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Já pensou no desenvolvimento de produtos que consumam menos energia ou reduzam a geração de lixo quando é pensado o seu design? Estes são alguns dos critérios do Ecodesign.

Fatores ecológicos são fundamentais para a concepção, fabricação, uso e descarte de produtos visando equilibrar as atividades produtivas e a preservação dos recursos naturais que mantém nossas cidades.

O método do Ecodesign é um caminho para que o mercado ofereça materiais com viés sustentável para a arquitetura e a construção.

A Casa Zero disponibiliza Palestras sobre este tema e outros que ainda vamos mostrar por aqui.

Na foto do Archdaily detalhe do elemento modular, tipo cobogó, concebido pelo artista austro-americano Erwin Hauer para a Casa Cobogó do Studio MK27 de Marcio Kogan e Carolina Castroviejo.

Você acredita que tem muita gente que ainda não sabe o quanto a arquitetura e os materiais usados em uma construção podem influenciar na saúde delas?

Quando bem escolhidos e aplicados, elementos construtivos podem favorecer o conforto das pessoas e ainda reduzir o consumo de energia de uma edificação. Um produto muito útil para favorecer a ventilação e iluminação naturais, dar privacidade, sombrear e ainda dispensar o uso de ar-condicionado é o Cobogó.

Este elemento vazado, que traz muita beleza na arquitetura, foi criado na década de 1920 em Recife para auxiliar na regulação térmica do calor nordestino. Porém deve sempre ser aplicado com técnica para garantia da eficiência. Não são indicados em condições de grandes cargas de compressão na estrutura e dependem da orientação solar e das correntes de ar. Neste último caso, para garantir o desempenho térmico e a iluminância recomendadas dos ambientes. E, lembrem-se, em regiões muito frias e com qualidade de ar imprópria, não são uma boa pedida.

O que você mais repara quando admira um edifício ou residência? Sua forma? Seu tamanho?

Olhando o conjunto de uma edificação as pessoas deveriam admirar muito além do seu porte ou volume arquitetônico. Uma construção de qualidade deve prezar aspectos relevantes para a saúde das pessoas que irão frequentá-la. Deve garantir o conforto ambiental a partir de boas escolhas de materiais e tecnologias. E, mais ainda, praticar gestos de sustentabilidade que promovam contribuições sociais para a comunidade envolvida e que minimizam impactos ambientais do processo construtivo.

Para isto, existem selos concedidos às edificações que cumprem estratégias de projeto e construtivas para a sustentabilidade. A Casa Zero é uma consultoria especialista em certificações para construções sustentáveis, incluindo o selo americano LEED da USGBC.

Por Luiza Franco, Fundadora Casa Zero.

Fotos Nelson Kon postadas no Archdaily e projeto arquitetônico Studio MK27.

A alta geração de resíduo plástico está sendo bastante questionada nos dias atuais e, conforme matéria feita no programa Justiça em Questão, com transmissão no dia 03 de junho de 2019 pela Rede Minas, a startup Casa Zero teve a oportunidade de apresentar a contribuição do seu trabalho dentro deste cenário.

De acordo com a reportagem, o plástico surgiu na década de 1950 como uma inovação e a promessa de trazer praticidade para a vida das pessoas. Porém, ao longo do tempo, a quantidade de lixo gerada pelo material virou motivo de preocupação. Dados relevantes apontam que, se as tendências de consumo e descarte continuarem como é hoje, em 2050 haverá mais plástico do que peixes nos oceanos.

Diante deste panorama de desequilíbrio ambiental frente ao plástico e ainda por tantos outros aspectos incorporados ao hábito de vida das pessoas e dos negócios, a Casa Zero inova o mercado ao  ajudar pessoas e empresas a adotarem práticas sustentáveis que trazem economia com valor ambiental e social.

Veja a seguir a reportagem completa com a entrevista dada pela Luiza Franco, fundadora da Casa Zero.