Antes da mais nada a pergunta tem que ser outra:

Que tipo de cidadão você quer ser?

Mesmo que as vezes você já pratique algumas ações mais sustentáveis, sempre é tempo de aprimorar ou realizar uma nova. Apresentamos a seguir algumas características atribuídas a dois lados, mas o objetivo não é determinar rótulos e sim inspirar novas escolhas.

Agora sim.

Que tipo de negócio você quer ter?

Assim como as pessoas, individualmente, os negócios que adotam estratégias de impacto positivo são, consequentemente, mais lucrativos. As vezes a empresa deve aprimorar e ser mais verdadeira com seus gestos sustentáveis, mesmo que ainda pequenos. O cliente, seu consumidor, quer e precisa de verdade em tudo o que compra e consome.

Veja a seguir algumas escolhas que o seu negócio pode fazer.

De que lado você está?

Por @luizafranco, fundadora da Casa Zero

Queremos te ajudar a celebrar as festas de fim de ano com mais sustentabilidade.

Vejam as dicas:

Em clima virada de ano, quais gestos você quer praticar em 2020?

Para começar 2020 com bons planos e realizando desejos, deixamos aqui também boas dicas.

Aproveitando o momento, trazemos aqui os conteúdos e atuações que vocês mais verão a Casa Zero realizando.

Compartilhe este post com alguém que você queira inspirar! 

Por @luizafranco, Fundadora da Casa Zero.

A palavra sustentabilidade tem sido muito usada, mas, além de falar, você tem buscado caminhos para colocar em prática o que o termo verdadeiramente carrega?

  • O quanto de eficiência energética uma tecnologia pode realmente oferecer?
  • Qual a economia um sistema de água pode proporcionar no seu uso?
  • Qual é a verdade por traz da etiqueta de um produto que se diz reciclável ou ter uma %
    de conteúdo reciclado?

Para além dos gestos de sustentabilidade no dia a dia das pessoas, os negócios e projetos devem estar empenhados em elevar ações sustentáveis. Para aplica-las, seja em um local, negócio ou empreendimento, é preciso ter sinergia na relação das pessoas, sistemas e processos que os compõem. Ou seja, ter conhecimento de que, por trás da intenção ambiental muitos, se não todos os envolvidos, tem uma parcela de colaboração. Ter acesso a uma rede de produtos, serviços e tecnologias com esse viés socioambiental e econômico é fundamental para viabilizar a aplicação de gestos sustentáveis no ambiente construído.

Por que a consultoria em sustentabilidade?

Com tantos aspectos que envolve a sustentabilidade, sua interdisciplinaridade demanda
um apoio especializado. Uma método essencial para definir os gestos sustentáveis mais
adequados, seja em projeto, negócio ou empreendimento.
Este vídeo ilustra caminhos para:

  • Você que quer começar com gestos sutis de sustentabilidade onde mora ou trabalha.
  • Sua empresa que acredita o quanto investimentos sustentáveis geram retorno
    financeiro.
  • O profissional que precisa de assessoria para aplicar gestos de sustentabilidade no
    espaço construído.

Conte com a Casa Zero para acertar este caminho.

Tudo, afinal foi na semana passada, na última conferência, a 25ª COP – Conferência das Partes da ONU, realizada entre 2 e 13 de dezembro, em Madri (Espanha), que tivemos como destaque a mobilização da sociedade civil. A força do posicionamento social maior que a de representantes de governo ou instituições. O que mostra o poder das pessoas frente a decisões exclusivamente políticas.

E os quase 200 representantes de países que lá estiveram saíram sem acordo e adiaram decisões importantes como o Crédito de Carbono. Um modelo de compensação ambiental que, resumidamente, o país que emite menos vende seus créditos a outros que emitem mais.

E para você, a urgência climática tem peso?

A COP 25 teve como chamada: Hora da ação! Mas na verdade não deveríamos ter que contar com este “slogan” na última conferência internacional sobre o clima, afinal não é de hoje que estudiosos e cientistas políticos nos alertam sobre o caminho arriscado adotado pela civilização.

Aonde os recursos do planeta são explorados, em grande parte, sem o controle de suas consequências.

Não podemos deixar de citar, ao longo desta análise, três publicações muito importantes que carregam estes alertas:

  • “Primavera Silenciosa” por Rachel Carson, publicado em 1962.
  • “Os Limites do Crescimento” por Dennis L. Meadows, Donella Meadows, Jorgen
    Randers e William W. Behrens III, publicado em 1972.
  • “Nosso Futuro Comum” ou também chamado Relatório Brundtland pela Comissão
    Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, publicado em 1987.
    O que antes falavam de “Mudança Climática” tornou-se em algumas década uma “Crise
    Climática” e agora, com a força da voz social, buscamos agir em função de uma
    “Urgência Climática”.

Entendendo os acordos internacionais para o clima

Desde 1979, diversos países do mundo se reúnem para trazerem à tona as consequências da evolução globalizada da sociedade frente ao meio ambiente. Várias conferências, de lá para cá, buscam criar estes acordos internacionais para lidar com os desafios da presente geração na busca por um futuro sustentável.

E em meio a estes movimentos, várias definições para o Desenvolvimento Sustentável foram construídas, mas foi em 1980 que a UNEP, IUCN e a WWF definiram bem:

“O Desenvolvimento Sustentável pode ser entendido como a melhora da qualidade da vida humana considerando a capacidade do homem de suportar o ecossistema em que vive. Deve preservar os processos ecológicos essenciais e o sistema que suporta os seres vivos”.

Hoje o que está em vigor é o Acordo de Paris feito em 2015 entre 169 países com os objetivos de: conter o aquecimento global a partir do controle das emissões de gases do efeito estufa.

Isto significa repensar modelos de produção de energia, processos industriais, mobilidade urbana, dentre outras formas de desenvolvimento que sejam mais limpas e menos poluentes. Ou seja, a partir de ações e gestos mais sustentáveis.

Como praticar gestos sustentáveis?

Trazemos neste vídeo 5 dicas para você começar com gestos sutis de sustentabilidade, se inspirar e depois apoiar gestos grandiosos de sustentabilidade.

Quer inspirar outras pessoas também? Então compartilhe o vídeo com aquela pessoa que precisa ver isso!

Por @luizafranco, Fundadora da Casa Zero.

Você sabia que cada pessoa gera em média 1 Kg de resíduo por dia?
E que, por ano, o Brasil desperdiça 20 milhões de toneladas de resíduos que poderiam ser recuperados? Apesar da última crise econômica que passamos, a geração de resíduos não caiu. Houve um aumento de 1% na geração de 2016 para 2017.

Estima-se ainda que mais da metade dos materiais extraídos da natureza retornam como
resíduos no período de 1 ano. Além disso, é de se espantar quando descobrimos que os resíduos das construções equivalem a quase 50% do volume de resíduos gerados nas cidades.

É possível mudar este cenário na construção civil?

  • 60% de todos os recursos mundiais são destinados à construção civil.
  • 50% da energia gerada no planeta é utilizada para aquecer, iluminar ou ventilar as edificações.
  • 50% da água usada no mundo é destinada ao abastecimento de instalações sanitárias e outros usos nas edificações.

Vendo estes dados do livro O guia básico para a sustentabilidade de Brian Edwards não ficam dúvidas do quanto devemos reverter este cenário para uma arquitetura e construção mais sustentáveis. E, para minimizar estes e outros impactos, a Casa Zero formou uma cartela de produtos, tecnologias e serviços de parceiros para potencializar as estratégias e gestos sustentáveis.

Como destaque da vez, mostramos na foto a fundadora da Casa Zero junto da Nathalya, representante do Recicla Club, um de nossos parceiros, no início de uma obra de influentes negócios em Belo Horizonte que carregarão, daqui para frente, nossos tão falados gestos de sustentabilidade.

Não há negócio, economia e tecnologia que sustente nossas cidades se não houver um resgate da essência de uma comunidade humana sustentável. Não há projeto arquitetônico verdadeiro se não tiver aplicação do conforto ambiental. Não há canteiro de obras leal se não tiver estratégias ambientais.

O primeiro passo pode ser permitir que o seu projeto ou construção comece pela base do que a natureza nos oferece gratuitamente: acesso à energia solar, coleta de água da chuva, geração de energia a partir dos resíduos.

Uma boa inspiração é a seguinte frase de Fritjof Capra, um físico e escritor de 80 anos que trabalha com educação ecológica. A citação foi feita em seu livro chamado As conexões ocultas: ciência para uma vida sustentável de 2002.

“Uma comunidade humana sustentável é planejada de tal maneira que seus modos de vida, negócios, economia, estruturas físicas e tecnologias não interferem na capacidade inerente da natureza para sustentar a vida.”

Inovação: Palavra de ordem no momento

Precisamos, porém, olhar para trás para não esquecer que o alcance tecnológico tem que vir associado a estratégias que resgatam a essência da natureza. A história da humanidade sempre nos ensinou ou, pelo menos, tentou nos mostrar isso. Agora te convidamos a pensar como quebrar padrões que possam mudar a nossa história com inovação e gestos sustentáveis.

Listamos a seguir quais podem ser os primeiros passos:

  • Otimizar projetos e espaços construídos considerando estratégias ambientais
    ecoeficientes;
  • Apostar na gestão hídrica, energética e de resíduos;
  • Comparar produtos, serviços e tecnologias além do custo, considerando aspectos
    técnicos a longo prazo;
  • Apostar na curadoria de produtos com viés sustentável priorizando uma cadeia
    verdadeira de critérios socioambientais.

Se você já questionou como ter uma arquitetura e construção mais sustentáveis ou quer ter acesso a serviços, tecnologias e produtos que potencializam este alcance, veja este vídeo.

Qual das frases você escolhe?

Quero provocar em você um questionamento.

Somos os únicos seres vivos que produzimos lixo. Já tinha pensado nisso? Nenhum outro ser na natureza gera, afinal tudo o que é descartado se transforma rapidamente no meio ambiente.

Mas nós, detentores de racionalidade, podemos transformar nossa cultura. Afinal, de que forma você quer carregar o mundo?

Podemos fazer a alusão da expressão vinda da mitologia grega de que estamos sendo condenados a carregar o mundo nas costas, no caso, o lixo acumulado.

A não ser que você seja: uma empresa que quer ver o resíduo como recurso para processos inovadores ou; uma pessoa aberta a entender que reduzi-lo proporcionará mais qualidade de vida a sua volta.

Rock in Rio e a história do lixo

Possivelmente você já viu esta foto na rede. Ela é do fotógrafo Flávio Moraes e viralizou agora em 2019, mas foi tirada muito antes, no Rock in Rio de 2013.

Este acontecido retrata bem o novo comportamento social. Pessoas, empresas e consumidores mais críticos ao modelo ultrapassado que precisamos mudar frente aos “rastros” que deixamos por onde passamos.

Neste caso estamos falando de um evento que em 2013, durante 7 dias, gerou 187 toneladas de resíduos e em 2019, durante 3 dias gerou, 162 toneladas de resíduos

De lá para cá o Rock in Rio incorporou gestos de sustentabilidade. Este ano ouve gestão de resíduos, doação de materiais, práticas para a redução da pegada de carbono, dentre outras ações. Acessando aqui você consegue ver todos os compromissos, declaração de princípios e plano de sustentabilidade desenvolvidos pelo festival.

Bom, aqui falamos como lidar com o lixo, mas é adotando de forma gradativa gestos mais sustentáveis que eliminamos “pegadas” indevidas por onde passamos.

Fala com a gente, qual é o seu maior desafio para diminuir sua pegada?

A Hipótese de Gaia tem a ver com tudo isso?

Quando nos lembramos da Hipótese de Gaia, criada pelo escritor James Lovelock em 1979, ficamos mais seguros que, sim, podemos fazer a diferença (positiva) neste mundo com nossos gestos.

A hipótese que ele construiu considera a Terra, com tudo que o nosso planeta contém, um organismo integral, se inter-relacionando com seu meio.

Como qualquer ser vivo, ela busca equilíbrio e sobrevivência, por meio de mecanismos próprios e da interação de seus diversos sistemas e componentes, o que inclui sua relação com o ser humano.

Não seriam os verões tórridos, a escassez de água, os invernos rigorosos e outros desastres naturais reações do planeta para a sua sobrevivência?

Assim constatamos como os modos de uso da água, energia, matéria-prima pelo homem podem ter influencia na vida do planeta.

E é neste ponto que a Casa Zero apropria deste conceito para te influenciar a somar gestos mais sustentáveis, elevando o relacionamento equilibrado com o meio ambiente de pessoas e negócios.

Por @luizafranco, Fundadora da Casa Zero.

Sustentável: uma palavra que muitas vezes é usada de forma banal, mas tem peso e carrega muita responsabilidade. O verdadeiro engajamento na sustentabilidade não é fazer investimento ambiental em tudo e, muito menos, fazer uso do termo como uma propaganda enganosa, assim chamada de “greenwashing”.

Na Casa Zero acreditamos que a adoção de sutis, mas legítimas estratégias que
colaboram com o desenvolvimento sustentável, é o primeiro passo. Nós apoiamos empreendimentos, negócios e eventos a aplicar, com estratégia, gestos ambientais e sociais com decorrente compensação financeira e marketing verdadeiro.

Nas fotos nosso varal de gestos sutis de sustentabilidade que acompanha nossas
palestras e eventos. Assim inspiramos as práticas sustentáveis nos negócios, na cidade e até em você.

Destacamos que gestos sustentáveis podem ser:

– Planejados e concretizados, por meio de projetos e consultorias;
– Disseminados, por meios de palestras e eventos;
– Aprendidos ou aperfeiçoados, por meio de assessorias e mentorias.

Para quem você quer disseminar gestos sustentáveis?

Veja os temas de palestras e ações em eventos de alta relevância no mercado atual.

Isso aconteceu lá em 2016, quando também construímos nossa identidade visual com a Estúdio Bogotá e elas, tão bem, traduziram em imagens a proposta da Casa Zero:

“Uma atuação comprometida com o meio ambiente e a natureza, demonstrando força e consistência neste propósito.”

“Uma identidade ousada, fugindo do óbvio, para demonstrar a sustentabilidade, mas sem deixar de dialogar com o público mais conservador.”

Fez-se alusão à Fita de Möbius, como uma superfície que define um caminho infinito, sem início ou fim. Impossível determinar, porém com o movimento contínuo representando o agora para uma transformação. Permitindo mudar o construído até agora a partir da ideia de sustentabilidade.

O que a Casa Zero faz?

A Casa Zero tem por missão propagar a cultura da sustentabilidade no ambiente construído de forma mais simples e acessível para pessoas e negócios. Nossa atuação inclui orientação com competência técnica em sustentabilidade para empresas, instituições ou pessoas físicas que desejam realizar projetos para alcance de eficiência, conforto e qualidade ambiental.

Somos um ponto de partida promissor para quem acredita na força dos gestos de sustentabilidade no ambiente construído. Acreditamos que projetar e construir é possível com economia e rentabilidade financeira sem faltar a aplicação de gestos ambientais e sociais. Apostar na arquitetura e construção com esta sensibilidade é um caminho sem volta, direcionado para o desenvolvimento sustentável. Nosso papel é inspirar cada vez mais pessoas e negócios com gestos sutis de sustentabilidade e assessorar quem quer praticar, projetar ou construir.


Hoje trazemos, claramente, nossas atuações neste vídeo. Venha se conectar com a gente. Os seus gestos sutis de sustentabilidade podem ser para agora.

Você já ouviu falar do tripé da sustentabilidade?
O discurso de que projetos e negócios devem ser:

  • economicamente viáveis,
  • ambientalmente corretos e
  • socialmente justos.

Na Casa Zero acreditamos muito nisso, mas falta algo imprescindível:
ser culturalmente aceito.

É por isso que tanto falamos dos Gestos Sutis de Sustentabilidade. É preciso
tocar as pessoas, é preciso entender os hábitos para transformar uma nova
cultura pela sustentabilidade a partir de agora.

A seguir, trazemos algumas provocações de quais seriam os três elementos
desse tripé.

Sustentabilidade Econômica

Não é o bastante oferecer o projeto, produto ou serviço ao seu cliente. Hoje,
mais do que nunca, o consumidor quer ver claramente as vantagens, valores a
longo prazo e, mais especificamente, as economias do que investe.
No mercado da construção civil e da arquitetura não é diferente. Você já
conseguiu mensurar a economia energética do seu projeto? E as vantagens de
uma economia de água?

Sustentabilidade Ambiental

Rios e oceanos limpos para garantir água potável nos encanamentos das
edificações.
Florestas e matas preservadas para garantir ar puro passando pelas janelas
dos edifícios.
O quanto vocês acham que a gestão hídrica, energética e de resíduos das
construções podem influenciar nossa sustentabilidade ambiental?

Sustentabilidade Social

Priorizar a mão de obra local, selecionar produtos regionais, respeitar hábitos
comunitários saudáveis, criar espaços públicos gentis e democráticos. 
Estas são algumas ações que potencializam uma arquitetura e urbanismo
universais, mais inclusivas e duráveis. 
E você também acredita que o âmbito social é importante para a
sustentabilidade das nossas cidades e construções?

A Casa Zero está aqui para produzir ações, projetos e consultorias nesta área
junto com vocês.