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Por trás de cada empresa ou instituição há histórias que são movidas por pessoas. São elas que constroem, se dedicam, se relacionam e são impactadas pelo negócio. Líderes, colaboradores, clientes, parceiros, fornecedores, comunidades. Todos fazem parte de uma rede que dá vida a uma organização.

Mas não basta falar em capital humano, social ou em stakeholders dentro do modelo ESG. É preciso olhar para além. Porque a cultura não se resume a uma frase bonita no site, a práticas de RH ou a planos de comunicação. Cultura é o que atravessa a vida: está nas casas, nas relações, nas ruas, no meio ambiente e no trabalho.

Foi nesse ponto que me percebi refletindo sobre a Casa Zero e como ela carrega, inevitavelmente, uma parte da minha própria trajetória.

Eu nasci na cidade, mas cresci com os pés na terra. Quando criança, acompanhei a construção do sonho dos meus pais em um terreno vazio: tijolo a tijolo, nasceu uma casinha no campo. Ali aprendi a importância de poupar, cuidar e regar. Foi também ali que tive meu primeiro contato com a natureza, com a economia do dia a dia e com a ecologia que mais tarde se tornaria parte da minha formação profissional.

E teve mais: minhas primeiras experiências com a construção — literalmente em cima de um monte de britas. Vivências  que marcaram profundamente meu olhar.

Fotografia: acervo pessoal da Luiza

Hoje, essa memória me acompanha na vida urbana. Gosto de ver a cidade da bicicleta, mas sempre trazendo comigo a conexão com a natureza. Há quase 10 anos estou à frente da Casa Zero, como fundadora e gestora. Sou arquiteta urbanista, mestre em engenharia e especialista em sustentabilidade e tecnologia.
Com essa bagagem entrego projetos e consultorias para pessoas e negócios que buscam projetar e empreender com estratégias e práticas sustentáveis.

Fotografia: Camila Rocha

Acredito que é na trajetória de fundadores, lideranças e equipes — guiada por ética, transparência, justiça e consciência socioambiental — que um negócio realmente mostra sua alma.

Veja a seguir um vídeo breve contando mais dessa boa história que faz parte da Casa Zero:

O IBSocial nasceu com o propósito de conectar o mercado, a sociedade e o meio acadêmico para criar e implementar soluções inovadoras de impacto social, além de promover o empreendedorismo com propósito. Sua atuação se estende a diferentes frentes, desenvolvendo ações em comunidades e projetos voltados a crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade.

No dia 5 de novembro de 2022, foi realizado o 1º Fórum IBSocial, evento que marcou o início de um importante espaço de diálogo sobre sustentabilidade e responsabilidade corporativa. O tema central foi a causa ESG — sigla em inglês para Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança).

O conceito ESG reúne um conjunto de critérios utilizados por investidores e analistas para avaliar o desempenho de sustentabilidade e responsabilidade de uma organização. Ele engloba aspectos como gestão de resíduos e mudanças climáticas (E), direitos humanos e satisfação dos colaboradores (S) e estrutura administrativa e ética empresarial (G). Cada vez mais, empresas de todos os portes — pequenas, médias e grandes — vêm adotando práticas alinhadas a esses princípios, reconhecendo sua relevância estratégica e social.

Durante o evento, o presidente do IBSocial, Bernardo Parolini, destacou a importância do tema e convidou nomes de referência em Belo Horizonte para compartilhar suas experiências e visões sobre ESG, entre eles: Francine Pena Póvoa, Matheus Pedrosa dos Reis, Rafael Cota Maciel, Luiza Franco, Emílio Parolini e Pedro Emboava.

Entre as participações, Luiza Franco, fundadora da Casa Zero, trouxe uma abordagem inspiradora para o Fórum. A Casa Zero é um ecossistema de sustentabilidade e inovação social que atua na criação de soluções educativas, culturais e empresariais para transformar hábitos, fortalecer comunidades e ampliar a consciência ambiental.

Em sua fala, Luiza ressaltou o papel do ESG como um impulsionador do mercado, seja ele privado, do terceiro setor ou acadêmico. Segundo ela, essa abordagem amplia a visão das decisões corporativas, incentivando ações de impacto positivo e a mitigação dos impactos negativos, e se consolida como uma poderosa ferramenta de transformação cultural dentro das organizações.

Ela destacou ainda a importância dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como guias práticos para orientar e mensurar essas ações — um compromisso que a Casa Zero adota em seus próprios projetos e metodologias.

Durante sua participação, Luiza apresentou o Baralho de Gestos Sutis de Sustentabilidade, uma ferramenta reflexiva desenvolvida pela Casa Zero para inspirar práticas conscientes no ambiente corporativo. O baralho convida empresas e equipes a reconhecerem e valorizarem pequenas atitudes do dia a dia que geram grandes impactos positivos, promovendo a sustentabilidade de forma estratégica, humana e integrada à cultura organizacional.

Já Francine Póvoa, diretora da Legacy4Business, reforçou que temas como capitalismo consciente, Sistema B, ESG e governança são verdadeiras alavancas para o avanço das agendas ambientais e sociais, fundamentais para um desenvolvimento mais justo e responsável.

O 1º Fórum IBSocial consolidou-se, assim, como um marco de integração entre conhecimento, propósito e ação, reafirmando o compromisso do Instituto em promover uma transformação positiva e sustentável na sociedade. O protagonismo de iniciativas como a Casa Zero e a atuação de líderes como Luiza Franco evidenciam que a sustentabilidade e o ESG são um exercício não só dos negócios, mas também de empatia humana e planetária.

Ficou interessado em ver como foi esse encontro inspirador?

Acesse o link e confira os destaques do 1º Fórum IBSocial:

https://www.instagram.com/reel/Cl6ucN7DFR2/?igsh=MTM3aDRhZ2M2c2kxYQ==

Mais um projeto no município de Moeda, em Minas Gerais, onde buscamos equilibrar a beleza da Serra da Moeda com os sonhos dos clientes e os princípios da bioclimatologia. Afinamos intenções com conhecimento técnico para alcançar uma arquitetura sustentável, capaz de dialogar com o clima local e com a paisagem natural.

Para isso, realizamos uma análise bioclimática minuciosa, que orientou a implantação com mínima intervenção topográfica e a distribuição dos cômodos e aberturas, aproveitando ao máximo a iluminação e a ventilação naturais da região. A escolha dos materiais para paredes e cobertura também foi feita de forma criteriosa, garantindo o desempenho térmico adequado conforme as normas e favorecendo a qualidade ambiental interna.

Entre as estratégias aplicadas, destacam-se:

  • Ventilação cruzada, que proporciona conforto ambiental nos dias mais quentes.
  • Iluminação zenital, reduzindo o uso de energia elétrica e promovendo aquecimento solar passivo.
  • Materiais de envoltória adequados ao clima, trazendo conforto térmico em todas as estações.

Essas escolhas resultaram em benefícios concretos: economia na construção, eficiência energética no uso futuro, qualidade ambiental interna e valorização do imóvel. Mas, mais do que números, o que confirma o sucesso do projeto é a experiência do cliente. Ouvir de quem habita o espaço que “a casa é muito confortável — fresca nos dias de calor e acolhedora no frio” reforça o impacto positivo de uma arquitetura feita para o bem-estar.

Vale ressaltar também que a gestão da obra foi fundamental. A parceria com clientes e gestores de obra transformou o processo em uma troca rica de conhecimentos, possibilitando a compatibilização precisa dos projetos complementares e garantindo que as estratégias construtivas fossem executadas com excelência.

O filme feito por Roberta Lima nos apresenta novas perspectivas e percepções sobre esse lindo projeto:

Projeto arquitetônico:

Luiza Franco e Paula Carvalho

Análises bioclimáticas:

Luiza Franco

Vídeo e imagens:

Roberta Lima

Li outro dia o TED Talks (@ted) do Michael Porter, Professor de Estratégia de Negócios na Harvard University e ele disse algo mais ou menos assim: 

“Os negócios não lucram ao causarem problemas sociais e ambientais…Na verdade os negócios lucram com as soluções dos problemas sociais e ambientais”. 

Há uma urgente necessidade global de rever o modelo dos mercados e as práticas de consumo e comportamento humanos. Em função das mudanças climáticas, os negócios são a grande força para dar escala a uma nova economia com desenvolvimento sustentável.

Hoje reduzir a poluição e as emissões está gerando lucro. Economiza dinheiro e faz as empresas serem mais produtivas e eficientes. 

Então, como aproveitar o poder dos negócios para resolver os problemas que enfrentamos hoje? 

Apostar em negócios de empresas que geram impacto social e ambiental positivo! Dar prioridade para o consumo de conteúdo, produtos e serviços destes e, se você representa uma empresa com este espírito, ter a prática da colaboração e não da competição.

“Propósito, acima de tudo, é o motor da lucratividade no longo prazo.” Laurence D. Fink, CEO da Black Rock

Devemos discordar do CEO da BlackRock, a maior gestora de investimentos do mundo.

No mercado de CURTO prazo não haverá espaço para empresas que não prevejam riscos ambientais e sociais para além do cumprimento de leis. E mais, que já façam destes segmentos valor de negócio, acima do lucro.

As manchetes do momento atual trazem questões urgentes de um tempo passado e que hoje são escancaradas por uma crise mundial. O recorte que a Casa Zero faz aqui não tem a intenção de assustar, pelo contrário, dar destaque a uma mudança de rota inevitável e POSSÍVEL para uma nova economia. Não há mais espaço para negócios que não se posicionem com o viés do impacto social e ambiental. Não há mais pessoas influenciadoras – todos nós somos – que não queiram entender o seu papel local frente a um mundo globalizado.

Se você é engajado no consumo consciente ou sabe que os negócios da nova economia só darão rentabilidade a partir de um posicionamento decisivo em estratégias sustentáveis, as informações deste post são para você!

Conforme pesquisa da Global web index de 2018, especialista em tendência de mercado, os consumidores estão cada vez mais a procura de serviços e produtos sustentáveis.

Vejam o que os dados revelam:

61% dos Millennials (24 a 37 anos) concordam em pagar mais por um produto eco-friendly seguidos por

55% da Geração X (38 a 56 anos) e

46% dos Baby Boomers (57 a 66 anos).

De toda forma, independente da sua geração, informamos que você está na Era da Sustentabilidade.

Imagem: Uğur Gallenkuş

A pandemia antecipa mudanças que já estavam em andamento para a era da sustentabilidade. Potencializar o uso da tecnologia, criar formas mais flexíveis de trabalho, responder e se posicionar frente às cobranças do consumidor, se manter de pé somente as empresas que sejam responsáveis do ponto de vista social e ambiental.

Agora não há mais sentido uma sociedade de alto consumo e lucro a qualquer custo. O consumo consciente e a o engajamento das pessoas ao desenvolvimento sustentável ganharam vez.

É nisso que a Casa Zero acredita.
Se você está com a ideia de um novo modelo de negócio e sabe que a economia em evolução tem a perspectiva da sustentabilidade, essa novidade é para você.

A Casa Zero fez uma parceria com a Sou minha. Criamos uma assessoria conjunta para novas empresas ou reestruturações de negócios. Você terá a capacitação profissional para estruturar seu negócio e ainda planejar estratégias com geração de impacto positivo para colaboradores, comunidade e meio ambiente.

Veja um pouco do que abordamos para você ser protagonista de um negócio sustentável:

  • Gestão ambiental
  • Compras mais sustentáveis
  • Escolha de fornecedores e parceiros
  • Definição de insumos, materiais e embalagens
  • Planejamento do espaço
  • Conteúdo de marketing

Então, se você se encaixa nesta momento, entre em contato!

Qual o seu olhar sobre as construções? Qual a importância você dá para a arquitetura?

Nós acreditamos que a arquitetura não basta ser bela e as construções não funcionam só para ficar de pé.

O ambiente construído deve servir para:

– acolher pessoas
– trazer conforto
– favorecer a saúde
– ser durável
– trazer segurança

Antes da popularização do termo arquitetura sustentável, nós – usuários ou profissionais – do ambiente construído, devemos ter conhecimento de outros conceitos.

Arquitetura Vernacular: possui o “enraizamento” com a terra, o forte caráter rural, o sentido utilitário, a integração com o meio, a não introdução de novidades gratuitas; o sentido de comunidade; a técnica e os materiais pertencentes a uma era pré-industrial. (Carlos Flores, 1985)

Arquitetura Bioclimática: inclui as condicionantes locais do clima, explorando suas vantagens e evitando seus extremos, tendo como objetivo o conforto ambiental dos usuários, porém com baixo consumo de energia. (Roberto Lamberts, 1997)

Arquitetura Durável: considera todas as atividades ligadas à cadeia produtiva de espaços e ideias e comprometidas com a permanência da qualidade ambiental da vida humana e do planeta. (João Diniz, 2010)

Em certos pontos os conceitos se relacionam, mas o importante mesmo é ter fundamentação ao aplicar qualquer estratégia arquitetônica ou construtiva, deixando para segundo plano a preocupação de qual conceito possa carregar.

Na foto acima um projeto da Casa Zero construído em uma fazenda no município de Moeda (MG).

Tão comum quanto ter portas e janelas, uma edificação necessita, cada vez mais, incorporar elementos essenciais que contribuam com a sustentabilidade, como soluções para eficiência energética.

As placas solares no topo de prédios e casas estão sendo vistas com mais frequência, mas você sabe para que elas servem?

Usualmente existem dois tipos:

Placa fototérmica:
Transfere o calor da radiação solar para a água. Pode reduzir o gasto de energia com chuveiros ou aquecedores de piscinas.

Placa fotovoltaica:
Converte a radiação solar em energia elétrica por meio da ação, geralmente, de células de silício. Pode gerar energia para qualquer equipamento e sistema elétrico na edificação.

As pessoas muitas vezes as confundem e, hoje em dia, ainda deparam com o conceito de fazendas solares e energia distribuída. Nós, da Casa Zero, podemos te auxiliar a ter uma economia de até 95% da sua conta de luz.

Qual palavra tem mais significado para você?

Esta foto acima, tirada pela Luiza Franco fundadora da Casa Zero, estava pintada em um dos corredores do curso de arquitetura, urbanismo e engenharias do Centro Universitário UNA. E elas, já em 2016, ecoavam na cabeça dos seus alunos que hoje, certamente, são colegas de profissão.

Naquela época não era possível desconectar nenhuma delas daquele contexto passado e, revendo a foto hoje, continuamos vendo a sintonia delas e o peso que carregam na atualidade do tema deste artigo. Significados de muitas palavras que expressam a responsabilidade passada, presente e futura de (re)criar o dentro e fora de nossa Casa como se começasse do Zero.

Como se reinventar com mais sustentabilidade neste momento desafiador? Esta pergunta, que surge em um momento difícil de Pandemia pode ser uma grande oportunidade para pessoas e negócios.

Criamos um baralho com 31 gestos sutis sustentáveis no dia a dia para trazer mais inspiração e transformação para um modelo de vida e uma economia mais consciente.

Este produto da Casa Zero foi lançado no momento crítico do isolamento social e, como uma ferramenta para para adultos e crianças, convida a todos a jogarem em família e se desafiarem em novos hábitos no dia a dia.

Além disso, ele também se tornou brinde para interações com colaboradores, clientes ou fornecedores.

Vejam as possibilidades:

Para quem é?

  • Empresas e instituições que apostam em práticas sociais e ambientais positivas e de impacto.
  • Pessoas, famílias e comunidades que querem fazer a diferença para o planeta. O que é o baralho?

Um jogo para inspirar gestos sutis de sustentabilidade em:

  • um final de semana descontraído em família
  • uma experiência criativa in-company com colaboradores
  • um brinde instigante para chegar até seus parceiros e clientes
    Como você já está usando ou planejando usar o (desem)baralho de gestos sustentáveis da Casa Zero?

Nosso baralho de gestos sutis de sustentabilidade pode ganhar uso das formas mais criativas possíveis.

  • um presente inspirador 🎁🌱
  • um brinde criativo 📦♻️
  • uma ferramenta processual inovadora 🔎💡
  • um material educativo 📚🍃

Acreditamos no primeiro passo para uma mudança cultural com hábitos mais saudáveis e sustentáveis. Para aquisição e mais informações, entrem em contato.

A seguir um vídeo da nossa fundadora Luiza Franco apresentando e explicando o surgimento desta produto.

Fotografia: Luiza Villarroel

O momento atual e a força da comunicação tem feito essa informação chegar, cada vez mais, a mais pessoas.

Mas não podemos esquecer que informação tem que ser transformada em conhecimento. Um produto, serviço ou tecnologia tem que ser ofertado ou consumido com consciência.

E nesse processo não se pode deixar de avaliar os recursos – humanos, econômicos e ambientais – que envolvem uma escolha no presente. Porque é ela que valida nosso futuro.

Se apoie em uma escolha consciente. Os consumidores moldam um comportamento social e as empresas constroem uma referência no mercado.

Para essa transformação, seja você a mudança. Para o planeta não há espera, mas ainda temos esperança.


Simbolicamente, a árvore representa nosso meio ambiente. As crianças, nosso futuro. Contudo, a história mostra que não é sobre plantar árvores ou ter crianças. É sobre escolhas de pessoas e negócios que interferem nessa relação.

Qual novo gesto de sustentabilidade você vai começar a praticar hoje?

Convidamos você a conhecer o trabalho da Casa Zero e se inspirar em novas escolhas.

Uma dose de provocação inspiradora não faz mal a ninguém. Neste caso, a Casa Zero traz 5.

Listamos 5 gestos que podem parecer simples para você e que, nem sempre, são possíveis para a maioria.

▫️presentear
▫️beber água
▫️acordar sem hora marcada
▫️andar de bicicleta
▫️estar cercada pela natureza

Agora, você sabia?

💵 Quase metade do mundo vive com menos de 5,50 dólares por dia.
World Bank

💦 1 a cada 3 pessoas no mundo não tem acesso a água potável.
– Onu Brasil

⛓ 40 milhões de pessoas no mundo vivem o fenômeno da escravidão moderna, destas 25% são crianças.
– Onu Oficial

🚘 Os carros são responsáveis por 60% das emissões de gases do efeito estufa nos centros urbanos brasileiros.
– Governo do Brasil – IPEA

🌳 Restam somente 12% de Mata Atlântica original no Brasil.
-SOS Mata Atlântica

Vamos juntos refinar esta lista de gestos sutis de sustentabilidade?
✅♻️🌎🍃

Em eventos, em casa e com você.

Quem nos acompanha sabe que a Casa Zero é uma empresa recém criada, formalizada há 1 ano, com um propósito forte: promover a cultura da sustentabilidade em pessoas e negócios. Acreditamos que podemos gerar impacto social e ambiental com o que fazemos.

Em um momento marcado pelo movimento digital, muitos negócios estão tendo que inovar ou se adaptar em seu posicionamento de marketing. Para isso é preciso uma comunicação verdadeira com as pessoas, mostrando disposição para enfrentar a crise que vivemos.

Conforme pesquisa da KantaOfficial, 87% das pessoas acham que as marcas devem, principalmente, comunicar seus esforços frente à pandemia e como o negócio pode ser útil na crise atual. Ainda 25% dos entrevistados esperam que as empresas sirvam de exemplo e guiem para uma mudança positiva.

Vamos juntos construir um novo mundo com mais gestos sutis de sustentabilidade? Aqui vão algumas dicas:

  • MOBILIDADE SUSTENTÁVEL

Você já parou para pensar que a bicicleta é um item muito versátil? Ela é muito prática, pois pode ser um instrumento de lazer, de auxílio nos deslocamentos e uma forma de exercitar-se. Além disso, não gasta combustível e não é poluente – o uso dela diminui as emissões de gases poluentes em quase 400 mil toneladas por ano*.

No trânsito, as bicicletas podemos contribuir com a redução do trânsito e também humanizam as relações urbanas. Nas cidades, o cidadão que pedala exerce um verdadeiro ato cívico, mas atualmente apenas 7% dos brasileiros usam a bicicleta como meio de transporte principal**. Precisamos de mais bons exemplos para termos cidades mais sustentáveis e a mudança pode começar com o seu pedal.

[*] Economia da Bicicleta no Brasil: Aliança Bike e
Laboratório de Mobilidade Sustentável, da UFRJ

[**] IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada)

  • GESTÃO DE RESÍDUOS

Para a gestão do seu lixo, é importante saber os tipos existentes de resíduos. Assim você sabe o que pode ser reciclado, ou não, o que vai para a composteira e o que vai para a coleta municipal. 

Fizemos um resumo para você:

RESÍDUO RECICLÁVEL: Plásticos, papelão, papel, vidro, metais e alumínio. Deve ser encaminhado para a coleta seletiva de sua cidade ou para uma associação de catadores. Mantenha-o seco e sem sujeira impregnada, para que não atraia bichos até terem o destino correto. 

RESÍDUO ORGÂNICO: Cascas de frutas, verduras e legumes crus, além de alguns outros resíduos como borra de café e folhas secas do quintal. Tudo isso vira fonte de adubo se for feito o processo de compostagem.

RESÍDUO ESPECIAL: Embalagens de aerossol, óleos de cozinha, lâmpadas, eletrônicos, seringas, remédios, produtos de beleza, louças e vidros quebrados. Providencie um local para colocar guardar em segurança (podem ser perigosos para nossa saúde) e descarte em farmácias, hospitais, supermercados e outros comércios que disponibilizam pontos próprios de coleta. 

RESÍDUO NÃO RECICLÁVEL: Papel higiênico e guardanapos usados, além de fraldas, adesivos e outros elementos que não se enquadram em nenhum outro tipo mencionado. Somente este tipo que deve efetivamente ir para a coleta municipal.

Existe algo mais que posso fazer para diminuir seu impacto no mundo?

Por menor que possa parecer, mudar um pequeno hábito pode ser muito relevante para o desenvolvimento sustentável. ⠀

A cultura da sustentabilidade em uma sociedade começa quando alguém passa a inspirar ações positivas a partir de uma mudança de comportamento.

Te convido a ver, ouvir e participar do pré-lançamento da trilogia de ebooks sobre Gestos Sutis de Sustentabilidade feita pela Casa Zero.

Fotografia: Magê Monteiro

A semana do meio ambiente começa hoje e marca uma data especial: 5 de junho, dia MUNDIAL do meio ambiente criado pela Assembléia das Nações Unidas em 1972. O momento é histórico e a data é comemorada por milhares de comunidades ao redor do mundo. Vamos celebrar com gestos sustentáveis também?

O intuito é despertar a importância da sintonia de ações mundiais para a preservação dos recursos naturais. A proteção do conjunto de sistemas ecológicos do planeta, que é a nossa casa. 

Somos 8 bilhões de pessoas ocupando o planeta Terra e consumindo recursos sem parar. Se não mudarmos nossos hábitos serão descartados 1,3 bilhão de toneladas de plástico nos solos e águas até 2040.

Gestos sutis de Sustentabilidade

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Com isso questionamos:
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Qual gesto de sustentabilidade você vai praticar hoje?
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🚫 Não usar materiais plásticos descartáveis.
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♻️ Destinar o lixo reciclável para uma associação de catadores ou instituição especializada.
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🍌 Separar o lixo orgânico e compostar.
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🌳 Plantar uma árvore ou cultivar uma horta.
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🥕Se alimentar sem fontes de origem animal.
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🚲 Se deslocar sem transporte poluente.

A Casa Zero quer ajudar você a se reinventar com mais criatividade pela sustentabilidade neste momento de pandemia.

Criamos um baralho com 31 gestos sustentáveis para serem sorteados. Depois é só criar um plano de realização em seu dia, sua semana, seu mês, seu ano. Para a vida toda! O baralho de gestos sutis de sustentabilidade pode ser usado individualmente para criação de novos hábitos ou de forma interativa com grupos – atualmente de forma online – para desafios e experiências.

Vai servir para inspirar todos: adultos, colaboradores de empresas, crianças, a família toda!

Dê um print na tela e sorteie o primeiro gesto sutil de sustentabilidade que você vai adotar:

Se você gostou do nosso (desem)BARALHO de Gestos Sutis de Sustentabilidade, adquira um exemplar físico no nosso Mercado de Gestos Sustentáveis !

27 de maio é comemorado o dia nacional da Mata Atlântica e o convite da Casa Zero é para você pensar que essa floresta:

– É necessária para a biodiversidade de animais e plantas;

– Garante um equilíbrio climático da sua região;

– Minimiza a poluição, ou seja, captura gases poluentes emitidos pelo homem;

– Proporciona a você a verdadeira integração com a natureza.

E nos ambientes urbanos você apoia esta causa valorizando um paisagismo de espécies nativas do local; apoiando sistemas agroflorestais; conhecendo e disseminando a agricultura urbana; integrando espécies de plantas naturais nos espaços construídos; apoiando instituições e ONGs que são as vigilantes do nosso maior jardim, as florestas.

Nossos tão falados gestos de sustentabilidade ganham força quando entendemos que não devemos só esperar posicionamento político.

Como pessoas e realizadores, com o trabalho e os negócios, temos o papel de transformar, positivamente, nosso ambiente. Só assim teremos certeza de que nosso movimento irá transformar o mundo, como um trabalho em equipe.

Afinal, você quer ou não quer a perpetuação de gestos mais sustentáveis?

Uma agradecimento a Wangari Maathai que se tornou a primeira mulher africana a receber o Prêmio Nobel por sua contribuição para o desenvolvimento sustentável, a democracia e a paz.

Se a floresta longe tem tanta importância, já se perguntou como lidar de forma mais consciente com a nossa conexão com a natureza imediata?