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Mais do que a satisfação estética do clássico “antes e depois”, uma reforma arquitetônica carrega, em sua essência, o potencial de contribuir para escolhas urbanas menos danosas ao meio ambiente e alinhadas à mitigação das mudanças climáticas. Ao intervir sobre uma edificação existente, partimos do princípio da redução dos impactos construtivos, ao valorizar estruturas, materiais e ocupações urbanas já consolidadas, evitando demolições em larga escala e a expansão sobre novos territórios.

O retrofit de edificações antigas e a reforma de imóveis abandonados são mais ambientalmente vantajosos do que a construção de novos edifícios, oferecendo uma redução de 50% a 75% nas emissões de carbono, considerando que até 70% dos edifícios atuais ainda existirão em 2050. Já a construção de novos edifícios em áreas não urbanizadas frequentemente resulta em maior carbono incorporado. Em contrapartida à expansão urbana descontrolada, a modernização de edificações, em centro urbanos consolidados, evita o desperdício numeroso decorrente de demolições.

Considerando que o ambiente construído é responsável por cerca de 37% das emissões globais, as frentes de atuação nesse setor tornam-se cruciais para o alcance das metas de redução de emissões de carbono, bem como para estratégias de mitigação e adaptação climática.

Na minha prática profissional à frente da Casa Zero, compreendo a reforma como um ato de responsabilidade com a cidade e com o meio ambiente. Para além da estética e da beleza, expectativas legítimas dos clientes, atuar de forma efetivamente comprometida com a arquitetura sustentável exige decisões conscientes desde o início do processo: da escolha de quais projetos captar e realizar à definição de premissas técnicas e estratégicas que orientam cada etapa do trabalho.

Sustentabilidade, nesse contexto, não é um atributo aplicado ao final do projeto, mas uma estratégia transversal. Ela se materializa em escolhas claras, critérios objetivos e em uma postura ética diante do que já existe. A seguir, compartilho os principais princípios e estratégias que norteiam a atuação da Casa Zero nessa vertente, e que ajudam a compreender como uma reforma pode gerar impacto socioambiental real e mensurável.

  • Demolição Assistida

A demolição assistida considera os elementos conectados como piso, paredes e teto de forma cuidadosa e estratégica. Ao contrário da remoção total, prioriza-se o reposicionamento sempre que possível, mesmo quando a integração de ambientes é o objetivo do projeto. Essa abordagem amplia as possibilidades de reaproveitamento de materiais existentes, como revestimentos, portas, esquadrias, marcos e alisares, reduzindo desperdícios e impactos ambientais.

  • Flexibilidade e Adaptabilidade dos Espaços

O projeto e a execução são orientados pelas reais necessidades dos clientes e usuários, considerando os recursos disponíveis e o modo de uso dos espaços. A funcionalidade do ambiente construído é priorizada, respeitando a identidade própria do local, ao invés de seguir padrões ou tendências puramente estéticas, que muitas vezes desconsideram durabilidade, uso cotidiano e eficiência ao longo do tempo.

  • Curadoria de Materiais e Tecnologias

A seleção de materiais é feita com foco na redução do impacto ambiental, considerando critérios como ciclo de vida, durabilidade e origem. Sempre que possível, priorizam-se materiais, técnicas construtivas e soluções de design de caráter social e local, valorizando cadeias produtivas mais responsáveis.

  • Qualidade Ambiental Interna

A especificação de produtos leva em conta a qualidade do ar interno e a saúde das pessoas. São priorizados materiais com baixa emissão de poluentes atmosféricos e substâncias nocivas, como a análise dos compostos orgânicos voláteis (VOC), comuns em tintas, vernizes e seladores convencionais.

  • Princípios Bioclimáticos

A aplicação de estratégias passivas de projeto como ventilação natural, iluminação natural e correta orientação dos espaços, mobiliários e componentes. Esses princípios bioclimáticos são adotadas para maximizar o uso dos recursos naturais e reduzir a dependência de iluminação artificial e sistemas mecânicos.

  • Modularidade Integrada à Infraestrutura 

A modularidade parte de uma leitura e proposta criteriosa do layout, alinhada à infraestrutura existente, não apenas estrutural, mas também elétrica e hidráulica, considerando dutos e tubulações. Essa abordagem contribui para a minimização de recursos e de intervenções ocultas, muitas vezes invisíveis para clientes e usuários leigos, mas determinantes em custo e impacto. O detalhamento modular permite futuras adaptações, dialogando diretamente com os princípios da economia circular e com a longevidade do edifício.

  • Funcionalidade e Praticidade

A funcionalidade nasce de uma leitura precisa das demandas do cliente, compreendendo hábitos, rotinas e formas de uso dos espaços. Esse entendimento orienta soluções que tornam o ambiente mais prático, eficiente e adequado ao cotidiano, evitando excessos formais e priorizando conforto e usabilidade.

Projetos que materializam o “antes e depois”

Veja, a seguir, reformas de autoria da Casa Zero, nas quais esses princípios e estratégias foram aplicados de forma concreta, revelando como é possível transformar o existente com qualidade arquitetônica, responsabilidade ambiental e impacto social positivo.

Sede Grupo Partners

No ambiente corporativo, o “antes e depois” evidencia como a biofilia pode transformar a relação entre pessoas e espaço de trabalho. A inserção de elementos naturais, o aproveitamento da luz naturais e a criação de ambientes flexíveis demonstram o alinhamento da produtividade com a saúde e bem-estar dos funcionários. Clique aqui para conhecer mais sobre este projeto!

Apartamento GM: Edifício JK

No icônico Edifício JK, a reforma do Apartamento GM evidencia como o retrofit pode elevar o desempenho ambiental e espacial sem romper com a identidade modernista do edifício. A integração dos ambientes valoriza a fachada de vidro, potencializando a entrada de luz natural e a ventilação cruzada, enquanto a preservação da estrutura de concreto aparente e do piso de madeira reduz o consumo de novos materiais. O projeto demonstra como patrimônio e sustentabilidade podem coexistir. Clique aqui para conhecer mais sobre este projeto!

Apartamento LF: Edifício JK

Também no Edifício JK, o projeto reafirma a permanência e a valorização dos elementos originais, evitando revestimentos desnecessários e reduzindo a remoção de materiais, o que impacta diretamente a diminuição de resíduos e o uso de novos insumos. Além disso, estratégias de conforto e de design demonstram que escolhas conscientes fortalecem tanto o desempenho ambiental quanto a identidade do edifício. Clique aqui para conhecer mais sobre este projeto!

Apartamento Cristina

A reforma foi uma revisão crítica do layout original, especialmente da lógica do quarto de serviço. Ao transformar esse espaço em área integrada, iluminada e ventilada, o projeto não apenas melhora o conforto ambiental, mas também questiona modelos arquitetônicos herdados de um passado desigual. O “depois” revela uma planta mais justa, fluida e alinhada a modos de viver contemporâneos, mostrando que arquitetura também é posicionamento social. Clique aqui para conhecer mais sobre este projeto!

Sítio Bela Vista

O processo de requalificação mostrou como a arquitetura sustentável se constrói a partir do respeito ao território. O reaproveitamento da estrutura existente, a valorização de materiais locais e a melhoria do desempenho ambiental do conjunto revelam que o “depois” não precisa ser um rompimento, mas uma evolução consciente do que já estava ali. Clique aqui para conhecer mais sobre este projeto!

A série “Um bom antes e depois” nasce do desejo de ir além do impacto visual. Ela convida a olhar para o processo, para as decisões técnicas, para os critérios ambientais e para as escolhas éticas que sustentam cada transformação. 

Assista à série completa “Um bom antes e depois” no canal da Casa Zero no YouTube e acompanhe nossos canais para ver os próximos projetos que estão a caminho:

Referências:

World Economic Forum. (2024, February 7). Deep retrofits: How repurposing old buildings can mitigate climate change. https://www.weforum.org/stories/2024/02/deep-retrofit-buildings-carbon-emissions-climate-change/

Rosenbloom, E., Magwood, C., Clark, H., & Olgyay, V. (2023). Transforming existing buildings from climate liabilities to climate assets. Rocky Mountain Institute. https://rmi.org/insight/transforming-existing-buildings-from-climate-liabilities-to-climate-assets

No dia 21 de junho de 2022, o Espaço Cultural da UEMG, na Praça da Liberdade, recebeu um encontro inspirador que reuniu profissionais de diferentes áreas para refletir sobre os novos rumos da sustentabilidade: o debate “Design e Economia Circular”. Mediado por Andreia Salvan e Cláudia Campos, o evento contou com as presenças de Luiza Franco, fundadora da Casa Zero; Marcella Mafra (Fundadora) e Dani Queiroga, do Libertese; e Dane Luz e Luísa Luz, fundadoras do Estúdio Veste.

O diálogo abordou temas que vão além das práticas sustentáveis convencionais, propondo uma reflexão sobre o capitalismo de stakeholders, as transformações nos modelos de produção e consumo e a urgência de integrar propósito, regeneração e responsabilidade social às estratégias de negócio. Dados alarmantes sobre o uso excessivo dos recursos naturais e o desequilíbrio ecológico — como os divulgados pelo Bank of America, que alerta que 99% de tudo o que é produzido se torna lixo em seis meses — reforçaram a necessidade de um reposicionamento global em direção à economia circular, baseada nos princípios de reduzir, reutilizar, reciclar e regenerar.

Nesse contexto, a Casa Zero contou sua abordagem sistêmica e prática em relação à economia circular e ao design regenerativo. A Casa Zero tem como essência projetar ambientes que não apenas reduzam impactos, mas também promovam saúde, bem-estar e reconexão com a natureza. A empresa integra em seus projetos o conceito de “casa saudável”, no qual os espaços são planejados para oferecer qualidade do ar, iluminação natural equilibrada, uso de materiais não tóxicos, reaproveitamento de recursos e incentivo a um estilo de vida mais consciente e conectado ao ambiente.

Para a arquiteta Luiza Franco, fundadora da Casa Zero, “repensar o modo como produzimos e consumimos é também repensar a forma como habitamos o mundo”. Seus projetos e consultorias funcionam como ferramentas de educação ambiental, mostrando que a arquitetura pode — e deve — ser um agente de regeneração, estimulando novos hábitos e um olhar mais empático para o planeta.

O evento reforçou que design, economia e ecologia estão intrinsecamente ligados. A economia circular, quando aplicada ao campo criativo, propõe um ciclo contínuo de vida para os materiais, reduzindo o desperdício e promovendo o uso consciente dos recursos. Essa visão vai ao encontro da missão da Casa Zero: transformar o cotidiano das pessoas a partir de escolhas mais humanas, saudáveis e sustentáveis.

Alguns registros do Final de Semana Verde para falar de gestos sutis de sustentabilidade na CasaCor Minas.

Conectamos a beleza da arquitetura, do design e do paisagismo com painéis de debates sobre a experiência de pessoas, profissionais e negócios ligados a ações sustentáveis.

A Casa Zero, junto à @beeco.brasil, planejou e produziu o evento com a seleção de temas e profissionais para falar de gestos de sustentabilidade.

Nosso agradecimento pela confiança de toda a equipe da CasaCor e diretamente à Luisa Jorda (@lujorda), Eduardo Faleiro (@efaleiro_) e Juliana Grillo (@grillo.juliana) que idealizaram juntos a nós este evento. E com muito entusiasmo apresentamos os convidados, reforçando nossa admiração a cada atuação que desempenham.

A Casa Zero acredita que a sustentabilidade só é possível com compartilhamento de conhecimento das diversas especialidades envolvidas para a construção de uma cultura mais sustentável.

@souminha.sou @pattsilver @babii_flopes @julima.global @prrontooficial
@dicoulon  @vilajoaodebarro @faleiro.ph @carolpachamama @ecomaterioteca

@joaodiniz @arquitetosassociados @alexandrebrasil @lavemcasa @vila_iapo
@aterra_ambiental @rodrigo.wn @waycarbon www.optpower.com.br
@jasmmin_startup @massalasprojetos @prefeiturabh @jjarquitetura

Ainda estendemos o nosso varal de inspirações em gestos sutis de sustentabilidade na @casacominas e agora queremos estender para os seguidores da Casa Zero.

Acesse aqui e baixe o ebook Gestos Sutis de Sustentabilidade feito pela Casa Zero. Ele é um guia para inspirar práticas mais sustentáveis em casa e no dia a dia das pessoas.

Para uma cultura da sustentabilidade nas cidades, nas construções e na arquitetura precisamos de uma sociedade praticando e inspirando hábitos mais saudáveis para o meio ambiente.

Registro da inauguração da CasaCor Minas deste ano realizada no Palácio das Mangabeiras em Belo Horizonte.

A maior mostra de arquitetura, design e paisagismo das Américas terá, nos dias 20, 21 e 22 de setembro, um final de semana verde para falar de gestos de sustentabilidade.

Promovidos pela Casa Zero e @beeco.brasil, exclusivamente para a edição Planeta Casa da amostra, serão realizados debates com agentes e influenciadores para buscarmos respostas aos seguintes questionamentos:

O que cada um está fazendo pela sustentabilidade?

Existe um caminho de equilíbrio entre afeto e tecnologia para alcance da sustentabilidade?

Além de ver, vamos ouvir e falar?

Para temas tão relevantes – Tecnologia, Afeto e Sustentabilidade – idealizados na @casacorminas de 2019, vamos conversar com influenciadores e agentes sobre estes e outros assuntos relacionados em um fim de semana verde na edição Planeta Casa.

Ao todo são 59 espaços na edição especial que está acontecendo no Palácio das Mangabeiras para ver arquitetura, design e paisagismo. Para ouvir e falar sobre Arquitetura Sustentável, Eficiência Energética, Materiais e Tecnologias Sustentáveis, Pegada de Carbono, Empreendedorismo Feminino, Negócios de Impacto e mais, te esperamos nos dias 20, 21 e 22 no Espaço Minas em Cena da CasaCor / Minas Gerais.

Foto: @barbaradutra

É pertinente a realidade que nos acerca atualmente, onde é cada vez mais necessário repensar as mudanças de nossos hábitos e trabalhar de forma mais inovadora para minimizar o impacto ambiental que geramos no nosso doce lar.

Há hoje um grande potencial para o reaproveitamento de resíduos sólidos, tão eficaz para tais ações, ainda que na cidade de Belo Horizonte-MG, por exemplo, apenas 5% dos resíduos sólidos coletados, são reciclados.*

Dada a importância do reuso desses materiais, surgiu para a arquiteta Luiza Franco, sócia da Casa Zero, em parceria com o Projeto de Extensão LEIA – Laboratório Ecossistêmico Interdisciplinar de Aprendizagem na arquitetura do Centro Universitário UNA, a oportunidade de aplicar o aprendizado com voluntários para a confecção de guirlandas de suculentas na época do Natal.

Mas por que suculentas?

Para quem não conhece, a planta suculenta tem uma imensa variedade de espécies, caracterizada principalmente pela sua grande capacidade de reter água e, devido a isso, torna-se possível a sua sobrevivência, mesmo em ambientes mais secos, facilitando os cuidados diários.

planta-suculenta

Acompanhe o passo a passo e faça você mesmo a sua.

Para a confecção da guirlanda feita no projeto foram utilizados os seguintes materiais:

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  • 6 bases de garrafas PET que iam para o lixo
  • Grampeador de mesa
  • Tesoura
  • Estilete
  • Recortes de saco de rafia de obra que iam para o lixo (indicado 10x10cm)
  • Fios de aço
  • Alicate
  • Pá de jardinagem
  • Fitas coloridas de presentes ganhados (opcional para enfeite)
  • Grampo de cabelo
  • Suculentas

1º passo: Recorte o fundo das garrafas PET utilizando a tesoura e com auxílio do estilete e grampeie umas nas outras até fechá-las em um círculo. Faça pequenos furos entre elas e com o alicate, passe o fio de aço reforçando assim, a sua estrutura.

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2º passo:  Preencha as garrafas com terra.

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3º passo: Cubra cada abertura de garrafa com os recortes de saco de ráfia, grampeando as suas extremidades junto à base da garrafa PET.

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E com a estrutura pronta…

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Corte os excessos do saco de rafia e faça aberturas nos mesmos para encaixe das suculentas. Assim, monte uma composição com quantas suculentas forem necessárias até preencher todos os vazios. Para melhor fixação das plantas use grampos de cabelo. Decore do jeito que preferir, reutilizando tecidos, fitas e demais itens de decoração.

Aí está o resultado final:

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Aproveite essa época de Natal e presenteie seus amigos e familiares. Além de ser uma ótima opção para o bolso, o meio ambiente agradece!

Texto: Mírian Cândida e Luiza Franco

Colaboração: Adriano Pampolini, Gabriel Benzaquen, Joana Andrade, Luiza Franco, Marina Marques e Mírian Cândida.

Por Luiza Franco, fundadora Casa Zero.

*Fonte: Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre) – Pesquisa Ciclosoft 2016

A partir de atividades no terraço de um dos campi universitários, o Projeto de Extensão LEIA – Laboratório Ecossistêmico Interdisciplinar de Aprendizagem da a oportunidade de educadores e alunos participarem de ações de mitigação aos impactos sociais e ambientais urbanos fora da sala de aula e relacionar, diretamente, com a comunidade externa. O projeto estimula a produção de hortas urbanas com o desenvolvimento de produtos, tecnologias e métodos alternativos de construção e gestão de resíduos, além de carregar o valor à soberania alimentar.

Em entrevista à Globo, para o programa Terra de Minas, alguns participantes relataram pontos de alto valor social e ambiental: alimentar-se bem, estar em contato com a natureza, ter alimentos frescos, se apropriar de algum lugar, gastar menos, gerar renda, dar vida a um lugar, promover a socialização e a inclusão.

Ainda houve a realização de um concurso, aonde muitas foram as possibilidades em destaque nos projetos de hortas urbanas ganhadores. Promovido pelo Projeto LEIA na arquitetura coordenado pela professora Luiza Franco, também sócia da Casa Zero, dentro do Centro Universitário UNA para toda a comunidade, foi uma oportunidade de colocar a mão na massa e desenvolver protótipos que poderiam depois ser reproduzidos. Estimulando toda a sociedade a também se conectar a causa.

Fotografia: Lucas D’Ambrosio.

Em evento gratuito, aberto ao público, divulgado aqui e ocorrido no terraço do campus UNA João Pinheiro em 29 de novembro de 2016, sociedade e comunidade acadêmica tiveram a oportunidade de avaliar mais de 20 projetos pilotos de hortas urbanas construídos pelos alunos da arquitetura com o apoio interdisciplinar da instituição e votar naquele que mais se destacou.

Os projetos dos três primeiros lugares, incluindo cartilha explicativa sobre a concepção do projeto, os métodos construtivos, a forma de uso e manutenção, além de dicas de cultivo, você pode conferir a seguir:

1º lugar: Horta Portal

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Cartilha Horta Portal

2º lugar: Horta Bambulê

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Cartilha Horta Bambulê

3º lugar: Canteiro no Cantinho

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Cartilha Canteiro no Cantinho

Mais notícias da mídia sobre a repercussão do evento você confere nos links a seguir:

Vídeo You Tube – Extensão UNA

Notícia – Jornal Contramão

Cobertura – BH Eventos

 

Para mais informações, dicas, consultoria e projeto entre em contato conosco.

Fim de ano chegou e a Casa Zero vira o ano com novidade.

Vasos e arranjos de suculentas e outras espécies lindas de plantas.

Esses são alguns dos feitos para o Natal e que estarão disponíveis daqui para frente.

Para encomendas e informações: [email protected]

Feliz Natal!

Por Luiza Franco, fundadora Casa Zero.