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Os humanos podem ficar 3 semanas sem comida, 3 dias sem água, mas apenas 3 minutos sem ar.

Estes dados impactantes são para trazer uma reflexão ainda maior do momento em que vivemos e nos colocar atentos sobre o papel da arquitetura e da construção na saúde das pessoas.

A proliferação de vírus e bactérias e, consequentemente, a vulnerabilidade das pessoas às doenças depende, em grande parte, de qualidade do ar dos ambientes que construímos. 

Para superar isso, precisamos de quantidades adequadas de iluminação, umidade e temperatura que, somados, contribuem para uma arquitetura saudável. 

A crise que vivemos nos revela a necessidade de apostarmos na arquitetura não somente pela estética, mas naquela que adota critérios técnicos para dimensionar as necessidades dos ambientais, garantindo qualidade do ar, saúde e bem estar para as pessoas. 

Já pensaram na importância disso? Na foto um projeto construído da Casa Zero alinhado às estratégias de uma arquitetura mais saudável. 

MONTAGEM ENERGIA X MUDANÇA CLIMÁTICA X PROFISSIONAIS

Como projetistas de edificações e de planejadores urbanos, estes profissionais se tornam grandes responsáveis pela definição dos meios de geração e consumo de toda a energia necessária para operar os ambientes construídos. O que considera ainda a influência sobre os transportes entre as edificações.

Contudo, usamos, ainda hoje, muita matriz energética advinda dos combustíveis fósseis e eles são grandes responsáveis pela emissões de gases do efeito estufa, diretamente relacionadas com o aquecimento global.

Para minimizar os efeitos das mudanças climáticas é necessário que mais profissionais e pessoas apostem na aplicação de instrumentos pela sustentabilidade, com matrizes de energia limpa e renovável, para nossas construções e espaços.

Só assim garantiremos economia de energia e ainda qualidade de vida e maior produtividade para as pessoas. 

*Fonte: Hum Heywood – 101 regras básicas para uma arquitetura de baixo consumo energético

Você já pensou que nós permanecemos 90% do nosso tempo em ambientes fechados?

Em tempos de isolamento social, com contato ainda mais restrito com o ambiente externo, muitos passam a notar como a entrada de luz e ventilação naturais são indispensáveis.

É necessário entender a importância da interação das construções com a luz solar e as condições ambientais naturais para garantir qualidade de vida para as pessoas.

O sol, a água e o vento impactam na vida das pessoas e para lidar com eles não basta, por exemplo, colocar janelas para abrir e fechar. Qualificar e quantificar esses elementos projetando estratégias eficientes é necessário para garantir uma arquitetura mais saudável.

Ainda, quando o arquiteto sabe dimensionar a quantidade de luz e ventilação, associados à tecnologias como o sistema de ar-condicionado, quando necessário, garantem economia de investimentos e no seu uso.

Você sabia que um imóvel vale, em média, 5% a mais se bem iluminado? Na foto um ambiente interno bem iluminado naturalmente de um projeto da Casa Zero alinhado às estratégias de uma arquitetura mais saudável.

* Dados de Christoph Reinhart do MIT Construction Technology em Cambridge (EUA)

Não há negócio, economia e tecnologia que sustente nossas cidades se não houver um resgate da essência de uma comunidade humana sustentável. Não há projeto arquitetônico verdadeiro se não tiver aplicação do conforto ambiental. Não há canteiro de obras leal se não tiver estratégias ambientais.

O primeiro passo pode ser permitir que o seu projeto ou construção comece pela base do que a natureza nos oferece gratuitamente: acesso à energia solar, coleta de água da chuva, geração de energia a partir dos resíduos.

Uma boa inspiração é a seguinte frase de Fritjof Capra, um físico e escritor de 80 anos que trabalha com educação ecológica. A citação foi feita em seu livro chamado As conexões ocultas: ciência para uma vida sustentável de 2002.

“Uma comunidade humana sustentável é planejada de tal maneira que seus modos de vida, negócios, economia, estruturas físicas e tecnologias não interferem na capacidade inerente da natureza para sustentar a vida.”

Inovação: Palavra de ordem no momento

Precisamos, porém, olhar para trás para não esquecer que o alcance tecnológico tem que vir associado a estratégias que resgatam a essência da natureza. A história da humanidade sempre nos ensinou ou, pelo menos, tentou nos mostrar isso. Agora te convidamos a pensar como quebrar padrões que possam mudar a nossa história com inovação e gestos sustentáveis.

Listamos a seguir quais podem ser os primeiros passos:

  • Otimizar projetos e espaços construídos considerando estratégias ambientais
    ecoeficientes;
  • Apostar na gestão hídrica, energética e de resíduos;
  • Comparar produtos, serviços e tecnologias além do custo, considerando aspectos
    técnicos a longo prazo;
  • Apostar na curadoria de produtos com viés sustentável priorizando uma cadeia
    verdadeira de critérios socioambientais.

Se você já questionou como ter uma arquitetura e construção mais sustentáveis ou quer ter acesso a serviços, tecnologias e produtos que potencializam este alcance, veja este vídeo.

Sustentável: uma palavra que muitas vezes é usada de forma banal, mas tem peso e carrega muita responsabilidade. O verdadeiro engajamento na sustentabilidade não é fazer investimento ambiental em tudo e, muito menos, fazer uso do termo como uma propaganda enganosa, assim chamada de “greenwashing”.

Na Casa Zero acreditamos que a adoção de sutis, mas legítimas estratégias que
colaboram com o desenvolvimento sustentável, é o primeiro passo. Nós apoiamos empreendimentos, negócios e eventos a aplicar, com estratégia, gestos ambientais e sociais com decorrente compensação financeira e marketing verdadeiro.

Nas fotos nosso varal de gestos sutis de sustentabilidade que acompanha nossas
palestras e eventos. Assim inspiramos as práticas sustentáveis nos negócios, na cidade e até em você.

Destacamos que gestos sustentáveis podem ser:

– Planejados e concretizados, por meio de projetos e consultorias;
– Disseminados, por meios de palestras e eventos;
– Aprendidos ou aperfeiçoados, por meio de assessorias e mentorias.

Para quem você quer disseminar gestos sustentáveis?

Veja os temas de palestras e ações em eventos de alta relevância no mercado atual.

Veja parte da entrevista que a Casa Zero deu para a TV Horizonte e falou de inovação e sustentabilidade nos negócios e da nossa atuação no mercado.
Fundadora da Casa Zero, @luizafranco esteve no Programa Mercado de Negócios a convite da jornalista @_michelemarie_ para abordarem sobre empreendedorismo e sustentabilidade.
Toda a entrevista com a apresentação de outros negócios e iniciativas inovadoras você vê no YouTube Mercado de Negócios.


Toda a entrevista com a apresentação de outros negócios e iniciativas inovadoras você vê no YouTube Mercado de Negócios.

Por esta foto, tirada no início dos anos 2000 por TucaVieira, é trazido à tona o contraste do acesso à habitação formal e de qualidade. A imagem da zona sul de São Paulo, no bairro Paraisópolis, retrata bem o que acontece por todo o mundo.

Mas não podemos falar só dos problemas, devemos trazer soluções. Imaginem um modelo de habitação social com práticas sustentáveis que ainda reduza os impactos ambientais do depósito de resíduos da indústria.

Fundadora da Casa Zero, @luizafranco foi autora principal de um artigo de publicação científica internacional junto a outros pesquisadores integrantes do Laboratório de Materiais da Construção Civil da Universidade Federal de Ouro Preto, o Grupo Reciclos.

O artigo completo encontra-se no portal da Elsevier, revista Sustainable Cities and Society e você pode ter o acesso clicando aqui.

Já pensou no desenvolvimento de produtos que consumam menos energia ou reduzam a geração de lixo quando é pensado o seu design? Estes são alguns dos critérios do Ecodesign.

Fatores ecológicos são fundamentais para a concepção, fabricação, uso e descarte de produtos visando equilibrar as atividades produtivas e a preservação dos recursos naturais que mantém nossas cidades.

O método do Ecodesign é um caminho para que o mercado ofereça materiais com viés sustentável para a arquitetura e a construção.

A Casa Zero disponibiliza Palestras sobre este tema e outros que ainda vamos mostrar por aqui.

Na foto do Archdaily detalhe do elemento modular, tipo cobogó, concebido pelo artista austro-americano Erwin Hauer para a Casa Cobogó do Studio MK27 de Marcio Kogan e Carolina Castroviejo.

Você acredita que tem muita gente que ainda não sabe o quanto a arquitetura e os materiais usados em uma construção podem influenciar na saúde delas?

Quando bem escolhidos e aplicados, elementos construtivos podem favorecer o conforto das pessoas e ainda reduzir o consumo de energia de uma edificação. Um produto muito útil para favorecer a ventilação e iluminação naturais, dar privacidade, sombrear e ainda dispensar o uso de ar-condicionado é o Cobogó.

Este elemento vazado, que traz muita beleza na arquitetura, foi criado na década de 1920 em Recife para auxiliar na regulação térmica do calor nordestino. Porém deve sempre ser aplicado com técnica para garantia da eficiência. Não são indicados em condições de grandes cargas de compressão na estrutura e dependem da orientação solar e das correntes de ar. Neste último caso, para garantir o desempenho térmico e a iluminância recomendadas dos ambientes. E, lembrem-se, em regiões muito frias e com qualidade de ar imprópria, não são uma boa pedida.

O que você mais repara quando admira um edifício ou residência? Sua forma? Seu tamanho?

Olhando o conjunto de uma edificação as pessoas deveriam admirar muito além do seu porte ou volume arquitetônico. Uma construção de qualidade deve prezar aspectos relevantes para a saúde das pessoas que irão frequentá-la. Deve garantir o conforto ambiental a partir de boas escolhas de materiais e tecnologias. E, mais ainda, praticar gestos de sustentabilidade que promovam contribuições sociais para a comunidade envolvida e que minimizam impactos ambientais do processo construtivo.

Para isto, existem selos concedidos às edificações que cumprem estratégias de projeto e construtivas para a sustentabilidade. A Casa Zero é uma consultoria especialista em certificações para construções sustentáveis, incluindo o selo americano LEED da USGBC.

Por Luiza Franco, Fundadora Casa Zero.

Fotos Nelson Kon postadas no Archdaily e projeto arquitetônico Studio MK27.

Luiza Franco mais uma vez e com grande satisfação esteve representando a Casa Zero na Semana de Arquitetura da Faculdade Pitágoras. O evento aconteceu no dia 17 de outubro de 2018 na unidade de Betim. A palestra teve como tema: Os Gestos Sutis de Sustentabilidade no Ambiente Construído. A abordagem levantada pela arquiteta urbanista trouxe o questionamento sobre o papel que cada cidadão tem na formação da cultura da sociedade e de cada estudante na criação de novas oportunidades de negócios no mercado de trabalho. Levantou-se ainda a questão de como o comportamento de uma comunidade determina a forma de uso e apropriação espaço que habitamos. O arquiteto tem o papel de construir o espaço, mas as pessoas, a partir dos seus gestos, podem conduzir a sociedade para um caminho mais sustentável.

Luiza Franco, fundadora da Casa Zero, foi convidada a palestrar na XIX Semana de Estudos da Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto. Ocorrida no dia 20 de setembro de 2018, a palestra teve como tema: Os Gestos Sutis de Sustentabilidade no Ambiente Construído. A abordagem levantada pela arquiteta urbanista trouxe o questionamento sobre o papel que cada cidadão tem na formação da cultura. E ainda, como esta cultura determina a forma de uso e apropriação espaço que habitamos. O arquiteto tem o papel de construir o espaço, mas as pessoas, a partir dos seus gestos, podem conduzir a sociedade para um caminho mais sustentável.

A partir de atividades no terraço de um dos campi universitários, o Projeto de Extensão LEIA – Laboratório Ecossistêmico Interdisciplinar de Aprendizagem da a oportunidade de educadores e alunos participarem de ações de mitigação aos impactos sociais e ambientais urbanos fora da sala de aula e relacionar, diretamente, com a comunidade externa. O projeto estimula a produção de hortas urbanas com o desenvolvimento de produtos, tecnologias e métodos alternativos de construção e gestão de resíduos, além de carregar o valor à soberania alimentar.

Em entrevista à Globo, para o programa Terra de Minas, alguns participantes relataram pontos de alto valor social e ambiental: alimentar-se bem, estar em contato com a natureza, ter alimentos frescos, se apropriar de algum lugar, gastar menos, gerar renda, dar vida a um lugar, promover a socialização e a inclusão.

Ainda houve a realização de um concurso, aonde muitas foram as possibilidades em destaque nos projetos de hortas urbanas ganhadores. Promovido pelo Projeto LEIA na arquitetura coordenado pela professora Luiza Franco, também sócia da Casa Zero, dentro do Centro Universitário UNA para toda a comunidade, foi uma oportunidade de colocar a mão na massa e desenvolver protótipos que poderiam depois ser reproduzidos. Estimulando toda a sociedade a também se conectar a causa.

Fotografia: Lucas D’Ambrosio.

Em evento gratuito, aberto ao público, divulgado aqui e ocorrido no terraço do campus UNA João Pinheiro em 29 de novembro de 2016, sociedade e comunidade acadêmica tiveram a oportunidade de avaliar mais de 20 projetos pilotos de hortas urbanas construídos pelos alunos da arquitetura com o apoio interdisciplinar da instituição e votar naquele que mais se destacou.

Os projetos dos três primeiros lugares, incluindo cartilha explicativa sobre a concepção do projeto, os métodos construtivos, a forma de uso e manutenção, além de dicas de cultivo, você pode conferir a seguir:

1º lugar: Horta Portal

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Cartilha Horta Portal

2º lugar: Horta Bambulê

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Cartilha Horta Bambulê

3º lugar: Canteiro no Cantinho

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Cartilha Canteiro no Cantinho

Mais notícias da mídia sobre a repercussão do evento você confere nos links a seguir:

Vídeo You Tube – Extensão UNA

Notícia – Jornal Contramão

Cobertura – BH Eventos

 

Para mais informações, dicas, consultoria e projeto entre em contato conosco.

Fim de ano chegou e a Casa Zero vira o ano com novidade.

Vasos e arranjos de suculentas e outras espécies lindas de plantas.

Esses são alguns dos feitos para o Natal e que estarão disponíveis daqui para frente.

Para encomendas e informações: [email protected]

Feliz Natal!

Por Luiza Franco, fundadora Casa Zero.