É preciso dizer como os ambientes marinhos são essenciais ao equilíbrio da vida no planeta. Segundo reportagem da Natgeo de março deste ano, os oceanos:

– Produzem 70% do oxigênio da Terra;

– Armazenam enormes quantidades de carbono – 39 mil gigatoneladas;

– Fornecem 15% da proteína consumida no mundo e ainda;

– Regulam a temperatura global. 

Segundo a WWF o Aquecimento global é o aumento da temperatura média dos oceanos e da camada de ar próxima à superfície da Terra que pode ser consequência de causas naturais e atividades humanas. Isto se deve principalmente ao aumento das emissões de gases na atmosfera que causam o efeito estufa, principalmente o dióxido de carbono (CO2).

E eu com isso? 

Este fenômeno aumenta a frequência de desastres climáticos como inundações, tempestades, secas, nevascas e furacões, colocando em risco nós, humanas, dentro dos ecossistemas naturais, podendo até ocasionar a extinção de espécies.

Dicas de como virar o jogo das mudanças climáticas:

Em meio ao corona vírus foi em 16 de março o Dia Nacional de Conscientização sobre a Mudança do Clima. E nós, aprendendo cada vez mais que está tudo conectado, trazemos dicas de como virar o jogo das mudanças climáticas:

1-Apropriar do verde: integrar vegetação natural e promover espaço para a biodiversidade, sombreamento e contemplação. 

2-Dar visibilidade às águas: usar a água da chuva como recurso, proporcionar um solo permeável, tratar águas usadas com saneamento para todos. 

3-Valorizar a mobilidade limpa: priorizar veículos públicos não poluentes ou de baixa emissão, permitir a apropriação urbana dos pedestres e estimular meios de transporte coletivos e individuais sem emissões como metrô e ciclovias. 

4-Ocupar as cidades: incentivar a ocupação e uso de áreas já urbanizadas dando prioridade para pedestres, proporcionar mais segurança a partir do uso frequente dos espaço públicos. (respeitando, claro, o isolamento social do momento que vivemos)

5-Potencializar a energia limpa: introduzir em novos edifícios e nas reformas fontes de energia solar ou outras matrizes renováveis; criar programas de governo para maior incentivo ao uso dessas tecnologias.

6-Contribuir com a economia circular: apoiar e praticar a gestão de resíduos para reciclagem e logística reversa; incentivar e fazer a escolha de produtos e serviços locais e agroecológicos; e elevar a consciente de um consumo mais sustentável. 

Vamos juntos?

Com a extensão e biodiversidade que o Brasil tem não precisaríamos derrubar nenhuma árvore ou ameaçar nenhuma terra indígena ou de povos tradicionais. 

O espaço urbano, a arquitetura, o agronegócio ou qualquer outro setor ou negócio não precisa ser destruidor. São inúmeras tecnologias, inovações e o resgate de processos antigos de baixo impacto que já permitem o desenvolvimento sustentável. A nova economia é possível com preservação, geração e distribuição de riquezas. 

A seguir conceitos importantes ligados a economia dentro desse contexto:

Economia Verde

Segundo o PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente Onu Brasil é uma economia que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz, significativamente, riscos ambientais e escassez ecológica.

Economia Circular

Segundo a Fundação Ellen Macarthur Foundation esta economia considera a integridade geral do sistema considerando, efetivamente, todos os negócios envolvidos no setor – grandes e pequenas empresas, organizações e indivíduos, global e localmente. Além de ser um avanço frente à economia linear, considera uma mudança sistêmica que cria resiliência a longo prazo, gerando oportunidades de novos negócios e fornecendo benefícios ambientais e sociais. 

Ou seja, uma economia integradora de negócios com minimização de impactos negativos. E você, é a favor destes modelos de economia?

No dia do 1º Webinar ESFera Digital – Economia Verde: Tecnologias e Soluções, promovido pela ONG Engenheiros Sem Fronteiras, a Casa Zero marcou presença em um encontro que reuniu ideias transformadoras e iniciativas que buscam alinhar o desenvolvimento humano, tecnológico e ambiental.

O evento aonteceu de forma online e teve a participação de Samuel, diretor-geral da ONG, Beatriz Zschaber e Jade Alves, participantes da ONG, que destacaram a trajetória do Engenheiros Sem Fronteiras – Núcleo Belo Horizonte, uma organização que desde 2015 atua em projetos de impacto social, beneficiando mais de 3 mil pessoas com ações voltadas à melhoria da infraestrutura de comunidades. A abertura ficou por conta de Jade e Beatriz, que apresentaram a proposta do Webinar ESFera Digital: uma série de encontros que têm como objetivo aproximar pessoas, empresas e organizações comprometidas com a transformação social e a sustentabilidade.

Durante o debate, os convidados trouxeram reflexões profundas sobre o conceito de Economia Verde, ressaltando que ele vai além do aspecto ambiental — sendo também um instrumento de inclusão e redução das desigualdades sociais.

A arquiteta Luiza Franco, fundadora da Casa Zero, e Beatriz Gasparini provocaram o público a (re)pensar soluções que vão além do óbvio, convidando à reflexão sobre como podemos reduzir a pegada de carbono em processos de construção, reforma e design. Essa visão reforça o propósito da Casa Zero: projetar e habitar de forma consciente, entendendo que cada escolha material e espacial tem impacto direto no planeta e nas pessoas.

Outros participantes trouxeram contribuições complementares e inspiradoras. Felipe Vitoriano destacou o avanço da energia fotovoltaica, uma fonte limpa, abundante e cada vez mais acessível. Já Laura Conrado Rodrigues e Graziely Mendes alertaram sobre os impactos da indústria da moda — a segunda mais poluidora do mundo — reforçando a urgência de adotarmos hábitos de consumo mais conscientes.

Victor Melo, fundador da PYPIV, compartilhou exemplos de como a engenharia pode colaborar com o desenvolvimento humano, citando a cidade sueca de Borås, que transformou o reaproveitamento de resíduos em uma fonte energética eficiente.

Durante sua fala, Luiza Franco reforçou que estamos vivendo a era da sustentabilidade. Para ela, é por meio das redes de conexão entre pessoas e ideias que conseguimos despertar em cada um a semente da transformação — uma consciência que nasce do coletivo e se manifesta em gestos sutis no cotidiano.

Assista à gravação completa do 1º Webinar ESFera Digital e mergulhe nesse diálogo sobre o futuro sustentável que queremos construir:

Veja os 7 pecados do “greenwashing” que os consumidores cada vez mais estarão atentos para não cair nessa: 

1- Esconder um aspecto negativo do produto com alguma outra vantagem ambiental

ex.: dizer que é resistente ao fogo, mas o produto ser altamente tóxico.

2- Falta de provas de informações ambientais do produto

ex.: relatar a % de conteúdo reciclado, mas não apresentar provas deste dado.

3- Informação subjetiva, abstrata ou generalista

ex.: alegar que o produto natural e esquecer que substâncias venenosas também são encontradas na natureza.

4- Selos para autodeclarar a sustentabilidade

ex.: fazer uma propaganda enganosa de selo “verde” no rótulo do produto.

5- Dar visibilidade ambiental a algo irrelevante

ex.: dizer que é isento de componentes tóxicos que já são proibidos por lei.

6- Denominar “verde” um produto de uma categoria altamente impactante

ex.: anunciar cigarro orgânicos.

7- Alegações ambientais falsas

ex.: mentir sobre a posse de algum certificado ambiental internacional.

“Greenwashing” é o termo em inglês para denominar uma prática de marketing enganosa usada para promover produtos e serviços.

A sustentabilidade de um produto ou serviço tem peso e carrega responsabilidade. O verdadeiro engajamento em ser sustentável é adotar práticas conscientes sem fazer uso do termo como uma propaganda disfarçada.

Vejam os problemas que esta prática pode trazer:

– Enganar consumidores de boa intenção ao adquirirem produtos e serviços que tenham maior impacto ambiental do que o imaginado.

– Colocar em risco o consumidor com prejuízos à sua segurança, saúde e bem estar.

– Banalização do termo “sustentável” enfraquecendo a sua verdadeira fundamentação.

– Colocar em risco a reputação da marca do próprio fabricante ou prestador de serviço.

Você acredita que já foi enganado desta forma?

Veja que a pergunta não é porque e sim por onde começar a Sustentabilidade. Concorda? Não faltam razões para querer garantir o “combo”: qualidade de vida, preservação ambiental e ganho financeiro.

Para simplificar a resposta do como, vamos dizer em alto e bom som: pelos gestos de sustentabilidade!

Devemos desconstruir o conceito de que a sustentabilidade é complexa e acreditar que existem caminhos possíveis iniciados a partir de uma ação verdadeira e bem planejada.

Debatido, estudado e analisado dentro de diversos encontros e acordos globais, o Desenvolvimento Sustentável hoje é definido pelos 17 objetivos da ONU Brasil para 2030 e é mais uma forma de apontarmos para este alvo.

A grande questão, que a Casa Zero observa e aplica em suas atuações, é a importância de desmistificar o termo, para assim revelar que há caminhos acessíveis para ações imediatas. 

Esta frase da foto é de Roberto Smeraldi . Ele é jornalista e contribui com publicações, ensaios e livros sobre desenvolvimento, sustentabilidade e políticas públicas e serve para você se inspirar.

Para ajudar, a seguir apontamos alguns benefícios possíveis a partir de um primeiro passo que você ou o seu  negócio pode dar: 

– Ter uma redução de 15% GRATUITAMENTE na sua conta de luz se já tiver um consumo médio mensal de 300 kWh ou mais sendo associado de uma Fazenda Solar.

– Ganhar DESCONTO de 3%, 5%, 10% ou mais no IPTU – Imposto Predial Territorial Urbano – do seu imóvel se adotar práticas sustentáveis na edificação e a Prefeitura já está vigorando a lei relacionada ao IPTU Verde em seu município. 

– Criar ou remodelar seu negócio com estratégias sustentáveis e de baixo carbono, considerando que 61% dos consumidores estão preocupados com as mudanças climáticas e 54% acreditam fazer a diferença no mundo com as suas aquisições.* 

* pesquisa de tendências Euromonitor.

Qual movimento ou gesto sustentável você ou sua empresa estão planejando para agora? 

Em um mundo já ultrapassado pelo mercado competitivo com uma dinâmica que exige mudança, a Casa Zero reforça seu papel de contribuir para a formação de um mercado colaborativo com apoio a negócios de impacto e mais sustentáveis.

Cada pessoa e empresa que atue com intenção e ações similares às nossas, queremos nos conectar. Cada serviço e produto que oferecemos tem o papel de apoiar nossa rede de clientes e parceiros.

Qual mudança você preparou para o seu ano que podemos colaborar?

Na foto nossa boa lembrança de 2019 com a fala de nossa fundadora Luiza Franco na inauguração da Casa Baanko , em Belo Horizonte, na presença de grandes parceiros. 

Consultora, Palestrante, Empreendedora, Especialista em Sustentabilidade e Tecnologia, Mestre em Engenharia Civil, Arquiteta Urbanista. Agora esquece tudo isso. Hoje, queremos falar da pessoa que está por traz de um currículo, afinal não adianta nada se não houver paixão. Já ouviram falar disso, não é mesmo? E Luiza Franco traz este sentimento misturado com a determinação ao fundar a Casa Zero. Alguém que sempre se emociona ao fazer e falar de sustentabilidade. Abrir mão de clientes que queriam projeto somente por estética e dedicar à pessoas e negócios que apostam em gestos sustentáveis.


O LinkedIn contabilizou 10 anos e 2 meses de atuação profissional e no meio do caminho houve em mim muita inquietação. Como transformar projetos de pessoas e negócios não somente pela obrigação de leis; pelo prazer da estética e tendência; ou pelo retorno financeiro de um investimento? Nesta hora, o claro reconhecimento da minha inquietação veio no momento em que entendi como cada um destes objetivos, tão claramente apontados pelo mercado e pelo consumidor, podem ser, em conjunto, simples consequências de um único caminho: a sustentabilidade.


Se um lugar, produto ou serviço é verdadeiro no seu propósito (consequentemente atende a lei), se é para o bem de quem usufrui (consequentemente é belo), se é transformado por meio de ações sustentáveis (consequentemente é lucrativo). Assim surgiu a Casa Zero, oficialmente, há um ano. Com a competência técnica de projetar os desejos dos clientes de forma inspiradora, transformamos projetos de pessoas e negócios a partir dos gestos sutis de sustentabilidade.

Sou Luiza Franco, fundadora da Casa Zero, e terei o prazer em apresentar nossas atuações se você já entendeu o poder da sustentabilidade.

A crise climática já começou e ela atinge a todos. Ontem, dia 28 de janeiro de 2020, foi um dia para ficar na história da cidade de Belo Horizonte. A verdade é que muitas vezes, em muitos outros lugares, em intensidades maiores ou menores, com perdas de vidas tantas vezes, a natureza nos alertou para a exaustão de atos viciantes do ser humano com o meio ambiente e o ambiente por ele construído. Tampamos os rios pela cidade e achamos isso normal. Damos prioridade para os carros deixando o cidadão ficar vulnerável ou refém dos engarrafamentos. Apreciamos a beleza de praias paradisíacas e ignoramos que todo o lixo produzido nelas e para elas viram ilhas de lixão em expansão pelos oceanos. Poderia continuar citando, mas você, assim como eu, nos viciamos em escolhas erradas do passado e temos a oportunidade de olhar para frente e reconstruir. Um gesto depois do outro. Afinal, um gesto de sustentabilidade começa em você, com suas escolhas.

O que fazer depois da chuva?

De ontem para hoje fiquei refletindo (e lendo muito) sobre as consequências devastadoras das chuvas para todos, independentemente da classe social. Que, tirando a intensidade histórica delas (vale uma pesquisa sobre mudanças climáticas), deveriam estar na boca do povo há muito tempo. Já perdemos vidas tantas vezes em áreas de risco onde existem ocupações irregulares daqueles que não tem oportunidade para habitação. Não é verdade?
Será que basta pensar que não deveríamos ter canalizado os rios?
No passado estrangulamos os cursos d’água no auge do desenvolvimento e ocupação das cidades.
Isso lá atrás era sinônimo de prosperidade, mas devemos pensar agora no que podemos fazer daqui para frente.
É muito empolgante imaginar um Belo Horizonte com o Rio Arrudas para lazer, barcos navegando, águas próprias para nadar, elevando ainda mais nosso poder turístico.
Outras cidades no mundo fizeram isso, como exemplo Paris com o Rio Sena e o Riverwalk em Chicago, mas cada cidade carrega sua história, seu tempo e SUA CULTURA.

Rio Sena – Paris

Riverwalk – Chicago

Neste momento eu me volto para vocês belo-horizontinos e brasileiros:

  • Você está preparado para não jogar lixo fora do lugar? Ou o poder público para
    oferecer saneamento básico para todos?
  • Você está preparado para abrir mão do carros e das vias? Ou o poder público
    para oferecer transporte público efetivo?
  • Você está preparado para abrir mão de áreas construídas para áreas verdes?
    Ou o poder público para oferecer programas de minimização da vulnerabilidade
    das cidades frente às mudanças climáticas?

Convido vocês a conectar a sua vida pessoal aos gestos sutis de sustentabilidade que
sempre falo e o seu negócio a elevar ações com real valor sustentável com a Casa Zero.

Por @luizafranco, fundadora da Casa Zero.

Fotos: Chloe S. (Paris), Gautam Krishnan (Chicago), Mariela Guimarães (Belo Horizonte)

Vim aqui falar de dois temas: Meio Ambiente e Dinheiro.

E já pergunto: Você acha que eles são incompatíveis?

Para apresentar a clara relação entre recurso financeiro e recurso ambiental trouxe dados relevantes da comparação entre edifícios que adotam estratégias reais na arquitetura e na construção para uma maior sustentabilidade e aqueles projetados e construídos de forma convencional.

Vejam os benefícios econômicos:

  • Redução do consumo de energia em 26% ou mais;
  • Redução do consumo de água em 30% ou mais;
  • Redução dos custos com manutenção em 13%;
  • Valorização do imóvel em 10%.

Isso significa, por exemplo:

  • Que um apartamento de R$800.000,00 passa a valer R$880.000,00;
  • Que um condomínio de R$1.000,00 passa a custar R$870,00;
  • Que uma conta de água de R$500,00 passa a custar R$350,00;
  • Que uma conta de energia de 700,00 passa a custar R$518,00.

Agora vai calculando estes benefícios ao longo dos meses.

E diga: Investir em sustentabilidade gera ou não gera dinheiro?

Contribuições ambientais

E não precisaria citar as contribuições ambientais e humanas como:

  • Redução dos níveis de emissões de CO2 em 33%;
  • Ambientes internos mais saudáveis proporcionando qualidade de vida e bem-
    estar aos ocupantes;
  • Aumento do índice de satisfação do usuário em 27%, o que representa maior
    produtividade;
  • Maior conservação de recursos naturais como energia e água;
  • Redução da geração de resíduos enviados para os aterros sanitários;
  • Incentivos fiscais e subsídios concedidos pelo poder público.

Se você já acreditava ou ficou convencido de que existe rentabilidade financeira com gestos ambientais, conecte-se com a Casa Zero. 

As estatísticas são baseadas em pesquisa realizada pela USGSA que identificou uma média de custos bem como dados do USGBC da certificação LEED.

Por @luizafranco , fundadora Casa Zero.

Antes da mais nada a pergunta tem que ser outra:

Que tipo de cidadão você quer ser?

Mesmo que as vezes você já pratique algumas ações mais sustentáveis, sempre é tempo de aprimorar ou realizar uma nova. Apresentamos a seguir algumas características atribuídas a dois lados, mas o objetivo não é determinar rótulos e sim inspirar novas escolhas.

Agora sim.

Que tipo de negócio você quer ter?

Assim como as pessoas, individualmente, os negócios que adotam estratégias de impacto positivo são, consequentemente, mais lucrativos. As vezes a empresa deve aprimorar e ser mais verdadeira com seus gestos sustentáveis, mesmo que ainda pequenos. O cliente, seu consumidor, quer e precisa de verdade em tudo o que compra e consome.

Veja a seguir algumas escolhas que o seu negócio pode fazer.

De que lado você está?

Por @luizafranco, fundadora da Casa Zero

Queremos te ajudar a celebrar as festas de fim de ano com mais sustentabilidade.

Vejam as dicas:

Em clima virada de ano, quais gestos você quer praticar em 2020?

Para começar 2020 com bons planos e realizando desejos, deixamos aqui também boas dicas.

Aproveitando o momento, trazemos aqui os conteúdos e atuações que vocês mais verão a Casa Zero realizando.

Compartilhe este post com alguém que você queira inspirar! 

Por @luizafranco, Fundadora da Casa Zero.