A residência foi idealizada para clientes que adoramos:
sabem o valor de um projeto para além da beleza;
reconhecem a importância da escolha e qualidade dos materiais;
e do conforto ambiental nas estratégias projetuais.
A Casa Zero realizou uma simulação termo-energética e aplicou a metodologia de gestão e projeto do escritório em parceria com a Luciana Castro da Com pallet.
As diretrizes adotadas neste projeto foram:
Terraço verde:
Permite conexão dos moradores com o exterior e com os elementos da natureza.
Iluminação zenital:
Escolher por esse mecanismo permite que lugares que não seriam iluminados sejam, permitindo que esse espaço se torne mais saudável e tirando a necessidade de utilizar iluminação artificial mesmo sendo dia.
Ventilação cruzada:
Essa escolha permite que a casa tenha internamente um melhor fluxo de ar e que o ar quente saia com mais facilidade. Dessa forma, a residência obtém conforto ambiental.
Aquecimento solar passivo
É sempre necessário a análise da edificação em relação a radiação solar, pois assim os Arquitetos decidem pela posição dos ambientes e para que se tome outras decisões projetuais que aproveitem a iluminação e o calor natural.
Intervenção mínima na topografia:
É necessário compreender que as construções intervêm no solo onde se é edificado. Assim, quanto menor for a intervenção, melhor será para o meio ambiente.
Tamanho e fluxo dos ambientes:
Esses permitem que o espaço seja mais acessível. Além disso, ao pensar nos fluxos dos moradores a residência se torna mais inteligente e agradável para se viver.
Indicação dos materiais construtivos:
Materiais esses que pensam na saúde dos moradores e que são sustentáveis na sua cadeia produtiva.
Conexão dos espaços internos com o exterior:
A cozinha e o lavabo atendem a casa internamente e por estarem bem localizados a arquitetura permite que esses espaços também sejam utilizados pelos ambientes externos.
Dessa forma, a escolha projetual reduziu a necessidade de construir mais espaços e tornou os ambientes mais úteis em diferentes condições de uso.
https://casazero.cz/wp-content/uploads/2022/01/iluminacao-zenital-terraco-verde-ventilacao-cruzada.jpg6071080Luiza Franco, Fundadora da Casa Zerohttps://casazero.cz/wp-content/uploads/2022/10/logo.pngLuiza Franco, Fundadora da Casa Zero2021-07-21 15:46:272023-03-15 15:21:12Residência J&M
Fomos finalistas da 7ª Edição do PRÊMIO SAINT-GOBAIN DE ARQUITETURA SUSTENTÁVEL promovido pela Saint Gobain.
Que alegria poder compartilhar essa notícia!
Classificados entre os 10 finalistas na categoria Profissional, o projeto Casa Moeda se destaca pela aplicação de estratégias bioclimáticas como a iluminação e ventilação naturais e ainda pelo método construtivo em terra.
Com terreno localização no município de Moeda (MG), a residência considera um sistema de paredes estruturadas em taipa de pilão, aonde a terra é comprimida e moldada em fôrmas de madeira. A prática desta técnica já acontece desde 2600 anos a.c e, atualmente, tem se tornado uma possibilidade de aplicação da bioconstrução em projetos de arquitetura contemporânea.
A residência contempla ainda sistemas e tecnologias para geração de energia por fontes renováveis e gerenciamento das águas por meio do aproveitamento máxima de água da chuva, tratamento de água cinza e negra com reuso em um sistema fechado.
Veja a nossa equipe brilhante para um projeto que exige tanta interdisciplinaridade.
https://casazero.cz/wp-content/uploads/2022/01/casa-moeda-premio-saint-gobain-estrategias-bioclimaticas-arquitetura-sustentavel.jpeg12622000Luiza Franco, Fundadora da Casa Zerohttps://casazero.cz/wp-content/uploads/2022/10/logo.pngLuiza Franco, Fundadora da Casa Zero2020-07-28 15:19:432023-03-15 15:22:26Casa Moeda – Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura Sustentável
Os humanos podem ficar 3 semanas sem comida, 3 dias sem água, mas apenas 3 minutos sem ar.
Estes dados impactantes são para trazer uma reflexão ainda maior do momento em que vivemos e nos colocar atentos sobre o papel da arquitetura e da construção na saúde das pessoas.
A proliferação de vírus e bactérias e, consequentemente, a vulnerabilidade das pessoas às doenças depende, em grande parte, de qualidade do ar dos ambientes que construímos.
Para superar isso, precisamos de quantidades adequadas de iluminação, umidade e temperatura que, somados, contribuem para uma arquitetura saudável.
A crise que vivemos nos revela a necessidade de apostarmos na arquitetura não somente pela estética, mas naquela que adota critérios técnicos para dimensionar as necessidades dos ambientais, garantindo qualidade do ar, saúde e bem estar para as pessoas.
Já pensaram na importância disso? Na foto um projeto construído da Casa Zero alinhado às estratégias de uma arquitetura mais saudável.
MONTAGEM ENERGIA X MUDANÇA CLIMÁTICA X PROFISSIONAIS
Como projetistas de edificações e de planejadores urbanos, estes profissionais se tornam grandes responsáveis pela definição dos meios de geração e consumo de toda a energia necessária para operar os ambientes construídos. O que considera ainda a influência sobre os transportes entre as edificações.
Contudo, usamos, ainda hoje, muita matriz energética advinda dos combustíveis fósseis e eles são grandes responsáveis pela emissões de gases do efeito estufa, diretamente relacionadas com o aquecimento global.
Para minimizar os efeitos das mudanças climáticas é necessário que mais profissionais e pessoas apostem na aplicação de instrumentos pela sustentabilidade, com matrizes de energia limpa e renovável, para nossas construções e espaços.
Só assim garantiremos economia de energia e ainda qualidade de vida e maior produtividade para as pessoas.
*Fonte: Hum Heywood – 101 regras básicas para uma arquitetura de baixo consumo energético
Você já pensou que nós permanecemos 90% do nosso tempo em ambientes fechados?
Em tempos de isolamento social, com contato ainda mais restrito com o ambiente externo, muitos passam a notar como a entrada de luz e ventilação naturais são indispensáveis.
É necessário entender a importância da interação das construções com a luz solar e as condições ambientais naturais para garantir qualidade de vida para as pessoas.
O sol, a água e o vento impactam na vida das pessoas e para lidar com eles não basta, por exemplo, colocar janelas para abrir e fechar. Qualificar e quantificar esses elementos projetando estratégias eficientes é necessário para garantir uma arquitetura mais saudável.
Ainda, quando o arquiteto sabe dimensionar a quantidade de luz e ventilação, associados à tecnologias como o sistema de ar-condicionado, quando necessário, garantem economia de investimentos e no seu uso.
Você sabia que um imóvel vale, em média, 5% a mais se bem iluminado? Na foto um ambiente interno bem iluminado naturalmente de um projeto da Casa Zero alinhado às estratégias de uma arquitetura mais saudável.
https://casazero.cz/wp-content/uploads/2022/01/cidade-paisagem-gestao-urbana.jpg7201080Luiza Franco, Fundadora da Casa Zerohttps://casazero.cz/wp-content/uploads/2022/10/logo.pngLuiza Franco, Fundadora da Casa Zero2020-05-23 17:48:532023-03-07 00:00:27Você sabia?
A Síndrome do Edifício Doente foi um termo criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) na década de 80 para definir um conjunto de sintomas como: dor de cabeça, irritação de nariz, dor de garganta, fadiga, letargia, ardência dos olhos, falta de concentração e baixo rendimento laboral em pessoas que moram ou trabalham em certos edifícios. A constatação foi feita na relação da baixa qualidade do ambiente construído de edificações com a saúde dos usuários.
Inclusive, conta-se, que o termo Síndrome do Edifício Doente foi definido a partir da ocorrência de uma contaminação coletiva de pneumonia em um hotel na Filadélfia.
Sendo feita a correlação de que o edifício com recintos fechados e sistema de ar condicionado central inadequado causaram a morte de mais de 29 pessoas.
Agora conta para nós, você já morou ou frequentou um “edifício doente”?
De lá para cá muita coisa avançou, mas ainda há de provocar na sociedade o conhecimento de que gestos mais sustentáveis na arquitetura e construção são imprescindíveis para minimizar estes efeitos danosos na saúde das pessoas.
Para isso trazermos soluções, listamos algumas estratégias que evitam esta síndrome nas construções:
Projetar edifícios que priorizem o uso de ventilação e iluminação naturais de qualidade
e em acordo com o clima;
Criar aberturas na edificação que proporcionem conexão com o exterior e o contato
com o ambiente natural;
Fazer o uso de materiais construtivos e de acabamentos que tenham ausência ou
mínima emissão de componentes tóxicos;
Especificar sistemas de ar condicionado e manter os sistemas de filtragem
higienizados, se for indicado o seu uso no ambiente;
Ter a prática de limpeza, manutenção adequados à demanda e reparo dos sistemas
que compõe o edifício.
Já ouviu falar em edifício saudável?
Este é um termo relativamente novo, mas a intenção que ele carrega já ocorria em tradições e culturas diferentes seguindo outras abordagens como o Feng Sui ou a Geobiologia.
A denominação edifício saudável é usada quando, para o seu projeto e construção, são adotadas estratégias que potencializam a qualidade de vida e bem estar de seus ocupantes.
Enquanto o edifício dito sustentável se destaca na minimização de impactos ao meio ambiente, o edifício saudável foca na qualidade de vida das pessoas.
Parece óbvio pensar que devemos proporcionar conforto às pessoas nas edificações.
Porém, com a industrialização e a padronização dos métodos construtivos, na maioria das vezes, produzimos espaços inadequados e insalubres para elas.
Um barato que sai caro. Ou seja, criamos condições nocivas para a saúde dos usuários e a grande parte deles não nota, mas sente. Manifestações recorrentes de gripes, dores de cabeça e até cansaço e improdutividade são consequências da síndrome do edifício doente, como citamos na publicação anterior.
E como fazer para termos edifícios mais saudáveis?
Assegurar a qualidade dos sistemas de iluminação = influencia no desempenho de atividades.
Proporcionar boa acústica do espaço = garante maior produtividade.
Garantir ar puro e com renovação constante = minimiza transmissão de doenças.
Criar ambientes com contato externo conectado ao ambiente natural = elimina a sensação de enclausuramento.
E já existem certificações no mercado para orientar estas e outras tantas estratégias nas edificações. Citamos duas: Selo Casa Saudável e Well Certification.
Agora diga, assim como a Casa Zero, você também aposta em edifícios, projetos e construções mais saudáveis?
https://casazero.cz/wp-content/uploads/2020/02/IMAGEM-DESTACADA-edificiosaudavel-edificiodoente-casazero-sustentabilidade-arquiteturasustentavel-1-1-scaled.jpg17062560Luiza Franco, Fundadora da Casa Zerohttps://casazero.cz/wp-content/uploads/2022/10/logo.pngLuiza Franco, Fundadora da Casa Zero2019-12-11 18:50:002023-03-06 23:55:36O que é Edifício Doente?
Mais um projeto da Casa Zero, este em parceria com a arquiteta Natalia Nascentes, feito em 2014. Localizado em condomínio fechado na cidade de Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG), a residência foi implantada em terreno de acentuada topografia e com respeito à preservação de vegetação remanescente de Mata Atlântica. O projeto foi desenvolvido com o escalonamento da edificação em planos diferentes para reduzir a movimentação de terra e ao mesmo tempo valorizar a vista panorâmica.
Principais estratégias para uma arquitetura mais sustentável empregadas e no vídeo apresentamos o resultado final da construção:
Estratégias para uma maior ventilação e iluminação naturais
Preservação de espécies de vegetação nativa do tipo Mata Atlântica
Escalonamento da edificação com mínima alteração da topografia
Aplicação de elementos de sombreamento considerando as condições do clima local
Instalação de sistema de aquecimento solar da água sem a necessidade de sistema de bombeamento minimizando gasto com energia
Conexão interior e exterior da construção com o entorno
Criação de ventilação cruzada para potencializar a entrada de ventilação natural
Previsão de plataforma para acessibilidade na longevidade do moradores
https://casazero.cz/wp-content/uploads/2019/10/caszero-arquiteturasustentavel-construcaosustentavel-sustentabilidade-residencia-7.jpg12001600Luiza Franco, Fundadora da Casa Zerohttps://casazero.cz/wp-content/uploads/2022/10/logo.pngLuiza Franco, Fundadora da Casa Zero2019-10-17 14:17:492023-03-06 23:51:30Gestos de Sustentabilidade Residencial: Projeto L&A
Por esta foto, tirada no início dos anos 2000 por TucaVieira, é trazido à tona o contraste do acesso à habitação formal e de qualidade. A imagem da zona sul de São Paulo, no bairro Paraisópolis, retrata bem o que acontece por todo o mundo.
Mas não podemos falar só dos problemas, devemos trazer soluções. Imaginem um modelo de habitação social com práticas sustentáveis que ainda reduza os impactos ambientais do depósito de resíduos da indústria.
Fundadora da Casa Zero, @luizafranco foi autora principal de um artigo de publicação científica internacional junto a outros pesquisadores integrantes do Laboratório de Materiais da Construção Civil da Universidade Federal de Ouro Preto, o Grupo Reciclos.
O artigo completo encontra-se no portal da Elsevier, revista Sustainable Cities and Society e você pode ter o acesso clicando aqui.
https://casazero.cz/wp-content/uploads/2019/10/Habitação-Social-Arquitetura-Cidade-Casa-Zero.jpg446670Luiza Franco, Fundadora da Casa Zerohttps://casazero.cz/wp-content/uploads/2022/10/logo.pngLuiza Franco, Fundadora da Casa Zero2019-08-12 14:32:202023-03-06 23:47:40Habitação social com princípios bioclimáticos e agregados reciclados
Qual o seu nível de engajamento em gestos de sustentabilidade? E o do seu governo? Na escala de uma casa, edifício, bairro, cidade ou país? Pelo princípio da Constituição, mais precisamente no artigo 225, todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
E se nós te dissermos que existem programas do governo que concedem desconto de 5%, 7%, 10% ou até isenção total no principal imposto municipal por medidas mais sustentáveis? Este é o IPTU Verde ou também chamado IPTU Ecológico e IPTU Ambiental. O Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU é devido a todos os imóveis e esta ação é um incentivo das administrações municipais para quem adota práticas de economia de uso da água e reuso de água da chuva; faz o uso de tecnologia para geração de energia solar; faz o gerenciamento dos resíduos e destinação correta para reuso e reciclagem. Estes são exemplos, para citar algumas das diversas práticas de redução de impactos ambientais, reconhecidos para obtenção do desconto no imposto.
Atualmente são mais de 60 municípios em todo o Brasil que possuem uma legislação com formalização do programa IPTU Verde. Nomeando algumas cidades temos Salvador, Curitiba, Porto Alegre, Goiânia e muitas outras que já tem lei com este incentivo. Cada município cria o seu próprio modelo de programa com necessidade de comprovação para aprovação das práticas junto à prefeitura para obtenção dos percentuais de desconto no IPTU.
Projeto de Lei IPTU Verde em Belo Horizonte
Belo Horizonte tem um projeto de lei [n° 179/2017], proposto pelo vereador @gabrielazevedo e equipe, para este incentivo fiscal do IPTU Verde contendo 68 ações e práticas sustentáveis que podem ser validadas. Este projeto já foi apreciado em 1o turno com emendas e agora tramita pelas mesmas comissões em 2º turno para análise. Caso seja aprovado nos dois turnos, o projeto é encaminhado para sanção ou veto do prefeito.
A proposta para BH é de que esta certificação do IPTU Verde seja opcional e aplicável aos novos empreendimentos a serem edificados, assim como às ampliações e/ou reformas de edificações existentes de uso residencial, comercial, misto, industrial ou institucional. Os descontos podem ser de 5%, 7% ou até 10% dependendo do tipo e quantidade de práticas mais sustentáveis adotadas.
Somente terão direito ao desconto os imóveis pertencentes aos contribuintes que anualmente estiverem em situação de regularidade fiscal e cadastral conforme diretrizes do projeto de lei. A concessão do desconto terá validade de 03 (três) anos, quando deverá ser reavaliado pelo órgão licenciador, podendo ser renovado o benefício por igual período, mediante solicitação do interessado. O proprietário de imóvel que solicitar a pré-certificação terá tramitação prioritária nos procedimentos de licenciamento, tais como, obtenção de alvarás de construção, ampliação e/ou reforma, modificação de projeto aprovado, assim como alvará de habite-se.
Para conhecer todo o projeto de lei n° 179/2017 de Belo Horizonte, que institui o Programa de Incentivo à Sustentabilidade Urbana, denominado “IPTU Verde”, o qual estabelece o desconto progressivo no IPTU de imóveis que adotarem medidas de redução de impacto ambiental e eficiência energética, clique aqui.
Práticas sustentáveis no ambiente construído ao redor do mundo
Estes incentivos fiscais são bastante relevantes quando reafirmamos que as políticas de governo devem se alinhar aos posicionamos coletivos dos cidadãos em prol da sustentabilidade. As políticas públicas devem vir com o propósito de se criar um meio urbano com maior equilíbrio ambiental e elevação da qualidade de vida. Veja a seguir aplicações de ações similares em outras cidades e países ao redor do mundo.
Na Alemanha há a redução de até 80% da taxa de uso do sistema de esgoto público com a implantação de áreas verdes e/ou telhados verdes nos imóveis. Estas estratégias aumentam a permeabilidade das águas e diminuem as ilhas de calor que estão diretamente associadas às mudanças climáticas. [*]
Na França o governo prevê uma isenção de até 5 (cinco) anos de imposto sobre a propriedade privada, de 50% ou 100% quando os edifícios passem a ter índices comprovados de baixo consumo de energia.[*]
Na Itália, mais especificamente em Milão, o Edifício Bosco Verticale do Boeri Studio, apresentado nas fotos, é um modelo construído internacional com adoção de diversas estratégias em prol do meio ambiente, indo muito além da integração com a vegetação e paisagismo de todas as suas fachadas.
Agora a @casazero te convida a pensar e desmistificar a sustentabilidade trazendo caminhos mais claros e possíveis de elevação das práticas sustentáveis para pessoas, edificações e negócios.
https://casazero.cz/wp-content/uploads/2019/07/victor-garcia-0NJ9urGXrIg-unsplash.jpg22501800Luiza Franco, Fundadora da Casa Zerohttps://casazero.cz/wp-content/uploads/2022/10/logo.pngLuiza Franco, Fundadora da Casa Zero2019-07-26 15:44:082023-03-06 23:46:05Engajamento em gestos de sustentabilidade: governo versus cidadão
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