas com o desenvolvimento de produtos, tecnologias e métodos alternativos de construção e gestão de resíduos, além de carregar o valor à soberania alimentar.

Em entrevista à Globo, para o programa Terra de Minas, alguns participantes relataram pontos de alto valor social e ambiental: alimentar-se bem, estar em contato com a natureza, ter alimentos frescos, se apropriar de algum lugar, gastar menos, gerar renda, dar vida a um lugar, promover a socialização e a inclusão.

Ainda houve a realização de um concurso, aonde muitas foram as possibilidades em destaque nos projetos de hortas urbanas ganhadores. Promovido pelo Projeto LEIA na arquitetura coordenado pela professora Luiza Franco, também sócia da Casa Zero, dentro do Centro Universitário UNA para toda a comunidade, foi uma oportunidade de colocar a mão na massa e desenvolver protótipos que poderiam depois ser reproduzidos. Estimulando toda a sociedade a também se conectar a causa.

Fotografia: Lucas D’Ambrosio.

Em evento gratuito, aberto ao público, divulgado aqui e ocorrido no terraço do campus UNA João Pinheiro em 29 de novembro de 2016, sociedade e comunidade acadêmica tiveram a oportunidade de avaliar mais de 20 projetos pilotos de hortas urbanas construídos pelos alunos da arquitetura com o apoio interdisciplinar da instituição e votar naquele que mais se destacou.

Os projetos dos três primeiros lugares, incluindo cartilha explicativa sobre a concepção do projeto, os métodos construtivos, a forma de uso e manutenção, além de dicas de cultivo, você pode conferir a seguir:

1º lugar: Horta Portal

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Cartilha Horta Portal

2º lugar: Horta Bambulê

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Cartilha Horta Bambulê

3º lugar: Canteiro no Cantinho

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Cartilha Canteiro no Cantinho

Mais notícias da mídia sobre a repercussão do evento você confere nos links a seguir:

Vídeo You Tube – Extensão UNA

Notícia – Jornal Contramão

Cobertura – BH Eventos

 

Para mais informações, dicas, consultoria e projeto entre em contato conosco.

No dia 29 de novembro de 2016, terça-feira, acontece um evento interativo no grande terraço do prédio do Centro Universitário UNA localizado nas proximidades da Praça da Liberdade. Dois projetos de extensão dessa universidade, dos cursos de Arquitetura e Gastronomia, se fundiram para transformar o espaço em um Laboratório Ecossistêmico Interdisciplinar de Aprendizagem, também chamado de projeto LEIA.

Na coordenação da Arquitetura, a professora Luiza Franco, também sócia da Casa Zero, orientou os alunos na elaboração de mais de 20 projetos pilotos de hortas urbanas ao longo do 2o semestre de 2016. Cada projeto construído tem uma proposta arquitetônica diferente, porém atendendo às diretrizes da qualidade urbana e do conforto ambiental: baixo custo, reuso de materiais que seriam descartados, versatilidade, desmontabilidade, possibilidade de expansão e transformação de espaços urbanos ociosos, além da atenção às condições climáticas (sol, vento e chuva), conforme espécies vegetais a serem cultivadas.

Na vertente da Gastronomia, coordenada pela professora Rosilene Campolina, os alunos irão preparar receitas inovadoras com produtos gerados nas hortas e inspirados na sustentabilidade. Os pratos que comporão o cardápio serão comercializados no mesmo evento, na 2a edição do GastroUna.

No evento do LEIA ainda poderão ser apreciadas produções e compartilhamento de conhecimento da Ciências Biológicas – compostagem e plantio; da Nutrição – espécies vegetais alimentícias amigas e antagônicas; da Moda – fabricação de produtos com resíduos têxteis. Tudo isso embalado por muita música boa.

Conforme Luiza Franco, as hortas urbanas permitem um ciclo de cultivo de alimentos sem agrotóxicos, frescos por não ficarem nas prateleiras dos supermercados perdendo seus nutrientes e ainda oferecem a possibilidade da prática da compostagem para a renovação da produção.

A professora Luiza Franco explica ainda que o LEIA na Arquitetura, promove o desenvolvimento de tecnologias construtivas aplicáveis ao meio urbano, possibilitando o acesso da sociedade a métodos alternativos de construção e gestão de resíduos. O LEIA está associado à Iniciação Científica – coordenada pela professora Ediméia   Mello,   do   Programa de Pós Graduação em Gestão Social, Educação   e Desenvolvimento Local – com o propósito de se tornar um núcleo de pesquisa para qualificar a comunidade na autogestão de espaços ociosos a partir da criação de hortas urbanas, que mitigam os impactos urbanos e promove a soberania alimentar.

Anote na agenda e vamos lá!

Dia: 29/11, terça-feira
Horário: 14h às 21h
Local: Centro Universitário UNA – Campus João Pinheiro II, terraço
Endereço: Av. João Pinheiro, 580 – Funcionários
Evento Gratuito

Hoje iniciamos a campanha – A Casa Zero conheceu e reconheceu –

Estamos aqui para registrar e relatar o que achamos de mais interessante, seja em uma ideia, uma ação, um negócio ou uma prática que contemple a busca por ZERO resíduos, ZERO emissões ou simplesmente um ponto de partida, um novo começo, ousado, inspirador e consciente como é a Casa Zero.

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Today we started the campaign – A Casa Zero conheceu e reconheceu –

We are here to record and report what we find most interesting in an idea, an action, a business or a practice that includes the search for ZERO waste, ZERO emissions or simply a starting point, a new beginning, audacious, inspiring and conscious as Casa Zero itself.

“O trem aqui é diferente”. É assim que bem denomina a família mineira idealizadora da casa gastronômica Expresso 500 localizada no bairro Caiçara, em Belo Horizonte – MG. Transformaram o prazer da gastronomia e o lar deles em um restaurante que contempla tecnologias e gestão de processos para a busca da sustentabilidade.

Gestão da água com coleta de água da chuva e reaproveitamento da água da lavanderia; gestão de resíduos com coleta seletiva, reutilização de materiais que seriam descartados e reciclagem de óleo da cozinha; composteira em que os resíduos da cozinha viram adubo para a horta orgânica; busca da eficiência energética com uso de energias renováveis a partir de placas fotovoltáicas e mini-turbina eólica, além de aquecedor solar das águas são as estratégias que mais se destacam.

Com essas ações eles enviam para reciclagem 200kg de vidro, papel e metal por mês, reutilizam 400 garrafas por ano e as transformam em lamparinas, enviam para reciclagem cerca de 1000 litros de óleo de cozinha por mês para a fabricação de biodiesel, fazem a captação de até 20.000 litros de água da chuva em períodos chuvosos, economizam até 70% no consumo de água com os reservatórios cheios, e economizam 40% no consumo de energia da rede comum com o uso de energias renováveis.

Para conhecer esse lugar inspirador basta marcar um almoço ou um jantar com eles e, se quiser entender mais sobre essas estratégias, entre em contato conosco.

Por Luiza Franco, fundadora Casa Zero.

@luizafranco e @chafith , representantes da @casazero , na Palestra da @acminasjovem. Inspirações e parcerias para um projeto que começa com o compartilhamento de grandes ideias sobre sustentabilidade!

Inspirations and partnership for a project that begins sharing good ideas on sustainability!

#casazero #sustainability