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Fala-se muito sobre empresas. Suas missões, visões e valores. São palavras que orientam e dão direção aos negócios. Mas, quando se trata de transformação verdadeira, é preciso ir além dos discursos e olhar para as pessoas que estão por trás das ideias e estratégias. Porque é nelas que nascem os propósitos que movimentam o mundo.

A Casa Zero tem essa proposta, trazer para além do que o próprio nome carrega:
CA.SA: lar, comunidade, lugar de pertencimento.
ZE.RO: ponto de partida promissor, caminho para reduzir impactos ambientais, sociais e econômicos.

Mais do que uma empresa, a Casa Zero é o entendimento de que sustentabilidade não é um destino, mas um percurso. Cada projeto, cada consultoria, é uma oportunidade de recomeço, de repensar o modo como criamos experiências, ocupamos os espaços e interagimos com o planeta.

É construir futuros mais equilibrados, nos quais a economia circular e o design sustentável são aplicados como necessidades humanas. Afinal, cada gesto, ação e estratégia, tem o poder de gerar impacto.

Como parte dessa história está Luiza Franco, fundadora da Casa Zero, uma autêntica urbana que enxerga a cidade sobre a bicicleta, mas que desde criança sempre teve os pés na terra. Foi nesse contexto entre o concreto e o natural que nasceu seu desejo de proteger o meio ambiente e inspirar novos caminhos.

A seguir, fique com os vídeos que contamos um pouco mais sobre nós:

No dia 21 de junho de 2022, o Espaço Cultural da UEMG, na Praça da Liberdade, recebeu um encontro inspirador que reuniu profissionais de diferentes áreas para refletir sobre os novos rumos da sustentabilidade: o debate “Design e Economia Circular”. Mediado por Andreia Salvan e Cláudia Campos, o evento contou com as presenças de Luiza Franco, fundadora da Casa Zero; Marcella Mafra (Fundadora) e Dani Queiroga, do Libertese; e Dane Luz e Luísa Luz, fundadoras do Estúdio Veste.

O diálogo abordou temas que vão além das práticas sustentáveis convencionais, propondo uma reflexão sobre o capitalismo de stakeholders, as transformações nos modelos de produção e consumo e a urgência de integrar propósito, regeneração e responsabilidade social às estratégias de negócio. Dados alarmantes sobre o uso excessivo dos recursos naturais e o desequilíbrio ecológico — como os divulgados pelo Bank of America, que alerta que 99% de tudo o que é produzido se torna lixo em seis meses — reforçaram a necessidade de um reposicionamento global em direção à economia circular, baseada nos princípios de reduzir, reutilizar, reciclar e regenerar.

Nesse contexto, a Casa Zero contou sua abordagem sistêmica e prática em relação à economia circular e ao design regenerativo. A Casa Zero tem como essência projetar ambientes que não apenas reduzam impactos, mas também promovam saúde, bem-estar e reconexão com a natureza. A empresa integra em seus projetos o conceito de “casa saudável”, no qual os espaços são planejados para oferecer qualidade do ar, iluminação natural equilibrada, uso de materiais não tóxicos, reaproveitamento de recursos e incentivo a um estilo de vida mais consciente e conectado ao ambiente.

Para a arquiteta Luiza Franco, fundadora da Casa Zero, “repensar o modo como produzimos e consumimos é também repensar a forma como habitamos o mundo”. Seus projetos e consultorias funcionam como ferramentas de educação ambiental, mostrando que a arquitetura pode — e deve — ser um agente de regeneração, estimulando novos hábitos e um olhar mais empático para o planeta.

O evento reforçou que design, economia e ecologia estão intrinsecamente ligados. A economia circular, quando aplicada ao campo criativo, propõe um ciclo contínuo de vida para os materiais, reduzindo o desperdício e promovendo o uso consciente dos recursos. Essa visão vai ao encontro da missão da Casa Zero: transformar o cotidiano das pessoas a partir de escolhas mais humanas, saudáveis e sustentáveis.

Quer ficar impactado? Então pensa: se tudo isto antes de virar lixo custava dinheiro, você realmente acha que tudo que está sendo descartado não tem valor?

A Casa Zero acredita que resíduo é dinheiro. A mudança de hábito das pessoas e um novo posicionamento dos negócios frente aos resíduos tem potencial de trazer mais riquezas econômicas, sociais e ambientais.
Entre na cultura pela sustentabilidade com a Casa Zero e pratique #gestossutisdesustentabilidade.

A Era da Sustentabilidade já começou e nela resíduo passa a ter valor econômico, social e ambiental.
O conceito #lixozero começa a ser empregado em modelos de negócios para quebrar a estimativa de que haverá mais plásticos do que peixes em 2050 em nossos oceanos.

Você sabia que nove a cada dez pássaros ingerem plástico? Mas o problema não está só com eles, 83% das amostras de nossas águas encanadas já contém microplástico em sua composição. E o que devemos fazer para mudar este cenário?

Adoção de práticas alinhadas à Economia Circular fazendo, dentre diversas ações, a transformação de resíduo em matéria-prima para novos processos e produtos. Repensar, reduzir, reutilizar e reciclar.

A Economia Circular é um modelo para o sistema industrial que se propõe a ser restaurativo e regenerativo por intenção e design. Ou seja, não é apenas uma mudança nos produtos, serviços e negócios, trata-se de um novo comportamento cultural e de consumo.⠀

Ficou curioso ou com dúvidas, a Casa Zero está aqui por uma cultura mais sustentável.

Por Luiza Franco, Fundadora da Casa Zero.


Fontes:
Uma Vida sem lixo, guia para reduzir o desperdício na sua casa e simplificar a vida. Por Cristal Muniz. 2018
Towards the Circular Economy Vol. 1. Por Ellen MacArthur Foundation. 2013