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A COP30, realizada pela primeira vez no coração da Amazônia, em Belém no Pará, reforçou uma verdade urgente: a crise climática não é apenas um tema para especialistas, governos ou grandes instituições. Ela atravessa cidades, casas, rotinas e escolhas diárias. E, justamente por isso, exige uma nova cultura que seja capaz de transformar debates globais em ações concretas na vida real.

Não importa o tamanho da meta, o avanço da tecnologia ou a ambição das políticas públicas, porque nada disso se sustenta sem pessoas conscientes e engajadas. Governos, empresas e mercados só avançam com profundidade quando cidadãos entendem seu papel e sua influência.

Foi exatamente essa lógica que guiou a campanha da Casa Zero durante a COP30.

Gestos Sutis de Sustentabilidade Pelo Clima: aproximando o global do cotidiano

Enquanto líderes mundiais debatiam temas como adaptação climática, financiamento, descarbonização e justiça socioambiental, a Casa Zero convidou as pessoas a participarem da conferência de outra forma: com um gesto sutil de sustentabilidade por dia.

A campanha mostrou como práticas cotidianas representam, na verdade, escolhas políticas, sociais e ambientais com impacto global. Afinal, o clima é decidido tanto em Belém quanto dentro da casa de cada pessoa.

Entre os gestos destacados estavam:

  • Redução dos plásticos de uso único;
  • Valorização das árvores urbanas para reduzir ilhas de calor;
  • Mobilidade mais limpa e de baixo carbono;
  • Gestão de resíduos, fortalecendo a economia circular;
  • Destinação consciente dos resíduos orgânicos;
  • Alimentação menos ultraprocessada e mais conectada à agricultura familiar.

Cada gesto se conecta diretamente aos debates globais sobre adaptação, biodiversidade, emissões, economia circular e justiça climática.

O clima se resolve para além das conferências globais. Ele depende da soma de políticas públicas, mercados e pessoas.

Veja o resultado desta campanha acessando o e-book!

O e-book “Gestos Sutis de Sustentabilidade Pelo Clima”: uma ponte entre decisões globais e a vida real

Para aprofundar essa conexão entre COP30 e cotidiano, a Casa Zero reuniu os principais resultados da conferência em um material claro, didático e acessível que:

  • Sintetiza os pontos mais relevantes da COP30;
  • Traduz o que cada decisão significa na prática;
  • Explica como escolhas individuais fortalecem políticas climáticas;
  • Propõe caminhos educativos e culturais para uma transição regenerativa;
  • Reforça a importância da participação social no enfrentamento da crise climática.

Ele é um convite para quem busca ou quer busca entender o presente e agir, afinal:

  • Não existe política climática sem adesão social;
  • Não existe transição justa sem mudança de cultura;
  • Não existe futuro sustentável sem participação das pessoas.

O clima não é sobre “eles”. É sobre todos nós!

Baixe o e-book gratuitamente!

O e-book Gestos Sutis de Sustentabilidade Pelo Clima já está disponível para leitura e download.

Quer ver como transformamos esses gestos em ação?

Assista ao vídeo com o compilado completo da campanha:

O clima não é só para especialistas

Desde sua criação, a Casa Zero tem um propósito claro: promover uma cultura mais sustentável por meio de uma comunicação acessível, aplicável e baseada em ciência. Para isso, trabalha para traduzir temas globais em práticas possíveis, com foco em:

  • Educação ambiental aplicada;
  • Consultoria e comunicação ESG para negócios;
  • Projetos para construções e arquitetura sustentáveis;
  • Metodologias participativas em escolas e instituições;
  • Conexão consistente entre comportamento, cultura e impacto socioambiental.

No centro dessa atuação existe uma convicção simples, mas transformadora:

Sem mudança de cultura, não há transição climática real.

Cada pessoa carrega um jeito único de viver o dia a dia — suas rotinas, preferências e escolhas, juntas, desenham o modo como nos relacionamos com o mundo. Mas, em meio à correria cotidiana, vale uma pausa para refletir: como posso viver de forma mais consciente?

Essa pergunta vem como um impulso para inspirar boas mudanças. Afinal, quando passamos a compreender o valor dos pequenos hábitos, percebemos que a verdadeira transformação começa dentro de casa. São nas escolhas diárias que cultivamos o cuidado com o planeta e reforçamos nosso papel como parte de um todo maior.

Antes de comprar, lembre-se sempre dos cinco verbos que guiam uma vida mais sustentável: repensar, reduzir, reutilizar, reciclar e regenerar.

São eles que nos convidam ao consumo consciente e a valorizar o que já temos, promovendo uma relação mais equilibrada com os bens naturais.

Vejam alguns gestos sutis indicados pela Casa Zero:

Cada atitude conta — e, juntas, constroem um impacto coletivo poderoso.

E então, o que você tem na sua casa que podemos validar como um gesto de sustentabilidade?

E já que estamos falando sobre escolhas, que tal olhar também para o que você carrega na sua bolsa?

Pequenos objetos que te acompanham no dia a dia e fazem toda a diferença quando o assunto é reduzir o descarte e ter uma rotina mais consciente e sustentável.

O projeto EcoUrb, vinculado ao Departamento de Engenharia Urbana (Deurb) da UFOP e apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex), promoveu, nos dias 15, 22 e 29 de julho de 2021, o IV Encontro & Diálogos Ecológicos, com o tema “Cidades criativas e sustentáveis”.

O evento teve como objetivo fomentar discussões sobre estratégias para garantir uma convivência harmoniosa com o planeta, promovendo o consumo consciente e incentivando ações que melhorem a qualidade de vida urbana. A proposta do encontro ultrapassou a abordagem da redução do consumo, abordando também formas de adotar práticas sustentáveis que contribuam para o bem-estar coletivo e individual.

Nesse contexto, o conceito de cidades criativas foi explorado como um eixo de inovação e difusão de conhecimento, destacando-se a sustentabilidade como elemento central para o desenvolvimento urbano contemporâneo.

A Casa Zero integrou a mesa de debate com o tema “Cidades ecológicas: inspiração, motivação e tecnologias para construção de comunidades sustentáveis”. Durante a participação, Luiza Franco apresentou conceitos e práticas que fazem parte da essência da Casa Zero, destacando como os Gestos Sutis de Sustentabilidade, as ações cotidianas que muitas vezes passam despercebidas, podem gerar transformações significativas no mundo. Ao apresentar essas atitudes do dia a dia, ela evidenciou a escala disso, como estratégias arquitetônicas e urbanas são essenciais para um impacto coletivo e planetário. Luiza reforçou a importância de agir com consciência no presente, sem delegar para as futuras gerações.

Mais detalhes sobre as mesas temáticas a seguir:

Mesa 1 – Cidades humanas: da escala individual à sustentabilidade coletiva urbana

15 de julho de 2021

Palestrantes:

  • Luciana Bragança – Plantas, animais, água e humanos como agentes da cidade
  • Natália Garcia – Cidades para pessoas e pessoas para cidades
  • Cláudia Visoni – Agricultura urbana: um “respiro” à pandemia

Mesa 2 – Cidades ecológicas: inspiração, motivação e tecnologias para construção de comunidades sustentáveis

22 de julho de 2021

Palestrantes:

  • Luiza Franco – Gestos sutis de sustentabilidade
  • Mariane Zambelli – Certificações ambientais no Brasil
  • Francisco Assis – Uso do IPTU Verde como instrumento socioambiental

Mesa 3 – Cidades criativas: viver de forma criativa dentro dos limites planetários

29 de julho de 2021

Palestrantes:

  • Rose Meusburger – Cidade Criativa como possibilidade de desenvolvimento local
  • João Victor Teixeira – Economia circular
  • Ricardo Fiorotti – Inovações tecnológicas construtivas com reaproveitamento de resíduos

O IV Encontro & Diálogos Ecológicos reafirma o compromisso com a construção de cidades mais conscientes, integrando conhecimento acadêmico, práticas inovadoras e responsabilidade socioambiental.

No dia 19 de novembro de 2020, aconteceu o She’s Tech Conference, o maior evento do Brasil dedicado a fortalecer a presença feminina no setor da tecnologia. O movimento She’s Tech tem como missão inspirar, engajar e capacitar mulheres a se destacarem em carreiras e negócios de base tecnológica, construindo uma rede de apoio que une inovação e propósito.

Durante o evento, Ana Luiza Tunes, Luiza Franco e Paula Cardoso compartilharam suas trajetórias e reflexões sobre como a tecnologia pode impulsionar a responsabilidade compartilhada e contribuir para o desenvolvimento das cidades sustentáveis, em alinhamento com o Objetivo 11 da Agenda 2030 da ONU.

Paula Cardoso, fundadora da Leal Sustentabilidade, destacou como a transição de carreira e a maternidade a inspiraram a repensar o legado que deixaria para o filho, transformando desafios em propósito. Hoje, ela aplica soluções tecnológicas, como por exemplo usar o biodigestor que transforma matéria orgânica em biofertilizante. Esse sistema contribui de forma significativa para a sustentabilidade, oferecendo destinação adequada aos resíduos, reduzindo a emissão de gases do efeito estufa e promovendo dignidade a comunidades sem acesso ao saneamento básico, ao evitar o descarte irregular em rios. O biogás gerado pode ainda ser aproveitado em fogões e sistemas de aquecimento, reduzindo custos e estimulando a economia circular.

Ana Luiza Tunes, engenheira ambiental e cofundadora do Tunes Ambiental, ressaltou a importância do olhar técnico aliado à sensibilização social. Em sua vivência profissional — sendo muitas vezes a única mulher em campo —, ela reforça a necessidade de ampliar o espaço feminino na ciência e na tecnologia, mostrando que conhecimento e inovação não têm gênero.

Luiza Franco, arquiteta e urbanista, fundadora da Casa Zero, trouxe uma visão integradora entre arquitetura, engenharia e sustentabilidade. Ela apresentou como utiliza simulações computacionais, tecnologias vernaculares e consultorias técnicas para otimizar o desempenho ambiental das edificações e fortalecer a relação entre a natureza e o espaço construído. Para ela, a sustentabilidade é o agora — e cada gesto conta.

Durante a conversa, Luiza também apresentou o Baralho de Gestos Sutis de Sustentabilidade, uma ferramenta educativa criada pela Casa Zero que traduz ações simples e aplicáveis em empresas e na vida cotidiana, estimulando pequenas atitudes que, somadas, geram grandes transformações.

O She’s Tech Conference e as palestrantes reforçaram como a tecnologia e soluções baseadas na natureza são um campo de colaboração socioambiental. Quando mulheres ocupam esse espaço com propósito, inovação e sensibilidade, elas ajudam a redesenhar o futuro — mais inclusivo, inteligente e sustentável.

Assista à conversa completa e inspire-se com as vivências dessas mulheres que estão transformando o mundo através da tecnologia:

Antes da mais nada a pergunta tem que ser outra:

Que tipo de cidadão você quer ser?

Mesmo que as vezes você já pratique algumas ações mais sustentáveis, sempre é tempo de aprimorar ou realizar uma nova. Apresentamos a seguir algumas características atribuídas a dois lados, mas o objetivo não é determinar rótulos e sim inspirar novas escolhas.

Agora sim.

Que tipo de negócio você quer ter?

Assim como as pessoas, individualmente, os negócios que adotam estratégias de impacto positivo são, consequentemente, mais lucrativos. As vezes a empresa deve aprimorar e ser mais verdadeira com seus gestos sustentáveis, mesmo que ainda pequenos. O cliente, seu consumidor, quer e precisa de verdade em tudo o que compra e consome.

Veja a seguir algumas escolhas que o seu negócio pode fazer.

De que lado você está?

Por @luizafranco, fundadora da Casa Zero

Queremos te ajudar a celebrar as festas de fim de ano com mais sustentabilidade.

Vejam as dicas:

Em clima virada de ano, quais gestos você quer praticar em 2020?

Para começar 2020 com bons planos e realizando desejos, deixamos aqui também boas dicas.

Aproveitando o momento, trazemos aqui os conteúdos e atuações que vocês mais verão a Casa Zero realizando.

Compartilhe este post com alguém que você queira inspirar! 

Por @luizafranco, Fundadora da Casa Zero.

A palavra sustentabilidade tem sido muito usada, mas, além de falar, você tem buscado caminhos para colocar em prática o que o termo verdadeiramente carrega?

  • O quanto de eficiência energética uma tecnologia pode realmente oferecer?
  • Qual a economia um sistema de água pode proporcionar no seu uso?
  • Qual é a verdade por traz da etiqueta de um produto que se diz reciclável ou ter uma %
    de conteúdo reciclado?

Para além dos gestos de sustentabilidade no dia a dia das pessoas, os negócios e projetos devem estar empenhados em elevar ações sustentáveis. Para aplica-las, seja em um local, negócio ou empreendimento, é preciso ter sinergia na relação das pessoas, sistemas e processos que os compõem. Ou seja, ter conhecimento de que, por trás da intenção ambiental muitos, se não todos os envolvidos, tem uma parcela de colaboração. Ter acesso a uma rede de produtos, serviços e tecnologias com esse viés socioambiental e econômico é fundamental para viabilizar a aplicação de gestos sustentáveis no ambiente construído.

Por que a consultoria em sustentabilidade?

Com tantos aspectos que envolve a sustentabilidade, sua interdisciplinaridade demanda
um apoio especializado. Uma método essencial para definir os gestos sustentáveis mais
adequados, seja em projeto, negócio ou empreendimento.
Este vídeo ilustra caminhos para:

  • Você que quer começar com gestos sutis de sustentabilidade onde mora ou trabalha.
  • Sua empresa que acredita o quanto investimentos sustentáveis geram retorno
    financeiro.
  • O profissional que precisa de assessoria para aplicar gestos de sustentabilidade no
    espaço construído.

Conte com a Casa Zero para acertar este caminho.

Tudo, afinal foi na semana passada, na última conferência, a 25ª COP – Conferência das Partes da ONU, realizada entre 2 e 13 de dezembro, em Madri (Espanha), que tivemos como destaque a mobilização da sociedade civil. A força do posicionamento social maior que a de representantes de governo ou instituições. O que mostra o poder das pessoas frente a decisões exclusivamente políticas.

E os quase 200 representantes de países que lá estiveram saíram sem acordo e adiaram decisões importantes como o Crédito de Carbono. Um modelo de compensação ambiental que, resumidamente, o país que emite menos vende seus créditos a outros que emitem mais.

E para você, a urgência climática tem peso?

A COP 25 teve como chamada: Hora da ação! Mas na verdade não deveríamos ter que contar com este “slogan” na última conferência internacional sobre o clima, afinal não é de hoje que estudiosos e cientistas políticos nos alertam sobre o caminho arriscado adotado pela civilização.

Aonde os recursos do planeta são explorados, em grande parte, sem o controle de suas consequências.

Não podemos deixar de citar, ao longo desta análise, três publicações muito importantes que carregam estes alertas:

  • “Primavera Silenciosa” por Rachel Carson, publicado em 1962.
  • “Os Limites do Crescimento” por Dennis L. Meadows, Donella Meadows, Jorgen
    Randers e William W. Behrens III, publicado em 1972.
  • “Nosso Futuro Comum” ou também chamado Relatório Brundtland pela Comissão
    Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, publicado em 1987.
    O que antes falavam de “Mudança Climática” tornou-se em algumas década uma “Crise
    Climática” e agora, com a força da voz social, buscamos agir em função de uma
    “Urgência Climática”.

Entendendo os acordos internacionais para o clima

Desde 1979, diversos países do mundo se reúnem para trazerem à tona as consequências da evolução globalizada da sociedade frente ao meio ambiente. Várias conferências, de lá para cá, buscam criar estes acordos internacionais para lidar com os desafios da presente geração na busca por um futuro sustentável.

E em meio a estes movimentos, várias definições para o Desenvolvimento Sustentável foram construídas, mas foi em 1980 que a UNEP, IUCN e a WWF definiram bem:

“O Desenvolvimento Sustentável pode ser entendido como a melhora da qualidade da vida humana considerando a capacidade do homem de suportar o ecossistema em que vive. Deve preservar os processos ecológicos essenciais e o sistema que suporta os seres vivos”.

Hoje o que está em vigor é o Acordo de Paris feito em 2015 entre 169 países com os objetivos de: conter o aquecimento global a partir do controle das emissões de gases do efeito estufa.

Isto significa repensar modelos de produção de energia, processos industriais, mobilidade urbana, dentre outras formas de desenvolvimento que sejam mais limpas e menos poluentes. Ou seja, a partir de ações e gestos mais sustentáveis.

Como praticar gestos sustentáveis?

Trazemos neste vídeo 5 dicas para você começar com gestos sutis de sustentabilidade, se inspirar e depois apoiar gestos grandiosos de sustentabilidade.

Quer inspirar outras pessoas também? Então compartilhe o vídeo com aquela pessoa que precisa ver isso!

Por @luizafranco, Fundadora da Casa Zero.

Você sabia que cada pessoa gera em média 1 Kg de resíduo por dia?
E que, por ano, o Brasil desperdiça 20 milhões de toneladas de resíduos que poderiam ser recuperados? Apesar da última crise econômica que passamos, a geração de resíduos não caiu. Houve um aumento de 1% na geração de 2016 para 2017.

Estima-se ainda que mais da metade dos materiais extraídos da natureza retornam como
resíduos no período de 1 ano. Além disso, é de se espantar quando descobrimos que os resíduos das construções equivalem a quase 50% do volume de resíduos gerados nas cidades.

É possível mudar este cenário na construção civil?

  • 60% de todos os recursos mundiais são destinados à construção civil.
  • 50% da energia gerada no planeta é utilizada para aquecer, iluminar ou ventilar as edificações.
  • 50% da água usada no mundo é destinada ao abastecimento de instalações sanitárias e outros usos nas edificações.

Vendo estes dados do livro O guia básico para a sustentabilidade de Brian Edwards não ficam dúvidas do quanto devemos reverter este cenário para uma arquitetura e construção mais sustentáveis. E, para minimizar estes e outros impactos, a Casa Zero formou uma cartela de produtos, tecnologias e serviços de parceiros para potencializar as estratégias e gestos sustentáveis.

Como destaque da vez, mostramos na foto a fundadora da Casa Zero junto da Nathalya, representante do Recicla Club, um de nossos parceiros, no início de uma obra de influentes negócios em Belo Horizonte que carregarão, daqui para frente, nossos tão falados gestos de sustentabilidade.

Isso aconteceu lá em 2016, quando também construímos nossa identidade visual com a Estúdio Bogotá e elas, tão bem, traduziram em imagens a proposta da Casa Zero:

“Uma atuação comprometida com o meio ambiente e a natureza, demonstrando força e consistência neste propósito.”

“Uma identidade ousada, fugindo do óbvio, para demonstrar a sustentabilidade, mas sem deixar de dialogar com o público mais conservador.”

Fez-se alusão à Fita de Möbius, como uma superfície que define um caminho infinito, sem início ou fim. Impossível determinar, porém com o movimento contínuo representando o agora para uma transformação. Permitindo mudar o construído até agora a partir da ideia de sustentabilidade.

O que a Casa Zero faz?

A Casa Zero tem por missão propagar a cultura da sustentabilidade no ambiente construído de forma mais simples e acessível para pessoas e negócios. Nossa atuação inclui orientação com competência técnica em sustentabilidade para empresas, instituições ou pessoas físicas que desejam realizar projetos para alcance de eficiência, conforto e qualidade ambiental.

Somos um ponto de partida promissor para quem acredita na força dos gestos de sustentabilidade no ambiente construído. Acreditamos que projetar e construir é possível com economia e rentabilidade financeira sem faltar a aplicação de gestos ambientais e sociais. Apostar na arquitetura e construção com esta sensibilidade é um caminho sem volta, direcionado para o desenvolvimento sustentável. Nosso papel é inspirar cada vez mais pessoas e negócios com gestos sutis de sustentabilidade e assessorar quem quer praticar, projetar ou construir.


Hoje trazemos, claramente, nossas atuações neste vídeo. Venha se conectar com a gente. Os seus gestos sutis de sustentabilidade podem ser para agora.